Publicado por: clarc | Novembro 3, 2009

ELUCUBRAÇÃO SOBRE EDUCAÇÃO ECULTURA -4 -(CRÔNICA)

Ao atrever-me ao assunto onde habitam notáveis especialistas, faço com um único objetivo de externar opinião de ex-aluno, professor e interessado no melhor  desempenho do sistema educacional do país,no sentido do melhor aproveitamento do tempo escolar para o aluno ao mesmo tempo que propiciar melhores condições de atuação para os professores.

Estou convencido que o sistema de transferência de conhecimentos em todos os níveis do aprendizado pode e deve ser aperfeiçoado e bastante.

O que se pratica atualmente em nome de modernismo não mostra a necesária substâncial mudança para tornar o ensino evoluído e atrativo -por si mesmo – a comparar com o que se praticava no meu tempo de estudante – e lá se vão dezenas de anos.

Houve mudanças? Sim, mas sem o objetivo  de transformação  do  tradicional excessivo conteúdo de matérias e assuntos (em cada uma delas)  que tornasse mais quantitativamente adequado ao melhor desempenho relacionado à motivação e  fixação do aprendizado útil  para o aluno e professor.

Atualmente, como vício antigo, cansa-se o aluno com excesso de informações fugazes a exigir avaliação por prova e nota , que não motivam sua memorização e mesmo que de alguma forma as façam interessante, pela quantidade e tempo desproporcional, não são absorvidas por muito tempo, fazendo parte do “já estudei isso”.  E só!

Praticamente todas as matérias sofrem desse mal, umas mais que as outras.  Isto sem incluir a maior amplitude ou o maior dimensionamento da área de abrangência que está sendo admitida para certas disciplinas motivado por aspectos sócio-político-econômico  da atual conjuntura dfo país,  aspecto muito notado nas área de geografia e história e que culminou com a absurda inclusão de  matérias   como sociologia e filosofia nos níveis de classes do 1º ano  docurso médio cujos alunos não estão com a devida maturidade para lidar com assuntos  tão insípidos para suas idades . A bem dizer assuntos para cursos superiores . Resultado: mais matérias  ao já acumulado programa curricular.

Iniciando minhas sugestões a uma reestruturação  no sistema educacional escolar a primeira consideração  é sobre os horários.

Hoje as escolas usam dois e até   três turnos.  Até aí tudo bem. Há quem defenda tipos de escolas com horário integral. – assunto muito sensível de ser considerado: não cuidarei disso. 

Em geral,  o turno da manhão entra às sete  horas e sai  e às 12h e 30 minutos. Isto implica em fazer os alunos acordarem muito cedo – no mínimo, praticamente, uma hora antes : 6 horas. Teoricamente estaria bem balanceado: o aluno vai dormir às 22h acorda às 6h, dormiu 8 h. Mas não está atual nem bem dosado. Para resumir: não há necessidade de iniciar as aulas às 7 h. Pode perfeitamente sem prejuizo para todos os envolvidos e para o ensino as aulas terem início às 8h. Para o turno da tarde,pode  passar para as 14 horas.

A duração das aulas podem situar-se entre 40 a 45 minutos com muito bom proveito. Esta duração de aula pode ser adaptada variando de escola para escola e no nível técnico e superior fica liberada não devendo ultrapassar de 2 horas para cada disciplina, salvo em casos de aulas prática e técnicas que podem se prolongar por4 a 5 horas (caso das faculdades médicas, de engenharia química e outras). Mas vou me fixar no curso fundamental e  médio.

Agora vamos ao caso mais polêmico: a quantidade e as disciplinas que devem ser adotadas para avaliação e as que ficam apenas para palestras descongestionando e permitindo um aprendizado mais calmo e mais proveitoso para o aluno dando mais satisfação aos professores .

Fica para a próxima crônica.

CLARC ( Em 03/11/2009)

E-mail: clarcastro @ ibest.com.br

 

Publicado por: clarc | Novembro 3, 2009

VISTORIA DE VEÍCULOS – PAGAR PARA NÃO VER (Crônica)

Na crônica anterior “Prova Inútil” mostrei que os acidentes rodoviários têm suas  causas em aspectos inerentes aos comportamentos dos motoristas  e apontei as principais características desses aspectos concluindo que: nem as provas obrigatórias adotadas para renovação da carteira de habilitação, nem as vistorias dos veículos (pagas pelos proprietários) atingem qualquer das caracteristicas que levam os motoristas a causarem o crescente número de acidentes de trânsito. As duas medidas – vstoria e provas, puramente paliativas e demagógicas; para mostrar serviço inútil  -    em nada contribuem para diminuir acidentes de trânsito, justamente porque não anulam ou corrigem ou impedem os fatores intrínsecos aos motoristas causadores, dotados das tais características e aspectos que mencionei antes e apontarei adiante.

As características dos motoristas causadores de acidentes  – própias deles  -  são bem conhecidas e relatadas nos noticiários dos acidentes; o que faço é, apenas, enumerá-las para evidenciar a inutilidade das providências adotadas de provas e vistorias, providências que só mostraram  o despreparo e o desconhecimento do fundo da questão por parte dos que se meteram a dar estas inócuas soluções, cujos efeitos só provocaram mais gastos e transtornos para o já tão sofrido povo brasileiro.

Não tem, praticamente, representatividade  significativa  no total do número de acidentes o fator “estado do veículo”, como não tem representatividade nenhuma o fato da aprovação do motorista na tal prova para reavaliar a sua carteira de habilitação.

Quem causa os acidentes são justamente os que passam nas provas. 

Isto é fato!

A maioria dos acidentes NÃO TEM COMO CAUSA : a) o estado do veículo; b) o motorista não ter feito ou não ter  sido aprovado na tal prova.

