Ao atrever-me ao assunto onde habitam notáveis especialistas, faço com um único objetivo de externar opinião de ex-aluno, professor e interessado no melhor desempenho do sistema educacional do país,no sentido do melhor aproveitamento do tempo escolar para o aluno ao mesmo tempo que propiciar melhores condições de atuação para os professores.
Estou convencido que o sistema de transferência de conhecimentos em todos os níveis do aprendizado pode e deve ser aperfeiçoado e bastante.
O que se pratica atualmente em nome de modernismo não mostra a necesária substâncial mudança para tornar o ensino evoluído e atrativo -por si mesmo – a comparar com o que se praticava no meu tempo de estudante – e lá se vão dezenas de anos.
Houve mudanças? Sim, mas sem o objetivo de transformação do tradicional excessivo conteúdo de matérias e assuntos (em cada uma delas) que tornasse mais quantitativamente adequado ao melhor desempenho relacionado à motivação e fixação do aprendizado útil para o aluno e professor.
Atualmente, como vício antigo, cansa-se o aluno com excesso de informações fugazes a exigir avaliação por prova e nota , que não motivam sua memorização e mesmo que de alguma forma as façam interessante, pela quantidade e tempo desproporcional, não são absorvidas por muito tempo, fazendo parte do “já estudei isso”. E só!
Praticamente todas as matérias sofrem desse mal, umas mais que as outras. Isto sem incluir a maior amplitude ou o maior dimensionamento da área de abrangência que está sendo admitida para certas disciplinas motivado por aspectos sócio-político-econômico da atual conjuntura dfo país, aspecto muito notado nas área de geografia e história e que culminou com a absurda inclusão de matérias como sociologia e filosofia nos níveis de classes do 1º ano docurso médio cujos alunos não estão com a devida maturidade para lidar com assuntos tão insípidos para suas idades . A bem dizer assuntos para cursos superiores . Resultado: mais matérias ao já acumulado programa curricular.
Iniciando minhas sugestões a uma reestruturação no sistema educacional escolar a primeira consideração é sobre os horários.
Hoje as escolas usam dois e até três turnos. Até aí tudo bem. Há quem defenda tipos de escolas com horário integral. – assunto muito sensível de ser considerado: não cuidarei disso.
Em geral, o turno da manhão entra às sete horas e sai e às 12h e 30 minutos. Isto implica em fazer os alunos acordarem muito cedo – no mínimo, praticamente, uma hora antes : 6 horas. Teoricamente estaria bem balanceado: o aluno vai dormir às 22h acorda às 6h, dormiu 8 h. Mas não está atual nem bem dosado. Para resumir: não há necessidade de iniciar as aulas às 7 h. Pode perfeitamente sem prejuizo para todos os envolvidos e para o ensino as aulas terem início às 8h. Para o turno da tarde,pode passar para as 14 horas.
A duração das aulas podem situar-se entre 40 a 45 minutos com muito bom proveito. Esta duração de aula pode ser adaptada variando de escola para escola e no nível técnico e superior fica liberada não devendo ultrapassar de 2 horas para cada disciplina, salvo em casos de aulas prática e técnicas que podem se prolongar por4 a 5 horas (caso das faculdades médicas, de engenharia química e outras). Mas vou me fixar no curso fundamental e médio.
Agora vamos ao caso mais polêmico: a quantidade e as disciplinas que devem ser adotadas para avaliação e as que ficam apenas para palestras descongestionando e permitindo um aprendizado mais calmo e mais proveitoso para o aluno dando mais satisfação aos professores .
Fica para a próxima crônica.
CLARC ( Em 03/11/2009)
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