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	<title>Clarc</title>
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	<description>Claudio Afonso Ribeiro de Castro</description>
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		<title>Clarc</title>
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		<title>O QUE RESULTOU DA VISTA AO SUPERMERCADO</title>
		<link>http://clarc.wordpress.com/2011/12/04/o-que-resultou-da-vista-ao-supermercado/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 16:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>clarc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO E SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[OPINIAO]]></category>

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		<description><![CDATA[Ir ao supermercado faz pensar na grandeza do produtor rural, industrial, do povo consumidor e do país. <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clarc.wordpress.com&amp;blog=1501963&amp;post=665&amp;subd=clarc&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou costumeiro de supermercados, mas não sou avesso a freqüentá-lo quando necessário na essencial função de suprir os requisitos domésticos da higiene e principalmente da plena satisfação gastronômica do dia a dia.</p>
<p>Supermercados e hortifrutigranjeiros são ambientes excitantes aos olhos por tantas maravilhosas gulodices lindamente expostas à tentação do pecado da gula. Encanta-me apreciar a fartura de produtos especialmente de alimentos de todos os tipos, impecáveis nas respectivas apresentações e embalagens. Quanto trabalho tudo aquilo representa envolvendo desde uma administração eficiente a uma elogiável logística de abastecimento.</p>
<p>O setor que mais prende minha atenção é o de hortaliças e frutas; quanta fartura!!! Heróis produtores que vencem todos os empecilhos de tão árdua tarefa de preparar o solo e cultivar fruteiras, hortaliças e leguminosas, plantas tão atacadas por inúmeros insetos e sujeitas a todas as variações do clima. O produtor rural é realmente um alicerce heróico da estrutura produtiva e econômica que vem alimentando  todas as sociedades de todos os tempos. Só quem nunca plantou algum tipo de frutífera ou hortaliça ou leguminosa pode ficar insensível ao importante trabalho de quem produz alimentos e do qual  resultam aqueles belos e sadios produtos ofertados nas bancas e prateleiras dos supermercados e hortifrutis</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A quantidade de insetos, pragas e doenças que atacam tais plantas são incalculáveis e seus efeitos nocivos são devastadores.  Há cerca de uns dois anos os produtores de cajus do norte do Rio de Janeiro sofreram uma completa perda de todas as fruteiras com o surgimento tempestivo de um inseto minúsculo que rodeava as fruteiras como uma nuvem branquinha e deixava as folhas das árvores pretas e destruídas. Todos os pés de cajus foram destruídos por esta praga causando arrasadores prejuízos. Isto é apenas um caso. Existem livros sobre tais agentes que obstaculizam os trabalhos agrícolas atacando as lavouras de todas as espécies de produtos oriundos do cultivo da terra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não bastasse as forças concorrentes danosas da natureza ainda temos que assistir crimines ecológicos praticados por invasores de terras destruindo plantações de fruteiras, como aquele caso dos milhares de laranjeiras em fase de produção derrubadas por um dos criminosos em um  trator roubado por eles da própria propriedade invadida,  dentre outras monstruosidades, demonstrando que tais praticantes nunca foram pessoas ligadas à terra e à produção rural , mas sim um bando de malfeitores afrontando o direito de propriedade produtiva e explorando o povo laborioso do país que realmente sabe tratar agricultura com seriedade,  quantidade e qualidade. Bandidos como outro qualquer.Não são esses arruaceiros que abastecem os supermercados e nunca serão, pois está demonstrado que das terras doadas a alguns deles quase nada se aproveitou de produção efetiva em quantidade e qualidade. O mais vergonhoso e covarde é que o governo nutre com milhões de reais grupo que se camufla de “movimento” e que além de invadir propriedades e destruir o máquinas, tratores, etc. -patrimônio privado produtivo- ainda expulsam e matam trabalhadores das propriedades invadidas.Certa vez, segundo publicado na revista VEJA (04/03/2009),  mataram quatro funcionários de uma fazenda em Pernambuco o que motivou o pronunciamento do Ministro do Superior Tribunal Gilmar Mendes, também publicado no mesmo número da revista VEJA que disse o seguinte: <strong>“O financiamento público de movimentos que cometem ilícito é ilegal, é ilegítimo.”</strong> </p>
<p>O dia em que o povo depender desses arruaceiros invasores de terras para dispor de alimentos vai passar fome e os omissos governos alimentadores e cúmplices desses estranhos ao trabalho produtivo merecerão julgamento como co-autores do caos que advirá, só que será tarde de mais. A esperança é que surja algum governante que assuma posição correta e solucione esta presença criminosa desses guerrilheiros de armas brancas e outras, sustentados pelo desvio  de dinheiro dos que produzem honesta e produtivamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voltando ao tema inicial e como acabei de demonstrar, uma ida ao supermercado não só distrai como ajuda a raciocinar sobre temas importantes da estrutura política atual do país. Ao depararmos com tanta fartura reconhecemos o valor não só do produtor rural como da participação industrial que tantos produtos coloca à disposição  da população abrangendo um enorme campo de utilidades sem as quais a vida seria bem menos agradável. Infelizmente este componente da sociedade, os produtores proprietários rurais e industriais, nem sempre são reconhecidos em seus esforços e são submetidos a impropriedades políticas, teóricas, ideológicas, burocráticas, etc., que em nada contribuem para o fortalecimento e desenvolvimento da produção com produtividade e só provocam desconforto, polêmica, incorreta análise e injusta apreciação de seus reais méritos pelos grandes riscos que assumem e pelas responsabilidades sociais com todos que dependem da preservação de seus adquiridos patrimônios dos quais se beneficiam pelo que deles é produzido. Quantas cidades dependem de certa atividade maior; quantos estados e países na atualidade dependem de recursos extrativistas locais; quanto o Brasil deve à monoculturas localizadas e bem desenvolvidas em certas épocas de usa história como a participação fundamental e estrutural dada pela lavoura e produção canavieira açucareira, pelas lavouras de café , algodão, cacau, trigo, recentemente da soja, etc. E da contribuição industrial privada de cimento, tecido, equipamentos, papeis, roupas recipientes, embalagens etc.etc.etc. Contrastando com essa incalculável