Publicado por: clarc | novembro 22, 2009

CIÊNCIA DESUMANA – (Crônica)

Acabo de assistir o noticiário da TV e fico a pensar sobre uma notícia que me levou a outro estado, ou melhor, a outro mundo.

Em algum lugar da Europa construiu-se um equipamento que os cientistas prometem refazer o início do – imaginem – universo. O que assombra mais ainda, além desta inócua idéia fixa do psiquismo científico, é o valor gasto, o custo deste equipamento: bilhões de dólares.

Na primeira inauguração não deu certo. Um defeito interrompeu a tentativa.

Agora se preparam para dar algum resultado nos bilhões de dólares gastos.

Com tanta miséria neste planeta, onde a fome grassa assustadoramente na medida que a população mundial cresce e as classes sociais se desequilibram e as intempéries  da natureza causam imensos estragos, gasta-se bilhões de dólares  num segundo projeto – o prmeiro foi nos Estados Unidos – para se dispor de um retrato de um suposto início de universo, baseado em conclusões sob análises de obserações aparentes, num universo de dimensões desconhecidas e de mecanismos muito longe de estar no imaginável da inteligência humana, o que as torna pura constatação de um ou dois ou três ou “n” ocorrências num infinito, ou indeterminado, espaço repleto de outras “n” ocorrências e tantas mais que dando  aparências  nada mais significam do que um mínimo num máximo infinito de movimentos, num ambiente – o universo e o aquém e o além dele -onde movimentos são o antes o hoje e o depois de tudo.

Os cientistas brincam com a miséria de um mundo real de fatos concretos – o planete Terra e sua população.

Quanto dinheiro para  se ter uma resposta que nada revela e deixará  sempre a mesma pergunta: E ANTES? Que é um início que tem necessariamente de ter um antes. Uma diversão cara, buscar uma origem que não levará a nenhuma diminuição da miséria do planeta. Esta não é a ciência de que o planeta necessita. Este dinheirão empregado em saúde ou em minorar o sofrimento de tantas vítimas dos infortúnios terretres teria melhor aplicação e resultado . Esta é a ciência desumana, equivocada, sem sentido.

Inventar um equipamento de bilhões de dólares para mostrar uma pré-concebida explosão inicial… ora, convenhamos . Vão se divertir em outro plante. É brincadeira!

Não se espantem se conseguirem fotografar Deus bem zangado.

É$ isso$$$$$ aí$$$$$$$$$!!!!!!Que lástima.!$$$$$$$$$$$$$$$$$

Cláudio Afonso Ribeiro de Castro (20/11/2009)

e-mail clarcastro@ibest.com.br

 

Publicado por: clarc | novembro 19, 2009

USINAS DE CAMPOS (ERJ) em 1909-

Disponho de uma foto cujo título na linguagem escrita da época (1909) é:  “Planta Geral dos Engenhos Centraes de Assucar” (sic) – 1909.

Eis a relação de usinas que consta na foto:

De oeste para leste, do lado norte do leito do Rio Paraiba do Sul:

U.Sta.Anna;  U.da Vermelha;  U. do Outeiro;  U. Sta.Maria; U. Sapucaia; U. São João;  U. da Abadia   Neste lado: 0 7

De oeste para leste, do lado sul do leito do RioParaiba do Sul:

U.Novo Horizonte; U. Rio Preto;  U. Santa Cruz; U. União; U. do Queimado; U. Cupim; U. Santo Antônio; U. do Visconde; U.S.Bra(g)a -a letra entre parênteses está turva e duvidosa de interpretação na foto – U. Tocaia; U. Tócos; U. São Gonçalo; U. São José; U. Mineiros; U. Sto. Amaro; U.das Dores (nome não muito legível); U. (nome ilegível); U. Cambaíba; U. do Limão; U. Poço Gordo. Deste lado: 20

Pela foto que disponho, existiam  27 usinas  de açúcar em Campos em 1909. São as mencionadas acima, inclusive as cujos nomes não estão bem nítidos. 

A foto tem a identificação dos autores:     (?).P.Carneiro     – Photo Flora -Campos   Trata-se de uma foto de um mapa doMunicípio de Campops em esacala ( a escala não está legível).

FICA O REGISTRO.

CLÁUDIO AFONSO RIBEIRO DE CASTRO (19/11/2009)

clarcastro@ibest.com.br

Publicado por: clarc | novembro 19, 2009

REFLEXÃO SOBRE O APAGÃO

De repente… … … tudo escuro… o pior:  tudo sem energia.

Na noite de 11/11/2009 uma grande parte do território brasileiro, ficou sem energia elétrica. Uma situação que abrangeu importantes estados do país,  onde se situam seus maiores centros populacionais e produtivos. Isto está mais do que sabido.

Pesquisam-se  as causas.  Será importante este conhecimento para que, se for domínio dos Homens e sua tecnologia, providências sejam tomadas afim de evitar repetições. 

Mas isto não é tudo.

O episódio desperta uma preocupação patriótica de segurança nacional. Será que o Brasil está na dependência tão extrema e perigosa de uma só fonte de geração-distribuição de enrgia? Pode ser pergunta de leigo, mas vale perguntar e merece resposta do governo apresentando ao público uma visão pela rede TV das fontes geradoras e distribuidoras de energia capazes de substituir o que é demandado de Itaipu, num caso desta – por motivos  imprevisíveis – não puder fornecer.