O estado do veículo, como causa de acidentes,   tem participação insignificante em relação ao total deles. Isto não quer dizer que os motoristas não devam manter seus veículos em excelentes e aprópriadas condições de tráfego.

As principais causa dos acidentes de trânsito são, sem dúvida, os comportamentos indevidos dos motoristas sob as condições de estradas, ruas e tráfegos existentes no país. Digo isto pelo seguinte moltivo: as condições de estradas, ruas e sinalizações constituem uma realidade conhecida e, portanto, cabe ao motorista se adequar a tal realidade. Ah! As  estradas deixam a desejar! Sim deixam, mas se isto é reeconhecido não é mais fator .

Poderia e deveria ser melhor. Óbvio!   Mas não é ! E a realidade é esta. O motorista tem que se adaptar a esta realidade. Como? Com mais cautela e prudência! Com mais atenção bom senso e paciência!

Quase a totalidade dos acidentes são devidos aos seguintes fatores, que são características  e aspectos inerentes aos motorista e como eliminar é um desafio que precisa ter pessoal muito capacitado para encontrar soluções e não um qualquer político que para mostrar serviço e poder dizer que foi autor de tal ou qual providência  se mete a fazer o povo ordeiro  sofre mais e pagar por isso sem ter culpa.

Eis as características dos motoristas perigosos: (não está em ordem de importância- todas são importantes):

- motorista que bebe se embriaga (ou quase) e sai dirigindo geralmente matando inocentes;

- motorista drogado – assassino potencial;

- motorista desatento que se aliena ao volante ou olha para todos os lados por qualquer motivo, que conversa com os demais no veículo; ao telefone celular;  que perde a necessária atenção à direção do veículo; fica disperso;

- motorista que possui uma ânsia de ultrapassar o veículo que está a sua frente ou a seu lado e abusa da velocidade e manobras para tal fim;

- motorista que dirige pensando na lua; se desliga da estrada do trajeto a sua frente e passa a pensar em variadas coisas que o  tira da condição de quem dirige algo capaz de  conduzi-lo para onde deseja ir ou não, além de poder fazer o pior  com inocentes. ..;

- motorista que coloca um som estúpido e se perde no  embalo dos elevados decibéis enlouquecedores que o estimulam  a “se mostrar” através dos descuidos da falta de atenção;

- motorista que gosta de “pegadinhas” ou de manobras que chamem  atenção, como sair roncando pneus ou girando 180º e daí…;

- motorista  que não obedece as sinalizações:  faixas de proibido ultrapasar, aviso de reduzir vclocidade, de curva perigosa, etc.

- motorista que namora no volante e beijos para cá beijos para lá… bum… já era.

- motorista que usa remédios cuja bula recomenda não dirigir ou remédio para evitar sono quando este não tem mais remédio;

- motorista que não respeita – não está nem aí – para as indicações dos semáforos e alaranjado ou vermelho é conforme queiram…

- motorista que não compreende que dirigir em dias secos é diferente de dirigir em dias de chuva;

- motorista que gruda no carro da frente não deixando quase nenhum espaço de segurança;  se o da frente freia derepente… bum

- motorista que entra nos cruzamentos sem prestar atenção;

- motorista que liga o pisca pisca para mudar de lado na pista e acha que isto é suficiente e vai com toda sem prestar atenção no trânsito do lado que escolheu para ir;

- motorista que dorme dirigindo por excesso de cansaço ou por qualquer circunstância de desgaste físico ou psíquico;

- motoista que usa e abusa de altas velocidades. A velocidade que excita é a mesma que mata. Altas velocidades em quaisquer vias é sempre uma condição de alto risco que propicia o desgoverno do veículo com facilidade seja em curvas, cruzamentos ou retas, etc .

- motorista que sofre mal súbito ao volante (este aspecto é imprevisível e não considerado como característica do motorista  - a incidência é pequena. Cito por conhecer alguns poucos casos desses ).

Poderia citar outros, mas estes são os mais corriqueiros  que abrangem os causadores do maior número de acidentes noticiados e por mim conhecidos.

Como pode ser facilmente constatado nada têm com relação à prova para habilitação repetidamente nem com vistoria de veículo.

Estes são os pontos a serem combatidos e para isto exige muito mais competência. Não é assunto para político é assunto para especialistas e pessoas inteligentes e conhecedoras  das verdadeiras causas do problema. Não é questão para demagôgos nem curiosos nem palpiteiros.

Em primeiro lugar é necessário tirar do motorista a total incumbência de melhorar ainda que isto seja fundamental – sempre. È necessário o aperfeiçoamento das estradas e de suas conservações. É preciso leis rigorosas e punidade sem beneficiamentos- aspectos frágeis do Brasil.

É preciso policiamento sério e modernizado. É preciso medidas que inibam estes aspectos característicos citados dos péssimos motoristas.

  Sono, bebida. alienados, abusados, ânsiosos, provocadores, distraídos, é dessa turma que se tem de cuidar ou banir do trânsito, caçando as habilitações e responsabilizando de fato pelos crimes cometidos. Antes porém temos que ter leis realmente disciplinadoras que desestimulem as infrações. Para isto os políticos não têm demonstrado competência. Por outro lado, o povo deve colaborar obedecendo ao Código de Trânsito e nunca seguindo os que não sabem o que fazem. 