contribuição de empresários agrícolas e industriais, pessoas de valor produtivo surgem os políticos demagogos populistas a  explorarem a ignorância das classes mais sofridas da população jogando sempre o velho refrão do “rico contra o pobre”. As diferenças de poder aquisitivo das classes sociais  não tem origem na existência do rico, mas na falta de governos capazes de atuar contribuindo para o desenvolvimento do país à semelhança dos empreendedores agrícolas e industriais que são os verdadeiros responsáveis pelo que até aqui se conseguiu de melhor para o país. Fazem populismo enganador quando deviam operar desenvolvimento, pois o Brasil é um país rico e tem tudo, tanto material e energético  como populacional, para ter todo seu  povo empregado, recebendo salários dignos e constituindo um substantivo mercado interno consumidor fortalecedor de sua estabilidade econômica e social. O que falta é política corajosa e capaz de fazer a boa política e abandonar de vez esta demagógica postura populista de enganar o povo com falácias.</p>
<p>O problema das visitas aos  supermercados é o cuidado no momento da  soma dos desejos realizados, ali ao fazer a conta no caixa, pois as tentações são numerosas, infelizmente fora do alcance de uma grande parte da população, justamente aquela mais explorada em sua miséria pelo representativo número de políticos que em nada contribuem para  a melhoria das condições de vida do povo, com boas leis e ações de desenvolvimento que culminem com empregos dignos e remunerações capazes de permitir que o voto não seja um negócio de compra e venda para minorar necessidades por alguns instantes de uma miséria crônica mantida por tais atitudes desmoralizadoras da democracia e degradantes da qualidade política do país.</p>
<p> É preciso que o povo visite os supermercados para ver o quanto há de produtos maravilhosos que tanto estimulam os maus políticos a continuarem se elegendo, por vias enganosas, para com seus altos salários continuarem se aproveitando desses produtos, sem nenhuma contribuição efetiva para permitir que o povo também possa fazê-lo.</p>
<p>É povo, conheça o que você perde votando errado.</p>
<p>Clarc em 28/12/2011</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/clarc.wordpress.com/665/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/clarc.wordpress.com/665/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/clarc.wordpress.com/665/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/clarc.wordpress.com/665/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/clarc.wordpress.com/665/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/clarc.wordpress.com/665/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/clarc.wordpress.com/665/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/clarc.wordpress.com/665/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/clarc.wordpress.com/665/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/clarc.wordpress.com/665/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/clarc.wordpress.com/665/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/clarc.wordpress.com/665/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/clarc.wordpress.com/665/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/clarc.wordpress.com/665/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clarc.wordpress.com&amp;blog=1501963&amp;post=665&amp;subd=clarc&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>QUÍMICA FÁCIL 9 &#8211; CLARC &#8211; MASSA ATÔMICA, MASSA MOLECULAR, ISÓTOPOS e MOL</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 05:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>clarc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Isótopos]]></category>
		<category><![CDATA[Massa Atômica]]></category>
		<category><![CDATA[Massa Molecular]]></category>
		<category><![CDATA[Mol]]></category>
		<category><![CDATA[QUÍMICA]]></category>
		<category><![CDATA[QUÍMICA COLEGIAL]]></category>
		<category><![CDATA[QUÍMICA PARA VESTIBULAR]]></category>

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		<description><![CDATA[ MASSA ATÔMICA; MASSA MOLECULAR,  ISÓTOPOS E MOL Massa  é a grandeza física que quantifica a matéria. A unidade de massa no  sistema internacional é o quilograma :1 kg  Quando se compra açúcar,ou feijão,ou arroz, pega-se sacos de 1.kg; ou 2.kg. ou5 kg. O quilograma é uma “unidade de massa padrão”  para qualquer substância ou produto. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clarc.wordpress.com&amp;blog=1501963&amp;post=661&amp;subd=clarc&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> MASSA ATÔMICA; MASSA MOLECULAR,  ISÓTOPOS E MOL</p>
<p>Massa  é a grandeza física que quantifica a matéria. A unidade de massa no  sistema internacional é o quilograma :1 kg  Quando se compra açúcar,ou feijão,ou arroz, pega-se sacos de 1.kg; ou 2.kg. ou5 kg. O quilograma é uma “unidade de massa padrão”  para qualquer substância ou produto. Também podem ser usados múltiplos e submúltiplos do quilograma. Em Química os submúltiplos mais usados são 1.grama e 1.miligrama sendo correlacionados assim:</p>
<p> 1000 g= 10<sup>3</sup>.g = 1 kg         e      1g  = 0,001.kg = 10 <sup>-3</sup>.kg ; </p>
<p>1000. mg =  10<sup>3</sup>.mg = 1.g. e      1.mg = 0,001.g = 10 <sup>-3</sup>.g</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso de <strong>massas dos</strong> <strong>átomos e moléculas</strong> não se pode adotar 1 kg. nem 1.g  nem 1.mg como unidade, pois a massa de um átomo é extremamente pequena. Para dar uma idéia: a massa de um átomo de Hidrogênio se fosse expresso em gramas teria aproximadamente:      0,000.000.000.000.000.000.000.001 660 gramas.</p>
<p>Imagine fazer cálculos com este número e outros dessa grandeza dos demais elementos químicos.   Para contornar esta dificuldade os químicos adotaram uma unidade chamada “<strong>unidade de massa atômica</strong>” (u.m.a. ou apenas <strong>u</strong>) definida como 1/12 da massa de um átomo do isótopo  de Carbono 12. Esta unidade corresponde a 1,66&#215;10 <strong><sup>-24</sup></strong> <strong>gramas</strong>. = 1 u.m.a</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A massa atômica indica quantas vezes a massa do átomo considerado é maior do que 1/12 da massa do isótopo do Carbono 12 ( C<sup>12</sup> ).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim, este átomo padrão<strong>, isótopo</strong> do Carbono 12, tendo A=12 ao ser comparado (medido sua massa) com 1/12.u. fica com a massa 12/12 = 1 = unidade, logo a massa do C<sup>12</sup> é 1.u ( é o padrão)</p>
<p>                           1.u.m.a = 1.u = 1/12 da (MA) doC<sup>12</sup></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Praticamente todos os elementos químicos são misturas de <strong>isótopos</strong></p>