O “apagão”  mostrou ao mundo uma perigosa fragilidade energética do nosso país. É de todo útil uma divulgação esclarecedora desta imagem.

Hoje, pelo noticiário da internet,   afirma-se que outro “apagão” é impossível de ocorrer. Mas, como é isto?  Não ponho isto em dúvida , questiono a estrutura de fornecimento de energtia elétrica. O exército brasileiro,( deu ontem na televisão),  treina contra possível invasão de país vizinho. Muito certo. É necessário este tipo de treoinamento quando estamos assistindo países da América do Sul assumindo  posições belicosas uns contra os outros, num cenário nunca antes tal insinuação ter ocorrido. A América do Sul vinha se mantendo numa admirável e encantadora paz entre seus países formadores, até o surgimento de um tal presidente com cara de … de… (foge-me a palavra); com feitio de… rei ou  ditador ou …arrumador de confusão, ..ou…; bem, não interessa, seguindo com o assunto principal:   então, como tratava, este aspecto energético é questão de segurança nacional e não se pode desconsiderar um caso de agressão localizado.  Aonde? Adivinhe quem puder.  Será que sem Itaipu o Brasil apaga?

Como um país se estrutura com – apenas – um ponto de geração de energia dependendo daí para frente de retransmissoras? Será isso verdade? São perguntas de leigo, mas que ficaram no escuro com a falta de energia elétrica do 11 de novembro próximo passado. 

Sou da área deprodução industrial e sempre tive como estrtatégia de projeto nunca indicar apenas um grandioso equipamento; sempre dois, ficando um de reserva sob opertação de trocas periódicas, ou caso opcional vários (dois ou três…) de menores dimensões, de maneira que quando um der problema a produção  não fique totalmente paralizada.

Depender de uma só  fonte de produção é alto risco de - por algum motivo seja qual for- colápso total.

Na situação que vice o país onde a bandidagem se multiplica em progressão geométrica – quiçá exponencialmente – estimulados pelas fracas leis punitivas (quando aplicadas) e vantagens dentro dos presídios, com esta bandidagem somandos os grupos que , se passando por movimentos sociais, atacam o exército com todo tipo de armas brancas (caranduru), invadem propriedades rurais atacando e expulsando os empregados de suas casas (recente aconteciomento no Pará) para em seguida destruir casa por casa (de alvenaria)  todos os tipos de construções, além de aniquilar com todos os custosos equipamentos , como máquinas e tratores, ou então como ocorreu no Paraná quando terroristas destes movimentos destruiram tudo, inclusive cometendo um dos maiores crimes ecológicos já ocorridos no país, ao derrubarem com um trator  SETE MIL PÉS DE LARANJEIREAS – ação filmada por observadores da polícia e mostrada na telewvisão sob comoção da população laboriosa do país. Uma propriedade produtiva que teve 28 tratores danificados.

Não duvido de tais movimentos se julgarem no direito extremo de  cometerem atentados mais graves,  apadrinhados que são por “forças estranhas” deste país. Considero-os suspeito de qualquer ação impatriótica pelo demonstrado até aqui. Hoje, constituem exército fomentando atos de guerrilha, de destruição de intranquilidade no meio  rural produtivo deste país. Um bando covarde que não respeita as leis e a punição que não os alcança.

Com tal panorama de agressões tanto no área urbana quanto na área rural caminha o Brasil para “tudo pode acontecer” até Itaipu deixar de operar por qualquer motivo dos considerados e dos não considerados. Até que um governo sério e forte organize de vez o país.

Afinal, qual é a real situação da disponibilidade de fontes de fornecimento de energia disponível neste país? Sem Itaipu é “puf”?

Cláudio Afonmso Ribeiro de Castro

clarcastro@ibest.com.br

 

Publicado por: clarc | novembro 18, 2009

EPISÓDIOS INFAMES -1- (Crônica)

Ontem mais uma notícia de causar horror. O  noticiário da TV mostrou , através de uma simulação, o  que aconteceu.  Mais uma ação que distancia quem a praticou, e seus pares de comportamento e mentalidade , da condição de Humanos ( com H maiúsculo). Arremessaram uma enorme pedra de cima de um viaduto sobre um ônibus que passava. A pedra era tão grande que atravessou arrombando o teto do ônibus  atingindo fatalmente o crânio de uma passageira. Aconteceu no Rio de Janeiro.

Num passado não muiito distante a população do Brasil  se comoveu com o assassinato de uma criança quando o carro de uma senhora foi roubado por marginais que não esperaram a dona do veículo acabar de soltar o bebê da cadeirinha onde se encontrava no banco trazeiro do veículo e sairam em disparada arrastando a criança por cerca de três quilômetros. Esses assassinos foram presos, mas as fracas leis e os benefícios de regulamentos não dão certeza se permanecerão muito tempo cumprindo inteiramente as penas.

 Na cidade de  São Paulo, há poucos anos, um dos mais perversos crimes foi cometido por um casal de jovens que premeditaram e executaram friamente os próprios pais, casal de idosos,  matando-os a pauladas – isso mesmo : pauladas – enquantop dormiam – isso mesmo : enquanto dormiam.