CLARC ( em02/11/2009)

Publicado por: clarc | Novembro 1, 2009

PROVA INÚTIL PARA TRÂNSITO (Crônica)

Tenho muitos anos de estradas e habilitado desde 1960,  sem nunca ter me envolvido em qualquer tipo de infração de trânsito,  dão-me base  para fazer algumas considerações  sobre  essa tão grave questão do crescente número de acidentes de trânsito nas principais  rodovias e cidades do país. Por outro lado, não é necessária esta experiência, bastando apenas observações e análises dos acidentes,  para concluir, sem medo de errar, que a principal causa deste continuado aumento de acidentes cabe às imprudências  ou aos estados impróprios dos motoristas na condução de seus veículos.

A ousadia e o desrespeito às sinalizações,o excesso de velocidade , o abuso de manobras sob condições de risco deixando o resultado “para o que der e vier” ao sabor da sorte ou do azar, a irresponsabilidade com a vida dos outros e com a própria, o estado alcoolizado ou drogado, a vontade pueril de ultrapassar  quem está na frente, a ânsia de chegar, as distrações ao volante – as olhadas para os lados para apreciar a “paisagem” ou mexer com alguém – ficar a pensar em problemas ou em assuntos a desenvolver -=  são características dos motoristas causadores e  provocadores de acidentes.

Isto não é novidade! E agora! Como resolver isto? Como evitar e anular estas propriedades desses tipos de motoristas? E  agora ? 

O que tenho visto de loucuras, neste meu tempo de estradas e ruas, e principalmente nas minhas mais recentes idas e vindas pela Br 101 ao meu sítio, permite-me concluir que Deus ainda é muito  generoso com as estatísticas de acidentes de trânsito neste país. Não fosse a ajuda “Dele” o que se registra seria muito maior.

Muitas vezes vou ao sítio de ônibus que faz ponto final defronte aomeu sítio e quando espero ônibus para voltar, fico observando o trânsito da estrada. O ponto fica numa pequena reta entre duas curvas da estrada que pelas condições de difícil ultrapassagem é assinalada com duas faixas ininterruptas  indicando a proibição da  manobra. Pois bem, o que assisto de carros, ônibus, caminhões, “vans”, etc até -uma vez – uma ambulância sem soar sirene- realizando ultrapassagens e coincidindo a finalização da manobra em plena curva não tem conta. Só posso acreditar que por intervenção de Deus nunca assisti a uma terrível catastrófica colisão. As duas que ocoreram (com mortes) não foram em meus dias de espara de ônibus.   Já assisti ônibus interestaduais fazendo ultrapassagem em subida ( lembro que a BR101 no trecho Rio – Campos só possui uma pista dividida em ida e volta) ; se viesse um veículo em sentido contrário seria uma catastrofe – pior: eu estava dentro do ônibus infrator, veículo de renomada empresa.

É muito comum a imprensa escrita fazer  críticas às condições da estrada que só oferece uma pista dividia em ida e volta. Realmente a Br101 trecho Vitória-Campos-Rio já merecia de longa data duas pistas de ida e duas de volta bem separadas. Não resta dúvida que isto seria um fator favorável à diminuição de acidentes. Com relação à essencia da questão, creio que, em sendo a realidade, passa aos motoristas o maior interesse pela condução mais segura de seus veículos e assumem a verdadeira causa dos acidentes, pelos motivos acima apontados dentre outros. De  modo que a questão se concentra na atuação do motorista, entretanto, sem desprezar ou diminuir a necessidade de aperfeiçoamento da pista dando maiores condições de segurança ao trânsito.

O governo, no lugar de providenciar obras de ampliação da BR101 no trecho já referido, acomodou-se com a  adoção no ERJ de aplicação de uma prova para revalidar carteiras de motoristas periodicamente. Uma prova absolutamente inócua que não alcança em absoluto o objetivo de melhorar o trânsito quanto mais diminuir oa acidentes. Esta prova não melhora a qualidade dos motoristas, só faz com que leiam o código de trânsito, fato que não tem efeito sob os comportamentos característicos – já mencionados – dos maus motoristas. O exame físico e mental, também adotado, foi a única providência mais produtiva no objetivo proposto, mas fazer uma prova escrita além de sem sentido acarretou muitos problemas para bons motoristas que não  familiarizados com aspectos da linguagem escrita e muitos com dificuldades de interpretação de palavras de pouco uso na linguagem vocal (popular) ficaram repetindo varias vezes a tal prova, quando não perderam os empregos, até conseguir vencer este novo transtorno profissional (além das estradas ruins). Se os médicos ganharam mais oportunidade de empresgos, os pobres motoristas perderam os seus. Mais empregos para os mais favorecidos, desempregos aos menos favorecidos. Trata-se de uma prova de falta de capacidade para resolver a essência do problema com, mais uma medida paliativa de políticos que querem mostrar serviço sem a devida capacidade para solucionar realmente a questão e complicando mais a já sofrida vida do povo  brasileiro. Poder-se-ia dizer:   ” ah com a prova escrita o povo vai ter que estudar e se alfabetizar melhor”. Sofisma puro! Demagogia inadequada!

A solução do problema do aumento de acidentes – que continua aumentando – está num âmbito a exigir mais capacidade e menos demagogia.

A outra providência adotada no ERJ -também inócua – mais para tirar dinheiro do povo do que para dar solução ao problema do trânsito foi a adoção de revistas dos veículos (pagas pelos donos ) – ANUALMENTE. Uma agressão aos bolsos dos proprietários de veículos para encher os cofres públicos, para tudo, menos para diminuir o número de acidentes que raramente é causado por condições precárias de veículos e se o fossem continuam sendo mesmo com a tal vistoria que agora querem ampliar para todo o país. Uma inutilidade a subtrair dinhneiro do povo para o governo Disto só valeu para dar mais empregos aos vistoriadores ; teve este mérito. Mas, para resolver problema de acidentes não passa nem perto. Serve para o autor da  lei se gabar demagógicamente de ter tomado alguma providência sobre o problema. Só que na realidade inconsistente. Quem não tem capacidade e conhecimento necessário e profundo do assunto – como  merece e exige -  e passa a querer dar soluções improdutivas , só complica e mais problemas causa aos usuários corretos que não têm nada com a questão.