<p>Como já estudamos em escritas anteriores, <strong>isótopos</strong> <strong>são átomos que</strong> <strong>possuem o mesmo</strong> número de prótons <strong>p</strong> ( número este destacado com a denominação particular de “<strong>número atômico</strong>” simbolizado pela letra <strong>Z</strong>) <strong>e diferentes</strong> <strong>números de massa</strong>..</p>
<p>Como “Elemento Químico” é o conjunto de átomos de mesmo número de prótons (ou mesmo número atômico Z ), consequentemente, átomos isótopos pertencem a um  mesmo elemento químico. Ex.: todo átomo com Z=1 é  do elemento químico Hidrogênio. (símbolo H)</p>
<p>Os átomos isótopos são reconhecidos pelo <em>símbolo</em> do elemento que representam e pelo seu <em>número de massa</em>.  (A = nº. de massa =  p + n )( p= nº. de prótons; n= nº. de nêutrons).</p>
<p>  Lembrando que a representação  de um átomo de um elemento químico qualquer  X de número atômico Z e número de massa A fica genericamente assim: <strong><sub>Z</sub>X<sup>A</sup></strong>  (ou com A em cima e Z em baixo ambos do mesmo lado antes do símbolo do EQ)..</p>
<p>Assim, por exemplo, o elemento químico denominado Cloro é constituído por dois isótopos: o cloro35 (A=35) símbolo  Cl<sup>35</sup> e o cloro 37  (A=37) símbolo   Cl<sup>37</sup> nas seguintes proporções Cloro 35 = 77,35%  e Cloro 37 = 22,65%</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ANEXO &#8211; Em Química é normal mencionar “massa atômica ou “peso atômico” para a massa dos átomos e “massa molecular” ou “peso molecular” para as massas das moléculas, apesar de na Física o conceito de massa ser diferente de peso (peso = massa x aceleração da gravidade) e isto se deve ao fato de que para os cálculos químicos interessa a proporção ou relação entre massas e a comparação de pesagens, por exemplo:  comparando p<sub>1</sub> com p<sub>2 </sub>(genericamente)<sub> , </sub>de dois átomos diferentes temos: p<sub>1</sub>/p<sub>2 </sub>  =  m<sub>1</sub>x g /m<sub>2</sub>xg   simplificando os “g” do numerador com o do denominador temos finalmente: p<sub>1</sub>/p<sub>2</sub> = m<sub>1</sub>/m<sub>2</sub> onde se pode verificar que a relação entre os pesos de dois átomos é exatamente igual à relação entre suas massas. Medir massas é comparar a massa a ser determinada com uma massa referencial que chamamos de ”padrão” e a medida obtida é expressa em uma unidade também “padrão”.As “massas atômicas são resultados da comparação referenciada à unidade padrão que é 1/12 da massa do isótopo do Carbono 12</p>
<p>Como a maioria dos elementos químicos (EQ) são constituídos de átomos isótopos, as suas  “massas atômicas”  podem ser calculadas  pela  média ponderada dos respectivos “números de massa” (A) dos seus átomos isótopos com relação às suas proporções na composição dos elementos químicos considerados, medido em “unidades de massa atômica”. Assim, por exemplo, o elemento químico Cloro possui dois isótopos, portanto  é constituído de uma mistura desses átomos isótopos que são o Cl<sup>35</sup> e Cl<sup>37</sup> nas seguintes proporções em massa que é reconhecida pelo título “ abundância relativa dos isótopos”. Cloro 35 (77,35%) e Cloro37 (22,65%)..</p>
<p>A média ponderada dos números de massa  (A) desses isótopos , ou seja: a massa atômica do Cloro é calculada assim:</p>
<p>MA do Cloro = 35&#215;77,35 + 37&#215;22,65 / 77,35 + 22,65 = = 2707 + 838 / 100 = 3545 / 100 = 35,45 u.m.a. ou 35,45.u que é a massa atômica do elemento químico Cloro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existem alguns “elementos químicos” que possuem apenas átomos com um “numero de massa” (A) – não possuem isótopos &#8211; e nesses casos a “Massa Atômica” desses elementos são as massas atômicas desses átomos com únicos “números de massa”. Por exemplo: o Flúor dotado de todos seus átomos com Z=9 e A=p+n=9+10=19  comparado com a massa de 1/12 do C<sup>12</sup> acusou uma massa atômica de 18,998 praticamente igual a seu número de massa. A pergunta imediata é: “se não há isótopos, a &#8220;massa atômica&#8221; e o &#8220;número de massa&#8221; não deviam ser iguais?”  Seria o esperado, mas  não são porque sendo A=p+n (prótons mais nêutrons) a massa do próton (1,00759..u) não é exatamente igual à massa do nêutron (1,00897.u) e ambas são ligeiramente diferentes de 1.u  Outro motivo é a “energia de empacotamento” que diz respeito à perda de energia e massa relacionada ao agrupamento dos prótons e nêutrons na formação do núcleo.do átomo.    </p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>As MASSAS ATÔMICAS (dos átomos) dos elementos químicos </strong>são tabeladas<strong> </strong>e não necessitam ser memorizadas..Com a repetição do uso das (MA) é comum fixar na memória as MA de alguns EQ</p>
<p>A seguir algumas MA de alguns EQ.(Seguidos: de De Z=1 até Z= 20;Após Z= 20 salteados)</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">EQ</td>
<td valign="top">   MA(u)</td>
<td valign="top">EQ</td>
<td valign="top">MA(u)</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"> H</td>
<td valign="top">1,00794</td>
<td valign="top">&#8212;-</td>
<td valign="top">&#8212;&#8212;-</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">He</td>
<td valign="top">4,0026</td>
<td valign="top">Mn</td>
<td valign="top">54,938</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"> Li</td>
<td valign="top">6,941</td>
<td valign="top"> Fe</td>
<td valign="top">55,847</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Be</td>
<td valign="top">9,012</td>
<td valign="top">Co</td>
<td valign="top">58,933</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"> B</td>
<td valign="top">10,81</td>
<td valign="top">Ni</td>
<td valign="top">58,69</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"> C</td>
<td valign="top">12,011</td>
<td valign="top">Cu</td>
<td valign="top">63,546</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"> N</td>
<td valign="top">14,0067</td>
<td valign="top">Zn</td>
<td valign="top">65,39</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"> O</td>
<td valign="top">15,9994</td>
<td valign="top">As</td>
<td valign="top">74,9216</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">EQ</td>
<td valign="top">   MA(u)</td>
<td valign="top">Br</td>
<td valign="top">79,904</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"> F</td>
<td valign="top"> 18,998</td>
<td valign="top">Sr</td>
<td valign="top">87,62</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Ne</td>
<td valign="top"> 20,179</td>
<td valign="top">Ag</td>
<td valign="top">107,868</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Na</td>
<td valign="top"> 22,9898</td>
<td valign="top">Cd</td>
<td valign="top">112,41</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Mg</td>
<td valign="top"> 24,305</td>
<td valign="top"> I</td>
<td valign="top">126,905</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Al</td>
<td valign="top">26,9815</td>
<td valign="top">Ba</td>