Pode existir ato mais perverso do que este? E pasmem! Há pouco foi noticiado na TV que a moça deste par de assassinos estava prestes a “merecer” (que infâmia!) a saída da penitenciária para cumprir pena em liberdade condicional.  Inacreditável!,  Mas, ao sabor da insensibilidade  ou do “excesso de trabalho” dos nossos legisladores um prolixo sistema de punição (desde as fracas leis, do julgamento até o cumprimento da pena) facilitam a vida dos criminosos no Brasil, onde os mortos, por mais úteis  e honestos que tenham sido em vida e que poderiam continuar a ser não fossem assassinados,   são imediatamente esquecidos enquanto seus algozes (carrascos gratuítos , a maioria irrecuperáveis para a sociedade decente) são beneficiados por miseráveis leis de curta punição e demais regulamentos  que influindo e alterando a pena estabelecida permite vantagens indecorosas e desresspeitosas para com a sociedade honesta que continua sendo agredida e  não raro por este  que saem condicionalmente.

Foi o caso de um criminoso que lhe foi dado a liberdade para passar dias com a família; saiu sequestrou uma professora e seu veículo, tentou sevicíá-la, não conseguindo matou-a friamente sob maus tratos e ainda atropelou o corpo da vítima várias vezes.  As câmeras do supermercado onde ocorreu o sequestro permitiu a identificação do monstro que foi preso. Ainda bem que num gesto de autojustiça matou-se por enforcamento na cadeia: realmente é um caso, para pena de morte, como muitos outros, mas no covarde posicionamento da justiça e na mente de certas pessoas condenar à pena de morte monstros irrecuperáveis  é ” cláusula pétrea” e prefere-se custear para esses delinquentes escritórios penitenciários, idas e vindas de viagens entre presídios com escolta e proteção policial  mantendo-os prontos para voltarem ao mundo do crime.   

E aquela monstruosidade que fizeram com um repórter  de TV no Rio de Janeiro quando fazia uma reportágem num dos morros da cidade? Não vou relembrar. Todo o país se escandalizou com o crime.

Não me alongarei em mais outros casos, dos tantos já ocorridos.

Barbaridades - como estas -, vêm acontecendo vez outra  e não só espantam como chamam atenção para as diversificadas combinações de DNA e demais fatores de condicionamentos ambientais  dos desenvolvimentos do que poder-se-ia chamar de humanos  que geraram e resultaram tanta capacidade para a maldade. Um tema antropológico a ser aprofundado.

Situam-se estes acontecimentos entre os mais espantosos a denegrir a espécie humana. E quanta gente conivente com as leis que estimulam os crimes. UMA VERGONHA!

Muitos outros podem ser citados e não é privilégio de um país, estado, cidade ou local; acontecem aqui e ali…; os daqui, particularmente, importam e merecem destaque na intenção de forçar as autoridades competentes a buscar  soluções,  aplicar justiça ou adotar providências – rigorosas, conforme o caso -  para desestimular e evitar  tais alamidades.

Aprecio os animais irracionais que agem como irracionais, aprecio muito mais os animais irracionais que agem como racionais, mas abomino os racionais que agem como irracionais.  São covardes e nogentos!

É issi aí!

 Cláudio Afonso Ribeiro de Castro (18/11/2009)

clarcastro@ibest.com.br

Publicado por: clarc | novembro 3, 2009

ELUCUBRAÇÃO SOBRE EDUCAÇÃO ECULTURA -4 -(CRÔNICA)

Ao atrever-me ao assunto onde habitam notáveis especialistas, faço com um único objetivo de externar opinião de ex-aluno, professor e interessado no melhor  desempenho do sistema educacional do país,no sentido do melhor aproveitamento do tempo escolar para o aluno ao mesmo tempo que propiciar melhores condições de atuação para os professores.

Estou convencido que o sistema de transferência de conhecimentos em todos os níveis do aprendizado pode e deve ser aperfeiçoado e bastante.

O que se pratica atualmente em nome de modernismo não mostra a necesária substâncial mudança para tornar o ensino evoluído e atrativo -por si mesmo – a comparar com o que se praticava no meu tempo de estudante – e lá se vão dezenas de anos.

Houve mudanças? Sim, mas sem o objetivo  de transformação  do  tradicional excessivo conteúdo de matérias e assuntos (em cada uma delas)  que tornasse mais quantitativamente adequado ao melhor desempenho relacionado à motivação e  fixação do aprendizado útil  para o aluno e professor.

Atualmente, como vício antigo, cansa-se o aluno com excesso de informações fugazes a exigir avaliação por prova e nota , que não motivam sua memorização e mesmo que de alguma forma as façam interessante, pela quantidade e tempo desproporcional, não são absorvidas por muito tempo, fazendo parte do “já estudei isso”.  E só!

Praticamente todas as matérias sofrem desse mal, umas mais que as outras.  Isto sem incluir a maior amplitude ou o maior dimensionamento da área de abrangência que está sendo admitida para certas disciplinas motivado por aspectos sócio-político-econômico  da atual conjuntura dfo país,  aspecto muito notado nas área de geografia e história e que culminou com a absurda inclusão de  matérias   como sociologia e filosofia nos níveis de classes do 1º ano  docurso médio cujos alunos não estão com a devida maturidade para lidar com assuntos  tão insípidos para suas idades . A bem dizer assuntos para cursos superiores . Resultado: mais matérias  ao já acumulado programa curricular.