É isto Brasil ! Muita paciência com quem pensa que sabe o que não sabe, mas que interfere !

CLARC em 30/10/2009

Publicado por: clarc | Outubro 14, 2009

DESRESPEITO À TERRA (CRÔNICA)

O Brasil vive um tempo dos “movimentos sem isso e sem aquilo“, mas a verdade é que a  sistemáticas ações desses grupos se baseiam em práticas de desrespeito à ordem e às leis do país causando sérios prejuizos ao patrimônio público e privado  ao praticarem vandalismo e violência por ocasião  do que chamam de manifestações para agilizar  providências do governo em atender suas reivindicações.

Um desses “movimentos” já chegou ao cúmulo de atacar investindo com armas manuais (facões, foices, enxadas, etc.) contra a guarnição do exército  que no local invadido aguardava a retirada dos invasores , que por sua vez, preferiram atacar o exército de forma tempestiva. O que esperar numa situação destas? Tamanho atrevimento só podia  merecer a legítima defesa dos soldados. E a reação foi desproporcional mas inevitável. Tamanha audácie e desrespeito aos representantes da lei e da ordem, no momento sob a ferocidade do ataque dos ” fora da lei “   não tiveram tempo de analisar se esta ou aquela estratégia seria melhor, usaram do que dispunham - as armas  - e lamentavelmente violência gerou violência que foi classificada como chacina, pelos de fora e de longe -  a mídia -   após o fato ocorrido. É comum a inversão de valores pelos falsos civilizados num país de civilização precária como o nosso, onde os que desrespeitam a lei e atacam o próprio maior valor da força defensiva da lei e ordem do país – o exército ou a polícia -  são vistos  como vítimas quando na verdade foram e são normalmente os reais agressores.

A fúria desses ativistas só é conhecida na medida real pelos que os confrontam a mando da justiça para que se faça cumprir a lei.  O interesse maior da  imprensa (mídia) é cobrir um acontecimento que resulte em maior período de mais audiência e a violência com   suas implicações e desdobramentos é dos melhores  daí dar uma ajudinha em torná-lo mais interessante - atribuir-lhe um slogan como “chacina”, para um caso de legítima defesa.

Movimentos que invadem propriedades particulares e destroem tudo que encontram tem sido frequentes no Brasil. São verdadeirtos “sem pátrias” que desafiam o governo a ordem o progresso e as leis sob falso pretexto de agilização de providências a seus intereses. Recentemente um bando de malfeitores invadiu uma propriedade  exemplar de produção agrícola com milhares e milhares de pés de laranjeiras e inutilizaram máquinas agrícolas de altos custos, ofenderam os empregados além de ameaçá-los pela violência e – isto é de arrepiar -destruiram milhares de pés de fruteiras usando um trator roubado por eles da própria fazenda. As imagens mostradas na televisão durante os jornais informativos causaram indignação em todo o país e especialmente aos produtores honestos e trabalhadores que sustentam esta nação com frutas e alimentos. Quem pratica uma ação daquelas não merece terra para cuidar. Não sabem o que é trabalho agrícola e o tempo que leva um pé de fruteira para produzir. São uns  SEM PÀTRIAS. Deviam ser  expulsos do país.

O mais absurdo é que esses infames vivem às custas do povo que produz o que eles derrubam e roubam e destroem, pois o governo transfere dinheiro para estes grupos. Uma vergonha!

Movimentos como estes estimulam os crimes comuns aqui e acolá. Estimula ações agressivas de reivindicações por todos os setores que se sentem prejudicados de alguma forma, como exemplo: os índios que com certa frequência já invadiram prédios e fizeram reféns de autoridades.

Bem lembrando o preesidente da Venezuela que em discurso ao seu público enalteceu seu governo dizendo: ” aqui não temos invasores nem invasões de terras”. O Brasl poderia dar outro tipo de exemplo aos países do mundo do que este vergonhoso dos ”sem amor à terra”.

Quem desrespeita a terra não merece terra. Esta é que é a verdade .

Do ponto de vista da questão agrária, uma área de terra que dizem ser do governo e que na realidade está habitada e cultivada com milhares de laranjeiras sob admirável trabalho de acompanhamento e que recebeu investimentos dos que dela tem a posse, ou seja: uma terra bem utilizada em plena produção, isto já é – ipso facto – uma propriedade reformulada ou reformada ou recuperada da condição de inútil, quando do governo ( se isso for verdade) à condição de produtiva sob os que a tornaram útil em produção – ipso jure.

Agora, quem vai pagar os prejuizos? Uma laranjeira, um ser vivo que necessita cinco anos para produzir sob rigoroso tratamento e cuidados agrícolas. Vinte e oito tratores e tantas máquinas … Produção destruída. Quem e como paga? Os responsáveis … quem? Que atitude de justiça precisam merecer? E agora JOSÈ ?

Deus tenha pena dos proprietários rurais deste Brasil que produzem neste país contra uma corja de agressores e políticos que só querem ver o circo pegar fogo.

Até a próxima. tem mais!

Cláudio Afonso Ribeiro de Castro  (Em 14/10/09)

Publicado por: clarc | Outubro 13, 2009

ELUCUBRAÇÃO SOBRE EDUCAÇÃO ECULTURA (3) – CRÔNICA

Nunca me conformei com dois episódios da época em que cursei o segundo ano colegial. O colégio era dos melhores do Riode Janeiro – o Mello e Souza ( em Copacabana).