<td valign="top">137,33</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Si</td>
<td valign="top">28,086</td>
<td valign="top">Ce</td>
<td valign="top">140,12</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"> P</td>
<td valign="top">30,9738</td>
<td valign="top">Pt</td>
<td valign="top">195,08</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"> S</td>
<td valign="top">32,06</td>
<td valign="top">Au</td>
<td valign="top">196,967</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"> Cl</td>
<td valign="top">35,453</td>
<td valign="top">Hg</td>
<td valign="top">200,59</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Ar</td>
<td valign="top">39,948</td>
<td valign="top">Pb</td>
<td valign="top">207,2</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"> K</td>
<td valign="top">39,098</td>
<td valign="top">Bi</td>
<td valign="top">208,980</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Ca</td>
<td valign="top">40,08</td>
<td valign="top"> U</td>
<td valign="top">238,029</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> Na prática usa-se <strong>arredondar os valores</strong> das massas atômicas; H=1; He=4;Li=7 etc.</p>
<p>É necessário entender bem que “massa” é quantidade de matéria e que “massa atômica” <strong>não é a massa de um único átomo</strong>, mas a média ponderada do <em>número de massa</em>  (A) de um número muito grande de átomos (isótopos para a maioria dos EQ) em relação às proporções dos isótopos na constituição dos EQ. Então, “<em>massa atômica</em>” é <strong>massa,</strong> é quantidade de matéria, e <em>número de átomos</em> é <strong>número,</strong> e o valor da “massa atômica” refere-se a muitos átomos do EQ considerado.  Sabe-se atualmente que a massa atômica mede a massa de 6,023&#215;10<sup>23 </sup>átomos (este número é denominado de <em>número ou constante de Avogrado</em>, descobridor desta relação de (MA) com nº. de átomos).</p>
<p>A Massa Atômica não é a massa de um único átomo do elemento químico considerado, mas representa a massa em unidades de massa atômica (u.m.a  ou  u) do “número de Avogrado” ( 6,023&#215;10<sup>23) </sup>de  átomos de um elemento químico.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>ÁTOMO-GRAMA</strong> – é a <strong>massa atômica</strong> <strong>expressa em gramas</strong> (g), porém não representa a massa de um único átomo em gramas, mas do um número grande – do número de Avogrado &#8211; de átomos, expressoem gramas.. Exs.: Átomo-grama do Hidrogênio é 1g; o átomo-grama do Oxigênio é 16g ; átomo-grama do Cloro é 35,5g.    </p>
<p>No átomo-grama do Hidrogênio (1.g), no átomo-grama do carbono (12g.). no átomo-grama do Oxigênio (16.g), no átomo-grama do Enxofre ( 32.g),  generalizando: no átomo-grama de qualquer elemento químico há a mesma quantidade de 6,02 x 10<sup>23</sup> átomos, (“número de Avogrado”) .. Assim,temos::</p>
<p>1 átomo-grama de Hidrogênio  = 1.g de H  e contém 6,02 x 10 <sup>23</sup> átomos de H</p>
<p>1 átomo-grama de Oxigênio =  16 gde O e contém 6,02 x 10<sup>23</sup> átomos de O</p>
<p>1 átomo-grama de Enxofre = 32 g  de S e contém 6,02 x 10<sup>23</sup> átomos de S</p>
<p><strong>Etc&#8230;.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>CONCEITO DE MOL – </strong></p>
<p>Quando se compra ovos, ou laranjas, ou tomates, etc., é comum usar-se  a palavra “dúzia” significando o número doze.. Uma dúzia de ovos, uma dúzia de laranjas etc., representando uma quantidade fixa (12), mas de produtos com massas diferentes.  </p>
<p>Em Química, o “MOL” tem este mesmo sentido de representar uma quantidade fixa tanto de átomos como de moléculas, íons, e tantas outras entidades químicas da matéria com massas diferentes e iguais. Isto se verificou com o advento da conceituação e determinação do “<strong>Número de AVOGRADO</strong>” (6,02 x 10<sup>23</sup>) &#8211; Isto pode ser melhor entendido assim:  </p>
<p>                           1 mol de átomos = 6,02 x 10 <sup>23</sup> átomos</p>
<p>                           1 mol de moléculas = 6,02 x 10<sup>23</sup> moléculas</p>
<p>                           1 mol de íons = 6,02 x 10<sup>23</sup> íons</p>
<p>Ou mais amplamente:</p>
<p>1 átomo-grama de H = 1.g H = 1 mol de átomos de H = 6,02 x 10 <sup>23</sup> átomos de H</p>
<p>1 átomo-grama de O = 16.g O = 1 mol de átomos de O =  6,02 x 10<sup>23</sup> átomos de O</p>
<p>EM resumo, <strong>MOL é atualmente indicação de uma quantidade  fixa (6,023 x 10<sup>23</sup>) de átomos, moléculas, íons, etc.)</strong>, da mesma forma que no cotidiano das compras  de certos produtos se usa a  dúzia (12) ou dezena (10) ou centena (100) etc. indicando quantidades bem determinadas aplicadas a vários produtos de massas diferentes e coincidentemente iguais. .</p>
<p><strong>Demonstração:  </strong></p>
<p>1 mol de Hidrogênio contém 6,023&#215;10<sup>23</sup> átomos de Hidrogênio H e tem uma massa atômica de 1.u ;  1 mol de Oxigênio contém 6,023&#215;10<sup>23</sup> átomos de Oxigênio O e tem uma massa atômica de 16.u</p>
<p>1 mol de Enxofre contém 6,023&#215;10<sup>23</sup> átomos de Enxofre S e tem uma massa atômica de 32.u</p>
<p>Portanto, 1 mol de qualquer elemento químico considerado indica um nº.fixo (6,02&#215;10<sup>23</sup>) de átomos  que possuem massas iguais e diferentes.</p>
<p>Com relação ás substâncias fica: </p>
<p>1 mol de água contém 6,02&#215;10<sup>23</sup> moléculas de água H<sub>2</sub>O e tem massa molecular de 18.u</p>
<p>1 mol de gás carbônico contém 6,023&#215;10<sup>23</sup> moléculas de CO<sub>2</sub> e tem massa molecular de 44.u</p>
<p>1 mol de amônia contém 6,023&#215;10<sup>23</sup> moléculas de NH<sub>3</sub> e tem massa molecular de 17.u</p>
<p>Portanto, 1 mol de qualquer <strong>substância química</strong> considerada indica um nº. fixo (6,023&#215;10<sup>23</sup>) de moléculas que possuem massas moleculars diferentes.</p>
<p><strong>MASSA MOLECULAR</strong> – é a <strong>massa da molécula de uma substância medida em unidades de massa atômica</strong> (u.m.a). MM da água = 18 u.; MM do CO<sub>2</sub> = 44 u.</p>
<p>Obtém-se a “massa molecular” (MM) ou “peso molecular” (PM) somando as massas atômicas dos elementos químicos que compõem a fórmula da substância considerada, levando-se em conta a quantidade de cada átomo de cada elemento na fórmula da substância e isto é válido tanto para “substância molecular” nas quais os átomos são ligados entre si por “ligações moleculares”,isto é, os átomos compartilham elétrons como por exemplo no gás carbônico CO<sub>2</sub> e água H<sub>2</sub>O,  como para “substâncias iônicas” nas quais os átomos são unidos por atrações elétricas como por exemplo no Cloreto de Sódio NaCl .Exemplo de cálculo de massa molecular;</p>
<p>A massa molecular da água H<sub>2</sub>O é a soma da <em>massa atômica</em> do Hidrogênio e da <em>massa atômica </em>do Oxigênio; MA do H = 1u; MA do O = 16u Então, a MM da H<sub>2</sub>O é 2&#215;1 + 16 = 2+16 = 18 u. (Observar que no cálculo feito, levou-se em conta a quantidade de átomos de cada elemento; como o Hidrogênio entra com dois átomos na fórmula da água sua massa atômica ficou multiplicado por 2.)</p>