Iniciando minhas sugestões a uma reestruturação  no sistema educacional escolar a primeira consideração  é sobre os horários.

Hoje as escolas usam dois e até   três turnos.  Até aí tudo bem. Há quem defenda tipos de escolas com horário integral. – assunto muito sensível de ser considerado: não cuidarei disso. 

Em geral,  o turno da manhão entra às sete  horas e sai  e às 12h e 30 minutos. Isto implica em fazer os alunos acordarem muito cedo – no mínimo, praticamente, uma hora antes : 6 horas. Teoricamente estaria bem balanceado: o aluno vai dormir às 22h acorda às 6h, dormiu 8 h. Mas não está atual nem bem dosado. Para resumir: não há necessidade de iniciar as aulas às 7 h. Pode perfeitamente sem prejuizo para todos os envolvidos e para o ensino as aulas terem início às 8h. Para o turno da tarde,pode  passar para as 14 horas.

A duração das aulas podem situar-se entre 40 a 45 minutos com muito bom proveito. Esta duração de aula pode ser adaptada variando de escola para escola e no nível técnico e superior fica liberada não devendo ultrapassar de 2 horas para cada disciplina, salvo em casos de aulas prática e técnicas que podem se prolongar por4 a 5 horas (caso das faculdades médicas, de engenharia química e outras). Mas vou me fixar no curso fundamental e  médio.

Agora vamos ao caso mais polêmico: a quantidade e as disciplinas que devem ser adotadas para avaliação e as que ficam apenas para palestras descongestionando e permitindo um aprendizado mais calmo e mais proveitoso para o aluno dando mais satisfação aos professores .

Fica para a próxima crônica.

CLARC ( Em 03/11/2009)

E-mail: clarcastro @ ibest.com.br

 

Publicado por: clarc | novembro 3, 2009

VISTORIA DE VEÍCULOS – PAGAR PARA NÃO VER (Crônica)

Na crônica anterior “Prova Inútil” mostrei que os acidentes rodoviários têm suas  causas em aspectos inerentes aos comportamentos dos motoristas  e apontei as principais características desses aspectos concluindo que: nem as provas obrigatórias adotadas para renovação da carteira de habilitação, nem as vistorias dos veículos (pagas pelos proprietários) atingem qualquer das caracteristicas que levam os motoristas a causarem o crescente número de acidentes de trânsito. As duas medidas – vstoria e provas, puramente paliativas e demagógicas; para mostrar serviço inútil  -    em nada contribuem para diminuir acidentes de trânsito, justamente porque não anulam ou corrigem ou impedem os fatores intrínsecos aos motoristas causadores, dotados das tais características e aspectos que mencionei antes e apontarei adiante.

As características dos motoristas causadores de acidentes  – própias deles  -  são bem conhecidas e relatadas nos noticiários dos acidentes; o que faço é, apenas, enumerá-las para evidenciar a inutilidade das providências adotadas de provas e vistorias, providências que só mostraram  o despreparo e o desconhecimento do fundo da questão por parte dos que se meteram a dar estas inócuas soluções, cujos efeitos só provocaram mais gastos e transtornos para o já tão sofrido povo brasileiro.

Não tem, praticamente, representatividade  significativa  no total do número de acidentes o fator “estado do veículo”, como não tem representatividade nenhuma o fato da aprovação do motorista na tal prova para reavaliar a sua carteira de habilitação.

Quem causa os acidentes são justamente os que passam nas provas. 

Isto é fato!

A maioria dos acidentes NÃO TEM COMO CAUSA : a) o estado do veículo; b) o motorista não ter feito ou não ter  sido aprovado na tal prova.

O estado do veículo, como causa de acidentes,   tem participação insignificante em relação ao total deles. Isto não quer dizer que os motoristas não devam manter seus veículos em excelentes e aprópriadas condições de tráfego.

As principais causa dos acidentes de trânsito são, sem dúvida, os comportamentos indevidos dos motoristas sob as condições de estradas, ruas e tráfegos existentes no país. Digo isto pelo seguinte moltivo: as condições de estradas, ruas e sinalizações constituem uma realidade conhecida e, portanto, cabe ao motorista se adequar a tal realidade. Ah! As  estradas deixam a desejar! Sim deixam, mas se isto é reeconhecido não é mais fator .

Poderia e deveria ser melhor. Óbvio!   Mas não é ! E a realidade é esta. O motorista tem que se adaptar a esta realidade. Como? Com mais cautela e prudência! Com mais atenção bom senso e paciência!

Quase a totalidade dos acidentes são devidos aos seguintes fatores, que são características  e aspectos inerentes aos motorista e como eliminar é um desafio que precisa ter pessoal muito capacitado para encontrar soluções e não um qualquer político que para mostrar serviço e poder dizer que foi autor de tal ou qual providência  se mete a fazer o povo ordeiro  sofre mais e pagar por isso sem ter culpa.