Em princípio devo dizer que  nunca fui aluno brilhante ( das notas máximas), mas, também,  não fui dos menos interessados.  Minhas notas situavam-se algo – pouco – acima da média, o que me permitia  seguir as séries sem repetir  nenhuma. Outro aspecto: nunca fui bagunceiro nas aulas – sempre fui assistente das bagunças dos colegas. Neste segundo ano do ginasial a minha turma de número 25 não era recomendada, havia muitos bagunceiros a ponto da direção do colégio ter eliminado o número 25 de identificação de turma nos anos seguintes.  Sentado na terceira fileira assistia as bagunças  provocadas pelos colegas que sentavam nas filas do fundo da sala. Os professores levavam as aulas como podiam. Dito isto vamos continuar.

Quero dizer que dois episódios marcaram-me nesta época.

O primeiro foi ter que estudar Latim – isto mesmo : Latim! Uma lingua que já estava morta e não tinha futuro; e o pior era avaliada com notas como qualquer outra matéria e a professora não brincava em serviço dava matéria e cobrava como se fosse uma lingua falada no mundo todo.

Fui reprovado em Latim – fiquei em segunda época, pela primeira vez na minha vida estudantil. 

O segundo episódio foi ter que estudar todos os acidentes geográficos dos litorais dos continentes para uma prova na qual não caiu nada sobre isto. 

Sempre estudei para o necessário razoável desempenho, mas – confesso – nunca perdoei o ensino pelos seus excessos , assuntos absolutamente sem aproveitamentos.

Outro dia tive lendo um livro de geografia do ensino fundamental e fiquei apavorado com um dos primeiros asssuntos tratados: a Mongólia. Em outro livro também do nível fundamental estudava as dinastias chinesas. Dedicava uma parte a Gengis Kan.  Não me parece nada motivador tais assuntos neste nível escolar. A meu ver são mais apropriadois para nível superior ou mesmo para curso preparatório ao Itamarati.

Os livros didáticos têm melhorado muito em apresentação e explicações mas ainda com o vício da minha geração de excessivos conteúdos que não motivam os alunos a gostarem de estudar.  Na verdade isto não é culpa dos autores nem dos livros, mas, sim, dos responsáveis pelo direcionamento e organização dos curriculos e programas específicos das séries escolares.  Sinto, pelo que tenho observado em alguns livros, que estão na contramão da motivação coreta para um aprendizado efetivamente produtivo ao aluno e ao ensino.

Não sou contra nenhuma disciplina escolar, pelo contrário: gosto de todas (exceto Latim – valho-me de que toda regra pode ter exceção).

Sou a favor de um programa racional motivador ao produtivo aprendizado que resulte satisfação para o aluno em receber o conhecimento de toda especialização que lhe for ministrada. Defendo  -ainda  em acréscimo e complementarmente – que toda programação escolar das disciplinas sejam bem motivadoras e pragmáticas, i.e., com objetividade , de modo pedagógico (apropriado aos diveros níveis de idades dos alunos) para que o resultado seja  construtivo à valorização do ensino. da escola, e principalmente do aluno. Conteúdos racionais motivadores ou motiváveis ministrados no tempo certo e na dosagem certa resultarão em tornar o ato de estudar, da atual obrigação em ato de satisfação.

Como? O que mudar? Até a próxima.

Cláudio Afonso Ribeiro de Castro (13/10/2009)

Publicado por: clarc | Outubro 8, 2009

ELUCUBRAÇÃO SOBRE EDUCAÇÃO E CULTURA -2- (CRÔNICA)

Um razoável quantitativo de crianças ainda demonstram uma incompreensão pela importância do estudo; de frequentar as aulas e se dedicar à leitura e dedicação aos ensinamentos recebidos nas aulas, manifestada por atitudes de desânimo, preguiça, antipatia,  e de expressõestais como ”já sei tudo”, etc.

A compreeensão da importância dos estudos, em geral, vai sendo alcançada com o amadurecimento da criança e a insistência de pais mais atuantes sobre o acompanhamento escolar dos filhos. Alguns vencem esta fase e aos trancos e barrancos vão seguindo. Outros por motivos coadjuvantes só percebem a falta que fez os estudos muito depois de   abandoná-lo. O arrependimento nem sempre vem a tempo de ser reparado. Conheço alguns desses casos .

No cenário estudantil  dos que frequentam as escolas é comum queixas sobre o programa e os conteúdos das matérias.

Certa vez um estudante do terceiro ano do curso médioperguntou-me:

_”Professor, por que tenho que estudar tantas matérias sem nenhuma relação  com o que  vou ser?”

As reclamações são diversas mas se  concentram – de modo geral – na quantidade de disciplinas e nos seus respectivos conteúdos. Resumo estas queixas numa pequena frase -”Por que tanto?”

Tudo pode ser uma simples questão de falta de motivação para lidar com o “tanto”. 

Observo que os professores fazem um eficiente trabalho de seleção prioritária dos assuntos, mas ainda tem sido insuficiente para alcançar o grau de motivação ao saber quem é imprescindível ao bom aprendizado.

Os livros didáticos  têm sido aperfeiçoados tanto na apresentação como na técnica das explicações dos assuntos. Entretanto o ponto chave ainda não foi bem equacionado; possivelmente está quase…

O que é preciso é a racionalização motivadora dos quantitativos das disciplinas e seus conteúdos adaptados adequadamente aos níveis das classes (definidas pelas idades das crianças) para a maior eficiência do aprendizado. Isto, de certa forma, requer uma remodelação expressiva da atual estrutura do ensino  naquilo que gerações de alunos vêm reclamando – o porquê de tantos conteúdos desinteressantes ou sem futuro aproveitamento.