<p>Massa Molecular do NaCl = (MA do Na + MA do Cl) =  23  + 35,5 = 58,5 u.m.a. , pois a (MA) do Na = 23 u.m.a (ou 23 u.).; a do Cl é 35,5 u.m.a (ou 35 u.).</p>
<p>Massa Molecular do CO2 = 12 + 2x 16 = 12 + 32 = 44 u.m.a.= 44.u.</p>
<p>Aqui usamos números aproximados para as (MA)</p>
<p>Massa Molecular do Ácido Sulfúrico H<sub>2</sub>SO<sub>4 </sub>será:: MA do Enxofre (S) é 32.u.m.a (32.u) do (H) =1.u.m.a.(1.u) e do (O) =16.u.m.a.(16.u)</p>
<p>A massa molecular do H2SO4 será:   MM (H2SO4)  ================</p>
<p>= 2 x MA do H  +  1 x MA do S  +  4 x MA do O  =  2 x 1 + 1 x 32 + 4 x 16 = 2+32+64 = 98 u. ou 98 u.m.a. </p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>MOLÉCULA-GRAMA</strong> <strong>é a “massa molecular” expressa em gramas</strong>, porém não representa a massa de uma única molécula em gramas, mas de um número grande de moléculas, do número de Avogrado de moléculas.. Assim, a “molécula grama” da água H<sub>2</sub>O é 18.g; a “massa molecular” do CO<sub>2</sub> é 44.g ;a “massa molecular “ do ácido Sulfúrico H<sub>2</sub>SO<sub>4 </sub> é 98.g.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MASSA MOLAR  DE UM ELEMENTO QUÍMICO</strong> <strong>é sua “massa atômica expressa em granas por mol.      </strong>Quando dizemos que a massa molar do Hidrogênio é 1 g/mol queremos dizer que na massa de 1 g de Hidrogênio existe 1 mol de Hidrogênio, ou seja existe 6,023&#215;10<sup>23</sup> átomos de Hidrogênio.</p>
<p>De modo geral, a massa de um EQ em que há 1 mol (6,023&#215;10<sup>23</sup>) de átomos é chamada “massa molar”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando escrevemos a equação da reação do Zinco com o Enxofre dando o Sulfeto de Zinco,   Zn + S  à   ZnS   podemos entender que 1  átomo-grama de Zn reagiu com um átomo-grama de S dando uma molécula-grama de ZnS , que é o mesmo que escrever: 65.g de Zn reagiu com 32.g de S dando 97.g de ZnS e é o mesmo que dizer um mol de Zn reagiu com 1 mol de S dando 1 mol de ZnS ou ainda um mesmo número de átomos de Zn e de S reagiram dando mesmo número de moléculas de Sulfeto de Zinco, número este 6,023&#215;10<sup>23</sup>.. Podemos imaginar ainda que 1 átomo de Zn reagiu com 1 átomo de S formando 1 molécula de ZnS</p>
<p><strong>TABELA DOS EQ E SEUS  ISÓTOPOS</strong> –  <span style="text-decoration:underline;">[Nesta relação <strong>só constam</strong> os isótopos estáveis, <strong>não incluindo os instáveis, </strong>por isso não inclui – por exemplo – o isótopo 14 do Carbono e os demais] [<strong>Tabela apenas dos principais EQ -</strong> para consulta]</span></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">      E Q</td>
<td valign="top">Símb</td>
<td valign="top">  Z</td>
<td valign="top"> A</td>
<td valign="top">   %</td>
<td valign="top">   E Q</td>
<td valign="top">Símb.</td>
<td valign="top">  Z</td>
<td valign="top">   A</td>
<td valign="top">   %</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="3" valign="top">  </p>
<p>Hidrogênio</td>
<td rowspan="3" valign="top">   </p>
<p>   H</td>
<td valign="top">  1</td>
<td valign="top"> 1</td>
<td valign="top"> 99,98</td>
<td rowspan="3" valign="top">&nbsp;</p>
<p>Ferro</td>
<td rowspan="3" valign="top">&nbsp;</p>
<p> Fe</td>
<td valign="top">26</td>
<td valign="top">54</td>
<td valign="top">  6.04</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">  1</td>
<td valign="top"> 2</td>
<td valign="top">≈ 0,02</td>
<td valign="top">26</td>
<td valign="top">56</td>
<td valign="top">91,57</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">  1</td>
<td valign="top"> 3</td>
<td valign="top">  10<sup>-7</sup></td>
<td valign="top">26</td>
<td valign="top">57</td>
<td valign="top"> ,2,11</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" valign="top">Hélio</td>
<td rowspan="2" valign="top">  He</td>
<td valign="top">  2</td>
<td valign="top"> 3</td>
<td valign="top">  -?-_</td>
<td valign="top">Cobalto</td>
<td valign="top"> Co</td>
<td valign="top">27</td>
<td valign="top">57</td>
<td valign="top">100</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">  2</td>
<td valign="top"> 4</td>
<td valign="top">  100</td>
<td rowspan="5" valign="top">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Níquel</td>
<td rowspan="5" valign="top">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ni</td>
<td valign="top">28</td>
<td valign="top">58</td>
<td valign="top">67,4</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" valign="top">Lítio</td>
<td rowspan="2" valign="top">  Li</td>
<td valign="top">  3</td>
<td valign="top"> 6</td>
<td valign="top">  7.90</td>
<td valign="top">28</td>
<td valign="top">60</td>
<td valign="top">26,7</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">  3</td>
<td valign="top"> 7</td>
<td valign="top"> 92,10</td>
<td valign="top">28</td>
<td valign="top">61</td>
<td valign="top">  1,2</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Berílio</td>
<td valign="top">  Be</td>
<td valign="top">  4</td>
<td valign="top"> 9</td>
<td valign="top">  100</td>
<td valign="top">28</td>
<td valign="top">62</td>
<td valign="top">  3,8</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" valign="top">Boro</td>
<td rowspan="2" valign="top">  B</td>
<td valign="top">  5</td>
<td valign="top">10</td>
<td valign="top"> 18,40</td>
<td valign="top">28</td>
<td valign="top">64</td>
<td valign="top">0,88</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">  5</td>
<td valign="top">11</td>
<td valign="top"> 81,60</td>
<td valign="top"> Arsênio</td>
<td valign="top"> As</td>
<td valign="top">33</td>
<td valign="top">75</td>
<td valign="top">100</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" valign="top">Carbono</td>
<td rowspan="2" valign="top">  C</td>
<td valign="top">  6</td>
<td valign="top">12</td>
<td valign="top"> 98,90</td>
<td rowspan="2" valign="top"> Bromo</td>
<td rowspan="2" valign="top"> Br</td>
<td valign="top">35</td>
<td valign="top">79</td>
<td valign="top"> 50,6</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">  6</td>
<td valign="top">13</td>
<td valign="top">   1,10</td>
<td valign="top">35</td>
<td valign="top">81</td>
<td valign="top">49,4</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Nitrogênio</td>
<td valign="top">  N</td>
<td valign="top">  7</td>
<td valign="top">14</p>
<p>15</td>
<td valign="top">99,62</p>
<p>0,38 </td>
<td rowspan="4" valign="top">&nbsp;</p>
<p>Estrôncio</td>
<td rowspan="4" valign="top">&nbsp;</p>
<p>Sr</td>
<td valign="top">38</td>
<td valign="top">84</td>
<td valign="top"> 0,56</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="3" valign="top"> Oxigênio</td>
<td rowspan="3" valign="top">   O</td>
<td valign="top">  8</td>