Eis as características dos motoristas perigosos: (não está em ordem de importância- todas são importantes):

- motorista que bebe se embriaga (ou quase) e sai dirigindo geralmente matando inocentes;

- motorista drogado – assassino potencial;

- motorista desatento que se aliena ao volante ou olha para todos os lados por qualquer motivo, que conversa com os demais no veículo; ao telefone celular;  que perde a necessária atenção à direção do veículo; fica disperso;

- motorista que possui uma ânsia de ultrapassar o veículo que está a sua frente ou a seu lado e abusa da velocidade e manobras para tal fim;

- motorista que dirige pensando na lua; se desliga da estrada do trajeto a sua frente e passa a pensar em variadas coisas que o  tira da condição de quem dirige algo capaz de  conduzi-lo para onde deseja ir ou não, além de poder fazer o pior  com inocentes. ..;

- motorista que coloca um som estúpido e se perde no  embalo dos elevados decibéis enlouquecedores que o estimulam  a “se mostrar” através dos descuidos da falta de atenção;

- motorista que gosta de “pegadinhas” ou de manobras que chamem  atenção, como sair roncando pneus ou girando 180º e daí…;

- motorista  que não obedece as sinalizações:  faixas de proibido ultrapasar, aviso de reduzir vclocidade, de curva perigosa, etc.

- motorista que namora no volante e beijos para cá beijos para lá… bum… já era.

- motorista que usa remédios cuja bula recomenda não dirigir ou remédio para evitar sono quando este não tem mais remédio;

- motorista que não respeita – não está nem aí – para as indicações dos semáforos e alaranjado ou vermelho é conforme queiram…

- motorista que não compreende que dirigir em dias secos é diferente de dirigir em dias de chuva;

- motorista que gruda no carro da frente não deixando quase nenhum espaço de segurança;  se o da frente freia derepente… bum

- motorista que entra nos cruzamentos sem prestar atenção;

- motorista que liga o pisca pisca para mudar de lado na pista e acha que isto é suficiente e vai com toda sem prestar atenção no trânsito do lado que escolheu para ir;

- motorista que dorme dirigindo por excesso de cansaço ou por qualquer circunstância de desgaste físico ou psíquico;

- motoista que usa e abusa de altas velocidades. A velocidade que excita é a mesma que mata. Altas velocidades em quaisquer vias é sempre uma condição de alto risco que propicia o desgoverno do veículo com facilidade seja em curvas, cruzamentos ou retas, etc .

- motorista que sofre mal súbito ao volante (este aspecto é imprevisível e não considerado como característica do motorista  - a incidência é pequena. Cito por conhecer alguns poucos casos desses ).

Poderia citar outros, mas estes são os mais corriqueiros  que abrangem os causadores do maior número de acidentes noticiados e por mim conhecidos.

Como pode ser facilmente constatado nada têm com relação à prova para habilitação repetidamente nem com vistoria de veículo.

Estes são os pontos a serem combatidos e para isto exige muito mais competência. Não é assunto para político é assunto para especialistas e pessoas inteligentes e conhecedoras  das verdadeiras causas do problema. Não é questão para demagôgos nem curiosos nem palpiteiros.

Em primeiro lugar é necessário tirar do motorista a total incumbência de melhorar ainda que isto seja fundamental – sempre. È necessário o aperfeiçoamento das estradas e de suas conservações. É preciso leis rigorosas e punidade sem beneficiamentos- aspectos frágeis do Brasil.

É preciso policiamento sério e modernizado. É preciso medidas que inibam estes aspectos característicos citados dos péssimos motoristas.

  Sono, bebida. alienados, abusados, ânsiosos, provocadores, distraídos, é dessa turma que se tem de cuidar ou banir do trânsito, caçando as habilitações e responsabilizando de fato pelos crimes cometidos. Antes porém temos que ter leis realmente disciplinadoras que desestimulem as infrações. Para isto os políticos não têm demonstrado competência. Por outro lado, o povo deve colaborar obedecendo ao Código de Trânsito e nunca seguindo os que não sabem o que fazem. 

CLARC ( em02/11/2009)

Publicado por: clarc | novembro 1, 2009

PROVA INÚTIL PARA TRÂNSITO (Crônica)

Tenho muitos anos de estradas e habilitado desde 1960,  sem nunca ter me envolvido em qualquer tipo de infração de trânsito,  dão-me base  para fazer algumas considerações  sobre  essa tão grave questão do crescente número de acidentes de trânsito nas principais  rodovias e cidades do país. Por outro lado, não é necessária esta experiência, bastando apenas observações e análises dos acidentes,  para concluir, sem medo de errar, que a principal causa deste continuado aumento de acidentes cabe às imprudências  ou aos estados impróprios dos motoristas na condução de seus veículos.

A ousadia e o desrespeito às sinalizações,o excesso de velocidade , o abuso de manobras sob condições de risco deixando o resultado “para o que der e vier” ao sabor da sorte ou do azar, a irresponsabilidade com a vida dos outros e com a própria, o estado alcoolizado ou drogado, a vontade pueril de ultrapassar  quem está na frente, a ânsia de chegar, as distrações ao volante – as olhadas para os lados para apreciar a “paisagem” ou mexer com alguém – ficar a pensar em problemas ou em assuntos a desenvolver -=  são características dos motoristas causadores e  provocadores de acidentes.

Isto não é novidade! E agora! Como resolver isto? Como evitar e anular estas propriedades desses tipos de motoristas? E  agora ? 

O que tenho visto de loucuras, neste meu tempo de estradas e ruas, e principalmente nas minhas mais recentes idas e vindas pela Br 101 ao meu sítio, permite-me concluir que Deus ainda é muito  generoso com as estatísticas de acidentes de trânsito neste país. Não fosse a ajuda “Dele” o que se registra seria muito maior.

