Publicado por: clarc | maio 1, 2011

BRASILl -A NECESSÁRIA INDEPENDÊNCIA LINGUÍSTICA

A base e o fortalecimento da convivência entre os “Homens” é a fala – a conversação.

As diferenças taxionômicas entre os “Homens” e os demais “seres vivos” são marcantes a partir de um certo nível de comparação (espécies).

Assim, dentre as capacidades que o diferencia dos demais animais, (de ser dotado de movimento, a forma do corpo e seus detalhes físicos, postura ereta, bípede, o crânio e seu desenvolvido conteúdo – célelebro dotado de complexa massa que o capacita a controles e ações nunca alcançadas ou superadas por outro “ser”, tipo de visão, etc.etc.), destaca-se a fala através de linguagens diferentes entre seus própios grupos ( nada parecido com os sons expressivos dos demais  animais), e que contribui para a formação de uma sociedade cultural  inteligente construtiva e inventiva de variações dimensionais sem igual entre os “seres vivos”  e – para não alongar – um comportamento ímpar, único, comercial de trocar, comprar e vender. 

São estas tantas especiais características deste “ser” , aqui agrupado pelo nome genérico de “Homem” e que o diferencia dos demais “seres vivos”, que o torna tão fascinante à observação e estudo, seja individualmente na série animal, sua personalidade, comportamento, modificações (estudo da antropologia), seja em conjunto formando relações entre seus indivíduos, agrupamento chamado sociedades (estudo da sociologia).

Cada uma das características aqui mencionadas poderiam ser comentadas com admiração e muito se poderia escrever sem esgotar os assuntos.

O Homem anda, observa, aprende, constrói, se supera no que faz, raciocina, pesquiza, se reproduz, faz ciências, forma sociedades e muito mais, possivelmemnte porque fala, desenvolve  conversação, se comunica com facilidade.

O Homem se distribui no planeta onde habita em grupos regionais dotados de linguas diferentes. Fantástico! Um ser semelhantre com falas tão diferentes. Pensando bem, com avivada curiosidade e imparcial interesse, a linguagem falada pelos grupos deve ter surgido de forma original ou derivada (modificação de alguma original). Das tantas linguas existentes fica o desafio em saber como se formaram – estudo da “linguística”.

Ao ver tantos países com linguas originais e derivadas constituindo raizes de suas nacionalidades, fico um tanto decepcionado em reconhecer que o Brasil não tem lingua nacional própria, vive com o título de uma lingua emprestada imposta pelos seus colonizadores e que realmente não é a lingua praticada atualmente (e de longa data) pelo povo brasileiro. Pior, há uma conformação uma acomodação  sobre isto e ficamos com um apelido linguístico “Português do Brasil”.

Já é hora de agir para a independência linguística de Portugal e criar a lingua verdadeiramente brasaileira – o “Brasileiro”.

É necessário vencer a “síndrome de origem ” de copiar e adotar tudo dos outros e seguir na inércia do “deixa isso para lá”. É necessário uma “Gamática da Lingua Brasileira” que simplifique os horrores da portuguêsa que nos impinge com tantos exageros, impropriedades e exceções.

É hora de mudar.

Por que não dispormos de uma lingua que ralmente praticamos? Com regras próprias e sem título emprestado. Chega de inércia e subserviência.

CLARC em 01/05/2011.

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