<td valign="top">16</td>
<td valign="top"> 99,76</td>
<td valign="top">38</td>
<td valign="top">86</td>
<td valign="top"> 9,86</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">  8</td>
<td valign="top">17</td>
<td valign="top">   0,24</td>
<td valign="top">38</td>
<td valign="top">87</td>
<td valign="top"> 7,02</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">  8</td>
<td valign="top">18</td>
<td valign="top">   0,20</td>
<td valign="top">38</td>
<td valign="top">88</td>
<td valign="top">82,56</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Flúor</td>
<td valign="top">  F</td>
<td valign="top"> 9</td>
<td valign="top">19</td>
<td valign="top">  100</td>
<td rowspan="2" valign="top">Prata</td>
<td rowspan="2" valign="top">Ag</td>
<td valign="top">47</td>
<td valign="top">107</td>
<td valign="top">52,5</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="3" valign="top">&nbsp;</p>
<p>Neônio</td>
<td rowspan="3" valign="top">&nbsp;</p>
<p>  Ne</td>
<td valign="top">10</td>
<td valign="top">20</td>
<td valign="top">  90,0</td>
<td valign="top">47</td>
<td valign="top">109</td>
<td valign="top">47,5</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">10</td>
<td valign="top">21</td>
<td valign="top">   0,27</td>
<td rowspan="8" valign="top">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cádmio</td>
<td rowspan="8" valign="top">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cd</td>
<td valign="top">48</td>
<td valign="top"> 106</td>
<td valign="top">  1,4</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">10</td>
<td valign="top">22</td>
<td valign="top">   9,73</td>
<td valign="top">48</td>
<td valign="top">108</td>
<td valign="top">  1,0</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Sódio</td>
<td valign="top"> Na</td>
<td valign="top">11</td>
<td valign="top">23</td>
<td valign="top">  100</td>
<td valign="top">48</td>
<td valign="top">110</td>
<td valign="top">  12,8</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="3" valign="top">&nbsp;</p>
<p>Magnésio</td>
<td rowspan="3" valign="top">&nbsp;</p>
<p>Mg</td>
<td valign="top">12</td>
<td valign="top">24</td>
<td valign="top">  77,40</td>
<td valign="top">48</td>
<td valign="top">111</td>
<td valign="top">  13,0</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">12</td>
<td valign="top">25</td>
<td valign="top">  11,50</td>
<td valign="top">48</td>
<td valign="top">112</td>
<td valign="top">  24,2</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">12</td>
<td valign="top">26</td>
<td valign="top">  11,10</td>
<td valign="top">48</td>
<td valign="top">113</td>
<td valign="top">  12,3</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Alumínio</td>
<td valign="top">Al</td>
<td valign="top">13</td>
<td valign="top">27</td>
<td valign="top"> 100</td>
<td valign="top">48</td>
<td valign="top">114</td>
<td valign="top">  28,0</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="3" valign="top">&nbsp;</p>
<p>Silício</td>
<td rowspan="3" valign="top">&nbsp;</p>
<p>Si</td>
<td valign="top">14</td>
<td valign="top">28</td>
<td valign="top">  89,6</td>
<td valign="top">48</td>
<td valign="top">116</td>
<td valign="top">    7,3</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">14</td>
<td valign="top">29</td>
<td valign="top">    6,2</td>
<td valign="top"> Iodo</td>
<td valign="top">  I</td>
<td valign="top">53</td>
<td valign="top">127</td>
<td valign="top"> 100</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">14</td>
<td valign="top">30</td>
<td valign="top">    4,2</td>
<td valign="top">Césio</td>
<td valign="top"> Cs</td>
<td valign="top">55</td>
<td valign="top">133</td>
<td valign="top">100</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Fósforo</td>
<td valign="top">  P</td>
<td valign="top">15</td>
<td valign="top">31</td>
<td valign="top">100</td>
<td rowspan="7" valign="top">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p> Bário</td>
<td rowspan="7" valign="top">&nbsp;</p>
<p>  Ba</td>
<td valign="top">56</td>
<td valign="top">130</td>
<td valign="top">0,101</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="4" valign="top">&nbsp;</p>
<p>Enxofre</td>
<td rowspan="4" valign="top">&nbsp;</p>
<p>  S</p>
<p>&nbsp;</td>
<td valign="top">16</td>
<td valign="top">32</td>
<td valign="top"> 95,0</td>
<td valign="top">56</td>
<td valign="top">132</td>
<td valign="top">0,097</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">16</td>
<td valign="top">33</td>
<td valign="top">  0,74</td>
<td valign="top">56</td>
<td valign="top">134</td>
<td valign="top">  2,47</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">16</td>
<td valign="top">34</td>
<td valign="top">  4,2</td>
<td valign="top">56</td>
<td valign="top">135</td>
<td valign="top">  6,59</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">16</td>
<td valign="top">36</td>
<td valign="top"> 0,016</td>
<td valign="top">56</td>
<td valign="top">136</td>
<td valign="top">  7,81</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" valign="top">Cloro</td>
<td rowspan="2" valign="top"> Cl</td>
<td valign="top">17</td>
<td valign="top">35</td>
<td valign="top">77,35</td>
<td valign="top">56</td>
<td valign="top">137</td>
<td valign="top"> 11,32</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">17</td>
<td valign="top">37</td>
<td valign="top">22,65</td>
<td valign="top">56</td>
<td valign="top">138</td>
<td valign="top"> 71.66</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="3" valign="top">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Argônio</td>
<td rowspan="3" valign="top">&nbsp;</p>
<p>  Ar</td>
<td valign="top">18</td>
<td valign="top">36</td>
<td valign="top">  0,307</td>
<td rowspan="4" valign="top">&nbsp;</p>
<p> Cério</td>
<td rowspan="4" valign="top">&nbsp;</p>
<p> Ce</td>
<td valign="top">58</td>
<td valign="top">136</td>
<td valign="top">    1</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">18</td>
<td valign="top">38</td>
<td valign="top">  0,061</td>
<td valign="top">58</td>
<td valign="top">138</td>
<td valign="top">    1</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">18</td>
<td valign="top">40</td>
<td valign="top">99,632</td>
<td valign="top">58</td>
<td valign="top">140</td>
<td valign="top"> 90</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="3" valign="top">&nbsp;</p>
<p>Potássio</td>
<td rowspan="3" valign="top">&nbsp;</p>
<p>  K</td>
<td valign="top">19</td>
<td valign="top">39</td>
<td valign="top">93,3</td>
<td valign="top">58</td>
<td valign="top">142</td>
<td valign="top"> 10</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">19</td>
<td valign="top">40</td>
<td valign="top"> 0,012</td>
<td valign="top"> Ouro</td>
<td valign="top">Au</td>
<td valign="top">79</td>
<td valign="top">197</td>
<td valign="top">100</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">19</td>
<td valign="top">41</td>