Não sou contra nenhuma matéria curricular, mas realmente reconheço que algumas abusam por excesso … Isto será o assunto da próxima crônica desta série.  Até lá.

Cláudio Afonso Ribneiro de Castro  (Em 08/10/2009)

Publicado por: clarc | Outubro 7, 2009

AGRICULTURA BRASILEIRA DE LUTO (Crônica)

Todas as entidades agrícolas deveriam colocar suas bandeiras a meio mastro em demonstração de luto pala barbaridade ocorrida e divulgada ontem pelos noticiários de televisão e mídia -em  geral – da derrubada criminosa, desumana, indecente, cruel,  imoral , etc… de numerosos pés de laranjeiras de tamanhos produtivos numa propriedade rural dedicada ao cultivo e produção desta fruta de importante papel no item alimentação dos brasileiros e produto que gera muitos empregos e renda para o país em se tratando de gerador de receita através de exportação. À parte destes aspectos sobressai um outro,  humanamente importante, pois num país em que a fome ainda é preocupação e num mundo onde a fome martiriza muitos povos, uma prática de derrubada de árvores frutíferas tem um aspecto de crueldade mostrando o despreparo e a anarquia que está se estendendo pelo campo e atormentando aqueles que produzem contribuindo para o progresso e desenvolvimento do país e se alinhando no combate ao ócio e à fome.

A derrubada de sete mil pés de laranja (poderia ser de um só) com um trator mostra a ignorância e o despreparo de quem se imagina qualificado para possuir terra.  

Crueldade, frieza, atitude indigna de um humano, um desrespeito à natureza e aos que necessitam como consumidores de produtos agríucolas.  Que célebro doentio é capaz de organizar, planejar e praticar tal perversidade,  irresponsabilidade e crime à produção agrícola nacional? Que infeliz ação que só serve para revelar a anarquia do cenário agrícola produtivo do país onde turbas de  desordeiros formando grupos armados de instrumentos cortantes de uso agrícola invadem propriedades queimam tratores e diversas máquinas, destroem lavouras em produção desrespeitam as casas  e trabalhadores covardemente predominantes pelo maior número de agressores e praticam vários tipos de abusos com o patrimônio alheio, como bárbaros   da antiguidade.

O Brasil vive um episódio demonstrativo da falta de vigor do governo contra abusos por parte de grupos revolucionários, inconstitucionalmente instalados e agindo, tumultuando a produção agrícola do país. Governos fracos permitiram essa situação. Governos que não tomaram atitudes definitivas e enérgicas para solucionar a questão. De certo modo fomentam-na.

É um tal de invadir e requerer a reintegração de posse de propriedades que não  acaba mais… até onde isto vai… depois os prejuizos quem paga?Uma árvore morta em tempo de produção terá sua reposição em anos e esta perda é irrecuperável.

A agricultura brasileira está de luto. A população inteligente está abalada pois  sabe que ações desse tipo representam violência bruta e indesculpável. Ações deste tipo são levadas a se concretizarem quando a impunidade se lastra em grande escala pelas terras do país numa generalização escandalosa, a começar pela pena máxima de 30 anos que em casos tais é reduzida para um sexto da pena. É isto que fomenta o crime e nada é feito para acabar com as regalias dos criminosos…daí qualquer desmentalizado pega em facões e enxadas invade uma propriedade destrói o que pode e não pode pega um trator derruba culturas agrícolas mata animais, etc,  e aguarda a impunidade.

Panorama semelhante vive a população das cidades brasileiras sob constantes agressões de quadrilhas de bandidos, sequestradores , etc., principalmente Rio de Janeiro e São Paulo, para não falar em outras de mesmo porte e outras tantas do interior. 

Uma vergonha! Estamos caminhando da democracia para a diabocracia e se não parar por aí vamos ao anarquismo, até que os legisladores resolvam trabalhar por leis rigorosas que desestimulem o crime e tranquilizem o povo laborioso e sério que enfrenta a pobreza com dignidade e coragem indo à luta pelo pão de cada dia  do modo que conseguem – sempre honestamente. A prática da vida através da convivência com pessoas pobres mostra que pobreza não leva ao crime.

A agricultura brasileira está de luto. O povo brasileiro vive de luto pelas barbaridades que todos os dias asiste  nos noticiários da TV. (quando não sofre).      Até quando?   Fica neste episódio mais um escândalo do cotidiano Brasil.

——— LUTO – LUTO – LUTO -LUTO -LUTO -LUTO …………………………….

Em 06 de OUTUBRO de 2009

Cláudio Afonso Ribeiro de Castro

Publicado por: clarc | Outubro 3, 2009

Elucubração sobre educação e cultura -1-(crônica)

Não sou pedagogo, mas valho-me da experiência de ter sido aluno de todos os níveis do aprendizado, concluído três cursos  superior (Química Industria, Engenharia Química,  Engenharia de Segurança do Trabalho) e um curso de extensão universitária (Engenharia de Produção), e ainda ter exercido a mais nobre das atividades (professor) para elucubrar sobre educação e cultura como forma de contribuição desta experiência vivida de aluno a profissional que exerceu sua profissão e colaborou a nível de professor do curso “médio”.

Se o sistema educacional brasileiro fosse objetivamente motivador ao aprendizado e à educação de modo geral  abrangendo respeito, postura, conhecimento e disciplina; se todas as crianças brasileiras fossem corretamente motivadas ao saber pelo saber; se todas as crianças do país frequentassem assiduamente as escolas, o que pode ser alcançado através de correta motivação pelo aprendizado (além da merenda) e pelo chamamento da consciência delas e dos pais do valor do cumprimento do período escolar, certamente não seriam necessárias tantas cadeias e prisões, e nas mesmas  sobrariam celas vazias e nem   haveria a concorrência das “feituras”de marginais direcionando jovens – que poderiam ser úteis à sociedade – ao crime.