Muitas vezes vou ao sítio de ônibus que faz ponto final defronte aomeu sítio e quando espero ônibus para voltar, fico observando o trânsito da estrada. O ponto fica numa pequena reta entre duas curvas da estrada que pelas condições de difícil ultrapassagem é assinalada com duas faixas ininterruptas  indicando a proibição da  manobra. Pois bem, o que assisto de carros, ônibus, caminhões, “vans”, etc até -uma vez – uma ambulância sem soar sirene- realizando ultrapassagens e coincidindo a finalização da manobra em plena curva não tem conta. Só posso acreditar que por intervenção de Deus nunca assisti a uma terrível catastrófica colisão. As duas que ocoreram (com mortes) não foram em meus dias de espara de ônibus.   Já assisti ônibus interestaduais fazendo ultrapassagem em subida ( lembro que a BR101 no trecho Rio – Campos só possui uma pista dividida em ida e volta) ; se viesse um veículo em sentido contrário seria uma catastrofe – pior: eu estava dentro do ônibus infrator, veículo de renomada empresa.

É muito comum a imprensa escrita fazer  críticas às condições da estrada que só oferece uma pista dividia em ida e volta. Realmente a Br101 trecho Vitória-Campos-Rio já merecia de longa data duas pistas de ida e duas de volta bem separadas. Não resta dúvida que isto seria um fator favorável à diminuição de acidentes. Com relação à essencia da questão, creio que, em sendo a realidade, passa aos motoristas o maior interesse pela condução mais segura de seus veículos e assumem a verdadeira causa dos acidentes, pelos motivos acima apontados dentre outros. De  modo que a questão se concentra na atuação do motorista, entretanto, sem desprezar ou diminuir a necessidade de aperfeiçoamento da pista dando maiores condições de segurança ao trânsito.

O governo, no lugar de providenciar obras de ampliação da BR101 no trecho já referido, acomodou-se com a  adoção no ERJ de aplicação de uma prova para revalidar carteiras de motoristas periodicamente. Uma prova absolutamente inócua que não alcança em absoluto o objetivo de melhorar o trânsito quanto mais diminuir oa acidentes. Esta prova não melhora a qualidade dos motoristas, só faz com que leiam o código de trânsito, fato que não tem efeito sob os comportamentos característicos – já mencionados – dos maus motoristas. O exame físico e mental, também adotado, foi a única providência mais produtiva no objetivo proposto, mas fazer uma prova escrita além de sem sentido acarretou muitos problemas para bons motoristas que não  familiarizados com aspectos da linguagem escrita e muitos com dificuldades de interpretação de palavras de pouco uso na linguagem vocal (popular) ficaram repetindo varias vezes a tal prova, quando não perderam os empregos, até conseguir vencer este novo transtorno profissional (além das estradas ruins). Se os médicos ganharam mais oportunidade de empresgos, os pobres motoristas perderam os seus. Mais empregos para os mais favorecidos, desempregos aos menos favorecidos. Trata-se de uma prova de falta de capacidade para resolver a essência do problema com, mais uma medida paliativa de políticos que querem mostrar serviço sem a devida capacidade para solucionar realmente a questão e complicando mais a já sofrida vida do povo  brasileiro. Poder-se-ia dizer:   ” ah com a prova escrita o povo vai ter que estudar e se alfabetizar melhor”. Sofisma puro! Demagogia inadequada!

A solução do problema do aumento de acidentes – que continua aumentando – está num âmbito a exigir mais capacidade e menos demagogia.

A outra providência adotada no ERJ -também inócua – mais para tirar dinheiro do povo do que para dar solução ao problema do trânsito foi a adoção de revistas dos veículos (pagas pelos donos ) – ANUALMENTE. Uma agressão aos bolsos dos proprietários de veículos para encher os cofres públicos, para tudo, menos para diminuir o número de acidentes que raramente é causado por condições precárias de veículos e se o fossem continuam sendo mesmo com a tal vistoria que agora querem ampliar para todo o país. Uma inutilidade a subtrair dinhneiro do povo para o governo Disto só valeu para dar mais empregos aos vistoriadores ; teve este mérito. Mas, para resolver problema de acidentes não passa nem perto. Serve para o autor da  lei se gabar demagógicamente de ter tomado alguma providência sobre o problema. Só que na realidade inconsistente. Quem não tem capacidade e conhecimento necessário e profundo do assunto – como  merece e exige -  e passa a querer dar soluções improdutivas , só complica e mais problemas causa aos usuários corretos que não têm nada com a questão.

É isto Brasil ! Muita paciência com quem pensa que sabe o que não sabe, mas que interfere !

CLARC em 30/10/2009

Publicado por: clarc | outubro 14, 2009

DESRESPEITO À TERRA (CRÔNICA)

O Brasil vive um tempo dos “movimentos sem isso e sem aquilo“, mas a verdade é que a  sistemáticas ações desses grupos se baseiam em práticas de desrespeito à ordem e às leis do país causando sérios prejuizos ao patrimônio público e privado  ao praticarem vandalismo e violência por ocasião  do que chamam de manifestações para agilizar  providências do governo em atender suas reivindicações.