<td valign="top">  6,7</td>
<td rowspan="4" valign="top">&nbsp;</p>
<p>Chumbo</td>
<td rowspan="4" valign="top">&nbsp;</p>
<p>Pb</td>
<td valign="top">82</td>
<td valign="top">204</td>
<td valign="top">   1,48</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="6" valign="top">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cálcio</td>
<td rowspan="6" valign="top">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p> Ca</p>
<p>&nbsp;</td>
<td valign="top">20</td>
<td valign="top">40</td>
<td valign="top">99,96</td>
<td valign="top">82</td>
<td valign="top">206</td>
<td valign="top"> 23,59</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">20</td>
<td valign="top">42</td>
<td valign="top">  0,64</td>
<td valign="top">82</td>
<td valign="top">207</td>
<td valign="top"> 22,64</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">20</td>
<td valign="top">43</td>
<td valign="top">  0,15</td>
<td valign="top">82</td>
<td valign="top">208</td>
<td valign="top"> 52,29</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">20</td>
<td valign="top">44</td>
<td valign="top">  2,06</td>
<td valign="top">Bismuto</td>
<td valign="top">  Bi</td>
<td valign="top">85</td>
<td valign="top">209</td>
<td valign="top">100</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">20</td>
<td valign="top">46</td>
<td valign="top"> 0,003</td>
<td rowspan="3" valign="top"> Urânio</td>
<td rowspan="3" valign="top">  U</td>
<td valign="top">92</td>
<td valign="top">234</td>
<td valign="top"> 0,006</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">20</td>
<td valign="top">48</td>
<td valign="top">  0,19</td>
<td valign="top">92</td>
<td valign="top">235</td>
<td valign="top"> 0,710</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Escândio</td>
<td valign="top"> Sc</td>
<td valign="top">21</td>
<td valign="top">45</td>
<td valign="top">100</td>
<td valign="top">92</td>
<td valign="top">238</td>
<td valign="top">99,28</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Exercícios – 1) Qual a massa molecular do ácido nítrico, sendo dados as massas atômicas do H=1.u; N= 14.u; O=16.u. Solução: A fórmula do ácido Nítrico é HNO<sub>3</sub> logo sua massa molecular será 1+ 14 + 3 x 16 = 15 + 48 = 63.u</p>
<p>2) Qual a molécula-grama do ácido  nítrico? Pelo cálculo anterior é  63.g</p>
<p>3) Quantos mols(*) tem a molécula-grama do ácido nítrico? 63.g de ácido nítrico (molécula grama)  corresponde a 1 mol  de ácido nítrico. (*) o plural de “mol” é “mols”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CLARC EM 30/11/2011</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/clarc.wordpress.com/661/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/clarc.wordpress.com/661/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/clarc.wordpress.com/661/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/clarc.wordpress.com/661/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/clarc.wordpress.com/661/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/clarc.wordpress.com/661/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/clarc.wordpress.com/661/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/clarc.wordpress.com/661/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/clarc.wordpress.com/661/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/clarc.wordpress.com/661/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/clarc.wordpress.com/661/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/clarc.wordpress.com/661/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/clarc.wordpress.com/661/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/clarc.wordpress.com/661/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clarc.wordpress.com&amp;blog=1501963&amp;post=661&amp;subd=clarc&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>ASPECTOS INTRINSECOS DA NATUREZA -1-</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 03:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>clarc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[OPINIAO]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[ASPECTOS INTRINSECOS DA  NATUREZA, A diversidade da natureza realmente é impressionante, do gigantesco ao menor que o microscópico, do estado gasoso e líquido ao sólido, do palpável ao impalpável, do móvel ao imóvel, dos espiritualizados aos não espiritualizados, dos sensíveis aos insensíveis, dos racionais aos irracionais, dos normais aos anormais, dos completos aos incompletos, dos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clarc.wordpress.com&amp;blog=1501963&amp;post=656&amp;subd=clarc&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ASPECTOS INTRINSECOS DA  NATUREZA,</p>
<p>A diversidade da natureza realmente é impressionante, do gigantesco ao menor que o microscópico, do estado gasoso e líquido ao sólido, do palpável ao impalpável, do móvel ao imóvel, dos espiritualizados aos não espiritualizados, dos sensíveis aos insensíveis, dos racionais aos irracionais, dos normais aos anormais, dos completos aos incompletos, dos naturais aos “anaturais” e sintéticos, dos plenos aos deficientes, dos saudáveis aos doentes, dos telúricos aos aquáticos e aéreos, das rochas aos minerais e minérios, dos perenes aos temporais, dos de todos os reinos taxonômicos aos vírus, e, do que mais existe ao que mais existirá, tudo é geração original da natureza ou resultado dela.<br />
Tamanha mistura requer e exige uma respeitosa ordem, uma perfeita organização, uma completa interligação, o estabelecimento de “leis” capazes de manter tudo na única solução de evolução, desenvolvimento, continuação e sustentabilidade, que é a preservação do “equilíbrio”, o verdadeiro segredo de um sistema desconhecido ao Homem que o supõe, sem qualquer prova, de dimensões infinitas o que supera em muito qualquer possibilidade de entendimento aos níveis limitados da compreensão e inteligência humana. Segredo misterioso inalcançável que se impõe à obra fantasticamente grandiosa induzida ao infinito de uma “natureza” possivelmente sob orientação de um programa divino.</p>
<p>A natureza cria, desenvolve, recria, constitui, estabelece, condiciona, produz, reproduz, faz nascer para morrer, faz e acontece, tudo para sua preservação. Nada nela se perde tudo nela se transforma. A morte do que vive e as transformações sucessivas lhe sustenta, daí o ciclo da sua sustentabilidade e provável perpetuação. A natureza é soberana absoluta, algumas vezes relativa.<br />
Contudo, “natureza” é uma obra de um “Criador” e o que mais impressiona e intriga, além da espetacular diversificação e dimensão de ”tudo”, é justamente o objetivo que motivou o “Criador” a conceber a natureza e tudo dela resultante como um processo &#8211; se não espontâneo &#8211; sob complexo programa, muito distante da compreensão do Homem levando-o à adoção de uma concepção comportamental respeitosa, submissa e resignada, por sua infinita insignificância, comparada a tal obra e à superioridade do “Criador”, e pela sua incapacidade em alcançar a real finalidade de tão descomunal criação de um ou mais universos e de um espaço sem fim one tudo se movimenta e parece se expandir.<br />