Encher as escolas de crianças é um futuro  esvaziamento das prisões. Mas, para que isto não seja apenas retórica é necessário a exata valorização da educação e cultura além de um correto sistema de ensino no sentido de ser acima de tudo motivador ao saber. É fundamental que o aluno seja motivado a gostar e  a querer estudar, não através de livros assim ou assado, mas através de um sistema racional e direcional que equilibre a quantidade e os respectivos conteúdos das disciplinas. O sistema atual – lamentávelmente – está muito afastado desta direção e sentido .

É de extrema importância 0 direcionamento de máximos esforços no sentido de motivar as crianças e seus reponsáveis  a fazerem da escola o ambiente insubstituível e assíduo de formação cultural educacional, ao mesmo tempo que os responsáveis pelo sistema educacional devem tornar a escola o ambiente motivador da educação -  na ampla abrangência desta palavra (bons modos, respeito, disciplina, saber,etc) para gerar o sentimento de amor do educando pelos educadores, pela escola, pela cultura, enfim por todo seu ambiente e pelo próximo.

A escola, o sistema escolar,  tem o dever de estimular o gosto – para não dizer: prazer – e a vocação dos jovens pela dignificação do ser humano através do repeito e amor,  ao conhecimento e educação como um todo da complexidão do Homem.

Para isso as escolas devem ter padrões máximos de organização, administração e exemplos.

Só através da educação – e isto não é novo – se constrói uma  humanidade civilizada aos níveis necessários ao padrão de vida obrigatório da condição de ser inteligente de que  é  dotado o Homem.

Não existirá nem ordem nem progresso se não houver boas escolas com regime de aprendizado que realmente motive professores e alunos ao convívio respeitoso que o saber exige, para ser produtivo.

Na condição de “seres humanos” capacitados pela inteligência e fala – que nos distingue dos demais animais – temos a obrigação de construir um mundo cada vez melhor no qual se respeite o direito básico, das crianças, dos jovens e dos adultos, de receber o conteúdo educacional que os capacitem a se tornarem cidadãos honestos e úteis à sociedade.

Educaçãoe cultura é o sangue do organismo social do Homem e , portanto, o que mantém  a saúde da sua  civilização em aperfeiçoamento.

Posto isto, vejamos a essencialidade funcional do que me referi insistentemente como um sistema  – acima de tudo – motivador  do aprendizado. Isto é o mais importante a conceituar, após o que dissemos até aqui, nesta ”elucubração sobre educação e cultura -1″ (crônica).

Mas esta parte fica para a próxima “elucubração sobre educação e cultura -2″ (crônica).  Até amanhã. 

Cláudio Afonso Ribeiro de Castro (E-mail: clarcastro@ibest.com.br)

Em 02 de setembro de 2009.

 

Publicado por: clarc | Setembro 26, 2009

PELOS TEMPOS DO TEMPO – 4 – (CRÔNICA)

Espero concluir nesta crônica -4-  o tema iniciado na -1-.

Conforme tentei mostrar, há vários séculos antes de Cristo , a história registra civilizações dotadas de conhecimentos (e aplicações  dos mesmos) de causar muita – muita mesmo – admiração. Só para refrescar sobre alguns desses méritos ( de civilizações que existiram há 3000 anos antes de Cristo) citarei agora: o uso da roda em veículos movidos a tração animal (cavalos), a mumificação dos corpos de pessoas mortas, a fabricação de armas de metal, a prática da pintura, as grandes construções de pedras (as pirâmides de Gizé – por exemplo), a prática da escrita, o uso de roupas de tecido,  as escolas filosóficas gregas, a biblioteca de Alexandria . etc…etc…etc…

 O motivo dessa abordagem feita durante os 3000 anos antes de Cristo (insisto em repetir este tempo) tem o objetivo de apresentar o meu pessoal espanto , a minha intrigante dúvida (ou ignorância) para a qual não encontro resposta – como pode um mesmo mundo (planeta) por mais extensos e distantes que sejam seus espaços, como pode ocorrer regiões com tão espetacular alcance de conhecimentos e práticas – como no Egito,  Grécia e arredores - e outras persistirem em tão espetacular  atraso – com o agravo – vivendo épocas de amplitude no tempo tão impressionantes – 3000 a.C contra 1500 d.C. Estou me referindo aos tempos antes de cristo e o anos específico de 1500 depois de Cristo, quando descoberto ou achado o Brasil aqui se encontrou seus habitantes em estado ainda completamente selvagem, sem qualquer indício de evolução por conhecimentos ou práticas pelo uso resultante de aplicação útil da inteligência. Não conheciam nada de construção com pedras- suas moradias eram palhoças – nem aplicações com metais, nem escrita, … nada … completos alienados de pensamentos filosóficos adiantados e de conhecimentos ou noções dos astros; praticantes de canibalismo e outras práticas decorrentes da ignorância, acomodação e de interpretações equivocadas.

O FUNDAMENTAL DA QUESTÃO encontra-se nos tempos e povos vividos: uns tão mais desenvolvidos há 3000 antes de Cristo. outros tão  atrasados há 1500 depois de Cristo . E o agravante: se os europeus não tivessem aqui chegados esses 1500 anos se estenderiam por tantos mais anos sem nada mudar. O desenvolvimento mental dos povos residentes aqui no Brasil até 1500d.C só se iniciou após o aporte cultural trazido pelos europeus.

