Publicado por: clarc | novembro 30, 2011

ASPECTOS INTRINSECOS DA NATUREZA -1-

ASPECTOS INTRINSECOS DA  NATUREZA,

A diversidade da natureza realmente é impressionante, do gigantesco ao menor que o microscópico, do estado gasoso e líquido ao sólido, do palpável ao impalpável, do móvel ao imóvel, dos espiritualizados aos não espiritualizados, dos sensíveis aos insensíveis, dos racionais aos irracionais, dos normais aos anormais, dos completos aos incompletos, dos naturais aos “anaturais” e sintéticos, dos plenos aos deficientes, dos saudáveis aos doentes, dos telúricos aos aquáticos e aéreos, das rochas aos minerais e minérios, dos perenes aos temporais, dos de todos os reinos taxonômicos aos vírus, e, do que mais existe ao que mais existirá, tudo é geração original da natureza ou resultado dela.
Tamanha mistura requer e exige uma respeitosa ordem, uma perfeita organização, uma completa interligação, o estabelecimento de “leis” capazes de manter tudo na única solução de evolução, desenvolvimento, continuação e sustentabilidade, que é a preservação do “equilíbrio”, o verdadeiro segredo de um sistema desconhecido ao Homem que o supõe, sem qualquer prova, de dimensões infinitas o que supera em muito qualquer possibilidade de entendimento aos níveis limitados da compreensão e inteligência humana. Segredo misterioso inalcançável que se impõe à obra fantasticamente grandiosa induzida ao infinito de uma “natureza” possivelmente sob orientação de um programa divino.

A natureza cria, desenvolve, recria, constitui, estabelece, condiciona, produz, reproduz, faz nascer para morrer, faz e acontece, tudo para sua preservação. Nada nela se perde tudo nela se transforma. A morte do que vive e as transformações sucessivas lhe sustenta, daí o ciclo da sua sustentabilidade e provável perpetuação. A natureza é soberana absoluta, algumas vezes relativa.
Contudo, “natureza” é uma obra de um “Criador” e o que mais impressiona e intriga, além da espetacular diversificação e dimensão de ”tudo”, é justamente o objetivo que motivou o “Criador” a conceber a natureza e tudo dela resultante como um processo – se não espontâneo – sob complexo programa, muito distante da compreensão do Homem levando-o à adoção de uma concepção comportamental respeitosa, submissa e resignada, por sua infinita insignificância, comparada a tal obra e à superioridade do “Criador”, e pela sua incapacidade em alcançar a real finalidade de tão descomunal criação de um ou mais universos e de um espaço sem fim one tudo se movimenta e parece se expandir.
O Homem exerce sua máxima inteligência se aglutinando em torno da fé, e do esforço em obedecer aos ditames da natureza através da pregação e prática do respeito e amor ao próximo na intenção de construir um mundo melhor de harmonia e paz a merecer como razão desta conquista e de “tudo mais” a salvação num plano energético espiritual perfeito onde “Criador” e criação se encontrarão e conviverão a verdadeira felicidade da vida eterna.
Como paradigma de comportamento e aceitação inteligente para o ser humano, interpretada a essencialidade de tão diversificada construção onde se encontra como participante obrigatório imposto pela natureza, é assumido que só os bons convertidos na fé, ao amor e respeito ao próximo, construtores de paz, ou a tais desígnios se converterem, alcançarão o reino da salvação junto ao que consideramos ser “Deus” , quando – então –certamente, teremos a revelação do segredo de toda esta natureza.

CLARC em 29/11/2011


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