Um desses “movimentos” já chegou ao cúmulo de atacar investindo com armas manuais (facões, foices, enxadas, etc.) contra a guarnição do exército  que no local invadido aguardava a retirada dos invasores , que por sua vez, preferiram atacar o exército de forma tempestiva. O que esperar numa situação destas? Tamanho atrevimento só podia  merecer a legítima defesa dos soldados. E a reação foi desproporcional mas inevitável. Tamanha audácie e desrespeito aos representantes da lei e da ordem, no momento sob a ferocidade do ataque dos ” fora da lei “   não tiveram tempo de analisar se esta ou aquela estratégia seria melhor, usaram do que dispunham - as armas  - e lamentavelmente violência gerou violência que foi classificada como chacina, pelos de fora e de longe -  a mídia -   após o fato ocorrido. É comum a inversão de valores pelos falsos civilizados num país de civilização precária como o nosso, onde os que desrespeitam a lei e atacam o próprio maior valor da força defensiva da lei e ordem do país – o exército ou a polícia -  são vistos  como vítimas quando na verdade foram e são normalmente os reais agressores.

A fúria desses ativistas só é conhecida na medida real pelos que os confrontam a mando da justiça para que se faça cumprir a lei.  O interesse maior da  imprensa (mídia) é cobrir um acontecimento que resulte em maior período de mais audiência e a violência com   suas implicações e desdobramentos é dos melhores  daí dar uma ajudinha em torná-lo mais interessante - atribuir-lhe um slogan como “chacina”, para um caso de legítima defesa.

Movimentos que invadem propriedades particulares e destroem tudo que encontram tem sido frequentes no Brasil. São verdadeirtos “sem pátrias” que desafiam o governo a ordem o progresso e as leis sob falso pretexto de agilização de providências a seus intereses. Recentemente um bando de malfeitores invadiu uma propriedade  exemplar de produção agrícola com milhares e milhares de pés de laranjeiras e inutilizaram máquinas agrícolas de altos custos, ofenderam os empregados além de ameaçá-los pela violência e – isto é de arrepiar -destruiram milhares de pés de fruteiras usando um trator roubado por eles da própria fazenda. As imagens mostradas na televisão durante os jornais informativos causaram indignação em todo o país e especialmente aos produtores honestos e trabalhadores que sustentam esta nação com frutas e alimentos. Quem pratica uma ação daquelas não merece terra para cuidar. Não sabem o que é trabalho agrícola e o tempo que leva um pé de fruteira para produzir. São uns  SEM PÀTRIAS. Deviam ser  expulsos do país.

O mais absurdo é que esses infames vivem às custas do povo que produz o que eles derrubam e roubam e destroem, pois o governo transfere dinheiro para estes grupos. Uma vergonha!

Movimentos como estes estimulam os crimes comuns aqui e acolá. Estimula ações agressivas de reivindicações por todos os setores que se sentem prejudicados de alguma forma, como exemplo: os índios que com certa frequência já invadiram prédios e fizeram reféns de autoridades.

Bem lembrando o preesidente da Venezuela que em discurso ao seu público enalteceu seu governo dizendo: ” aqui não temos invasores nem invasões de terras”. O Brasl poderia dar outro tipo de exemplo aos países do mundo do que este vergonhoso dos ”sem amor à terra”.

Quem desrespeita a terra não merece terra. Esta é que é a verdade .

Do ponto de vista da questão agrária, uma área de terra que dizem ser do governo e que na realidade está habitada e cultivada com milhares de laranjeiras sob admirável trabalho de acompanhamento e que recebeu investimentos dos que dela tem a posse, ou seja: uma terra bem utilizada em plena produção, isto já é – ipso facto – uma propriedade reformulada ou reformada ou recuperada da condição de inútil, quando do governo ( se isso for verdade) à condição de produtiva sob os que a tornaram útil em produção – ipso jure.

Agora, quem vai pagar os prejuizos? Uma laranjeira, um ser vivo que necessita cinco anos para produzir sob rigoroso tratamento e cuidados agrícolas. Vinte e oito tratores e tantas máquinas … Produção destruída. Quem e como paga? Os responsáveis … quem? Que atitude de justiça precisam merecer? E agora JOSÈ ?

Deus tenha pena dos proprietários rurais deste Brasil que produzem neste país contra uma corja de agressores e políticos que só querem ver o circo pegar fogo.

Até a próxima. tem mais!

Cláudio Afonso Ribeiro de Castro  (Em 14/10/09)

Publicado por: clarc | outubro 13, 2009

ELUCUBRAÇÃO SOBRE EDUCAÇÃO ECULTURA (3) – CRÔNICA

Nunca me conformei com dois episódios da época em que cursei o segundo ano colegial. O colégio era dos melhores do Riode Janeiro – o Mello e Souza ( em Copacabana).

Em princípio devo dizer que  nunca fui aluno brilhante ( das notas máximas), mas, também,  não fui dos menos interessados.  Minhas notas situavam-se algo – pouco – acima da média, o que me permitia  seguir as séries sem repetir  nenhuma. Outro aspecto: nunca fui bagunceiro nas aulas – sempre fui assistente das bagunças dos colegas. Neste segundo ano do ginasial a minha turma de número 25 não era recomendada, havia muitos bagunceiros a ponto da direção do colégio ter eliminado o número 25 de identificação de turma nos anos seguintes.  Sentado na terceira fileira assistia as bagunças  provocadas pelos colegas que sentavam nas filas do fundo da sala. Os professores levavam as aulas como podiam. Dito isto vamos continuar.