Povos das Américas só mostram exceção os Maias e Astecas cujas civilizações encontravam-se em certos aspectos  mais evoluída (pelo exemplo do uso de pedras na construção de seus templos). É outro desafio a ser e explicado - possivelmente pela existência de pedras fáceis de serem utilizadas.

Quando os europeus aqui chegaram com suas embarcações suntuosas perto do que havia aqui – cascas flutuantes – com seus mastros e velas de grande porte, todas as pessoas com vestimentas completas, devpanos coloridos, chapéus, botas de couro, cintos, etc, enfim tantos detalhes nunca visto pelos daqui … o que se pode imaginar desse primeiro contato, não pela natural  aceitação do predomínio visível dos que chegavam, mas nas mentes dos naturais habitantes compelatamente despidos de vestes e de imaginação de que algum dia poderiam se deparar com tamanha visão. Mas não é esta a minha questão.

O minha conclusão permanece na difernça de mundos e tempos num mesmo planeta. Como explicar isso? Dois mundos distantes 4500 anos no mesmo  espaço planetário.

É isso: concluído! Até a próxima crônica sobre novo tema.

Cláudio Afonso Ribeiro de Castro (clarc ou clarcastro)

E-mail: clarcastro@ibest.com.br

Publicado por: clarc | Setembro 23, 2009

PELOS TEMPOS DO TEMPO – 3- (CRÔNICA)

Adiando o final de minhas conclusões sobre este temna que venho desenvolvendo desde as crônicas anteriores (1 e 2), faço nesta de número 3 as seguites necessárias considerações para substanciarem minhas prometidas conclusões.

Aliás, os assuntos que venho abordando são dúvidas e aspectos intrigantes para os quais  não encontrei respostas. até o momento.

Um desses aspectos intrigantes e bem ineressantes na minha humilde opinião versa sobre a história dos povos das regiões cujo desenvolvimento cultural alcançou estarrecedor, fantástico e espetacular nível, em tempos idos – há milhares de anos  antes de Cristo.

Trata-se da absoluta falta de notícias ou simples menção ou mesmo indícios, do estágio selvagem desses povos.

Estudando os compêndios da História Geral,l não se encontra nenhuma referência sobre tal questão, por exemplo: sobre índios egípcios ou índios gregos, ou algum índio pelas regiões do mediterrâneo, norte da África ou mesmo pela Europ da época antes de Cristo ou depois de Cristo. (Perdoem minha santa ignorância caso estaja sacrilejando).

A palavra “bárbaros” já foi desmistificada com  relação ao referido ou considerado pelos romanos – assim definido: qualquer povo que não romano. Para os romanos, não era romano era bárbaro. Atualmente, sob novas descobertas, sabe-se que muitos povos não- romanos e que eram chamados de “bárbaros”  possuiam  razoável cultura e conhecimentos específicos, alguns mais adiantados do que os romanos, como por exemplo: o domínio do uso de montarias sobre animais (ex: cavalos; elefantes) usados em batalhas.

Por outro lado, a África abaixo da linha do deserto de Saara a história registra até os dias atuais o domínio tribal, entretanto não há menção de contatos desses truibais com os povos do Egito antigo.

O povo egípcio, considerado uma das civilizações mais adiantadas dos milhares da anos antes de cristo, não se caracteriza em momento algum como tendo passado pelo estágio indígena, com hábitos primitivos próprios desta fase, como canibalismo, uso de batoques agressivos ao própio corpo, residências em palhoças e aldeias , nudez plena, etc.

Por outro lado, muito antes de Cristo - séculos antes -  os egípcios possuíam conhecimentos impressionantes tais como: dos metais ouro, prata,cobrte… – com os quais fabricavam armas ( espadas e lanças, flechas , facas etc) - adornos  e jóias; vestiam-se com roupas simples mas de panos; sabiam fazer vtintas com que pintavam suas esculturas; construíam templos e pirâmides; alé de possuírem crenças consubstanciadas em relacionamentos de entidades “deuses”; etc.

As cidades egípcias eram dotadas de palácios e casas algumas com piscinas e esgotos. Teria esse povo ultrapassado o estágio selvagem,- indígena, ou como queiram chamar , da convivência simples e direta entre homem-natureza, como o estágio encontrado nas Américas em 1949 e 1500 depois de Cristo?

O primeiro registro que se tem da história dos egípcios  remota ao ano de 3000 a.C relacionado a um rei de nome Narmer que conquistou o norte, pois no final dos anos 4000 a.C. existia duas regiões divididas – os reinos do norte ( ou baixo Egito) e do sul (ou alto Egito). Consta que em 3000-2778 a.C. ocorreu a I e II dinastias ditas Tinitas (originária de Tínis) perto de Abidos, sendo Menés o primeiro faraó (lendário)

O interessante é que esse povo superou o possível estado selvagem sozinho, sem conquistadores ou descobridores terem lhes transmitido novos padrões de civilizaç~~oes mais adiantadas…. ou será que os ETs fizeram este processo e nada ficou registrado?

De qualquer forma  é um aspecto interessante, curioso e intrigante que não tenho explicação.De selvagens a reinos e diknastias ricas de conteúdoi cultural- uma civilização tão esplendoreosa – parece mesmop coisa de |ETs. O problema é que não sou muito crente em ETs e prefiro ficar sem uma resposta mais convincente.

Em 1500 depois de Cristo os povos que habitavam as Américas ainda viviam e permanecioam no estágio  selvagem.  Incrível e de fazer pensar!

Até a próxima.

Cláudio Afonso Ribeiro de Castro (CLARC ou Clarcastro)

Em 23/09/2009;. E-mai: clarcastro@ibest.com.br

Postagens Antigas »

Categorias