Quero dizer que dois episódios marcaram-me nesta época.

O primeiro foi ter que estudar Latim – isto mesmo : Latim! Uma lingua que já estava morta e não tinha futuro; e o pior era avaliada com notas como qualquer outra matéria e a professora não brincava em serviço dava matéria e cobrava como se fosse uma lingua falada no mundo todo.

Fui reprovado em Latim – fiquei em segunda época, pela primeira vez na minha vida estudantil. 

O segundo episódio foi ter que estudar todos os acidentes geográficos dos litorais dos continentes para uma prova na qual não caiu nada sobre isto. 

Sempre estudei para o necessário razoável desempenho, mas – confesso – nunca perdoei o ensino pelos seus excessos , assuntos absolutamente sem aproveitamentos.

Outro dia tive lendo um livro de geografia do ensino fundamental e fiquei apavorado com um dos primeiros asssuntos tratados: a Mongólia. Em outro livro também do nível fundamental estudava as dinastias chinesas. Dedicava uma parte a Gengis Kan.  Não me parece nada motivador tais assuntos neste nível escolar. A meu ver são mais apropriadois para nível superior ou mesmo para curso preparatório ao Itamarati.

Os livros didáticos têm melhorado muito em apresentação e explicações mas ainda com o vício da minha geração de excessivos conteúdos que não motivam os alunos a gostarem de estudar.  Na verdade isto não é culpa dos autores nem dos livros, mas, sim, dos responsáveis pelo direcionamento e organização dos curriculos e programas específicos das séries escolares.  Sinto, pelo que tenho observado em alguns livros, que estão na contramão da motivação coreta para um aprendizado efetivamente produtivo ao aluno e ao ensino.

Não sou contra nenhuma disciplina escolar, pelo contrário: gosto de todas (exceto Latim – valho-me de que toda regra pode ter exceção).

Sou a favor de um programa racional motivador ao produtivo aprendizado que resulte satisfação para o aluno em receber o conhecimento de toda especialização que lhe for ministrada. Defendo  -ainda  em acréscimo e complementarmente – que toda programação escolar das disciplinas sejam bem motivadoras e pragmáticas, i.e., com objetividade , de modo pedagógico (apropriado aos diveros níveis de idades dos alunos) para que o resultado seja  construtivo à valorização do ensino. da escola, e principalmente do aluno. Conteúdos racionais motivadores ou motiváveis ministrados no tempo certo e na dosagem certa resultarão em tornar o ato de estudar, da atual obrigação em ato de satisfação.

Como? O que mudar? Até a próxima.

Cláudio Afonso Ribeiro de Castro (13/10/2009)

Publicado por: clarc | outubro 8, 2009

ELUCUBRAÇÃO SOBRE EDUCAÇÃO E CULTURA -2- (CRÔNICA)

Um razoável quantitativo de crianças ainda demonstram uma incompreensão pela importância do estudo; de frequentar as aulas e se dedicar à leitura e dedicação aos ensinamentos recebidos nas aulas, manifestada por atitudes de desânimo, preguiça, antipatia,  e de expressõestais como ”já sei tudo”, etc.

A compreeensão da importância dos estudos, em geral, vai sendo alcançada com o amadurecimento da criança e a insistência de pais mais atuantes sobre o acompanhamento escolar dos filhos. Alguns vencem esta fase e aos trancos e barrancos vão seguindo. Outros por motivos coadjuvantes só percebem a falta que fez os estudos muito depois de   abandoná-lo. O arrependimento nem sempre vem a tempo de ser reparado. Conheço alguns desses casos .

No cenário estudantil  dos que frequentam as escolas é comum queixas sobre o programa e os conteúdos das matérias.

Certa vez um estudante do terceiro ano do curso médioperguntou-me:

_”Professor, por que tenho que estudar tantas matérias sem nenhuma relação  com o que  vou ser?”

As reclamações são diversas mas se  concentram – de modo geral – na quantidade de disciplinas e nos seus respectivos conteúdos. Resumo estas queixas numa pequena frase -”Por que tanto?”

Tudo pode ser uma simples questão de falta de motivação para lidar com o “tanto”. 

Observo que os professores fazem um eficiente trabalho de seleção prioritária dos assuntos, mas ainda tem sido insuficiente para alcançar o grau de motivação ao saber quem é imprescindível ao bom aprendizado.

Os livros didáticos  têm sido aperfeiçoados tanto na apresentação como na técnica das explicações dos assuntos. Entretanto o ponto chave ainda não foi bem equacionado; possivelmente está quase…

O que é preciso é a racionalização motivadora dos quantitativos das disciplinas e seus conteúdos adaptados adequadamente aos níveis das classes (definidas pelas idades das crianças) para a maior eficiência do aprendizado. Isto, de certa forma, requer uma remodelação expressiva da atual estrutura do ensino  naquilo que gerações de alunos vêm reclamando – o porquê de tantos conteúdos desinteressantes ou sem futuro aproveitamento.

Não sou contra nenhuma matéria curricular, mas realmente reconheço que algumas abusam por excesso … Isto será o assunto da próxima crônica desta série.  Até lá.

Cláudio Afonso Ribneiro de Castro  (Em 08/10/2009)

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