O Homem exerce sua máxima inteligência se aglutinando em torno da fé, e do esforço em obedecer aos ditames da natureza através da pregação e prática do respeito e amor ao próximo na intenção de construir um mundo melhor de harmonia e paz a merecer como razão desta conquista e de “tudo mais” a salvação num plano energético espiritual perfeito onde “Criador” e criação se encontrarão e conviverão a verdadeira felicidade da vida eterna.<br />
Como paradigma de comportamento e aceitação inteligente para o ser humano, interpretada a essencialidade de tão diversificada construção onde se encontra como participante obrigatório imposto pela natureza, é assumido que só os bons convertidos na fé, ao amor e respeito ao próximo, construtores de paz, ou a tais desígnios se converterem, alcançarão o reino da salvação junto ao que consideramos ser “Deus” , quando &#8211; então –certamente, teremos a revelação do segredo de toda esta natureza.</p>
<p>CLARC em 29/11/2011</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/clarc.wordpress.com/656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/clarc.wordpress.com/656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/clarc.wordpress.com/656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/clarc.wordpress.com/656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/clarc.wordpress.com/656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/clarc.wordpress.com/656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/clarc.wordpress.com/656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/clarc.wordpress.com/656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/clarc.wordpress.com/656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/clarc.wordpress.com/656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/clarc.wordpress.com/656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/clarc.wordpress.com/656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/clarc.wordpress.com/656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/clarc.wordpress.com/656/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clarc.wordpress.com&amp;blog=1501963&amp;post=656&amp;subd=clarc&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>QUÍMICA FÁCIL &#8211; 8 &#8211; REAÇÕES E EQUAÇÕES QUÍMICAS</title>
		<link>http://clarc.wordpress.com/2011/11/24/quimica-facil-7-reacoes-e-equacoes-quimicas/</link>
		<comments>http://clarc.wordpress.com/2011/11/24/quimica-facil-7-reacoes-e-equacoes-quimicas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 01:51:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>clarc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[QUÍMICA]]></category>
		<category><![CDATA[QUÍMICA COLEGIAL]]></category>
		<category><![CDATA[QUÍMICA PARA VESTIBULAR]]></category>
		<category><![CDATA[Reações e Equações Químicas]]></category>

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		<description><![CDATA[REAÇÕES E EQUAÇÕES QUIMICAS  Aquecendo o Carbonato de Cálcio sob alta temperatura ocorre sua transformação em dois outros produtos diferentes que separados e analisados foram identificados como dióxido de carbono (gás carbônico) e óxido de cal (chamado popularmente “cal virgem”). Esta experiência pode ser escrita assim: Carbonato de cálcio (aquecido a temperatura elevada) produz  óxido [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clarc.wordpress.com&amp;blog=1501963&amp;post=651&amp;subd=clarc&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>REAÇÕES E EQUAÇÕES QUIMICAS</p>
<p> Aquecendo o Carbonato de Cálcio sob alta temperatura ocorre sua transformação em dois outros produtos diferentes que separados e analisados foram identificados como dióxido de carbono (gás carbônico) e óxido de cal (chamado popularmente “cal virgem”). Esta experiência pode ser escrita assim:</p>
<p>Carbonato de cálcio (aquecido a temperatura elevada) produz  óxido de cálcio e dióxido de carbono</p>
<p>Esta forma longa de escrever, para reações mais complicadas torna-se  muito trabalhosa, por isso usa-se uma forma mais simplificada para representar qualquer reação química e esta forma foi denominada de “<strong>Equação Química</strong>”.. Na representação de uma <em>equação química</em> usam-se os símbolos químicos e as fórmulas químicas. &#8211; assuntos que já apresentamos em escrita anterior. Assim, esta reação do Carbonato de Cálcio passa ser simplificada da seguinte maneira:</p>
<p>                  CaCO<sub>3         &#8212;&#8212;&#8212;&gt; </sub><sup>   </sup>   CaO     +     CO2</p>
<p><sub> </sub></p>
<p> CaCO<sub>3</sub> é o carbonato de cálcio;  CaO é o óxido de cálcio e  CO<sub>2</sub> é o dióxido de cálcio</p>
<p>Reação Química é a ação mútua entre substâncias.</p>
<p>Equação Química  é a representação gráfica de uma reação química utilizando símbolos dos elementos químicos e fórmulas químicas das substâncias.</p>
<p>REPRESENTAÇÃO GERAL DE UMA EQUAÇÃO QUÍMICA -</p>
<p>Sejam as substâncias AB e CD reagindo e produzindo as substâncias  EF e GH.</p>
<p>Seja a reação química geral:  AB + CD  &#8212;-&gt;  EF  +  GH   </p>
<p>O primeiro membro da equação <strong>AB + CD chama-se  membro das substâncias reagentes</strong> e o segundo membro da equação <strong>EF + GH chama-se membro dos produtos obtidos.</strong></p>
<p>Em todas as reações químicas o número de elementos químicos participantes das substâncias no primeiro membro deve ser igual ao número dos mesmos elementos químicos nas substâncias do segundo membro. Exemplo:</p>
<p>Reações do tipo:      2H<sub>2 </sub> +  O<sub>2</sub>  &#8212;-&gt;     2H<sub>2</sub>O   </p>
<p>Nº..de átomos de Hidrogênio  no primeiro membro H = 2&#215;2=4  e  de   O = 2</p>
<p>Nº. de átomos de Hidrogênio no  segundo membro: H = 2&#215;2=4  e de Oxigênio 2&#215;1=2</p>
<p>O número <strong>2</strong> colocado antes da água<strong> 2</strong>H<sub>2</sub>O  é para igualar ou “ajustar” o número de Oxigênios do segundo membro com o número de Oxigênios do primeiro membro..</p>
<p>O número “<strong>2”</strong> colocado antes do <strong>H<sub>2</sub></strong><sub>  </sub>chama-se “c<strong>oeficiente</strong>” e tem a função de igualar o número de Hidrogênio do primeiro membro com o número de Hidrogênio do segundo membro.</p>
<p>Os coeficientes são usados para “<strong>ajustar</strong>” ou “<strong>balancear</strong>” as equações obedecendo á <strong>Lei de Lavoisier</strong> que estabeleceu “<strong>a soma da massa dos reagentes é sempre igual à soma da massa dos produtos obtidos</strong>”, em outras palavras <em>o número dos átomos dos elementos químicos no primeiro membro de uma equação é sempre igual ao número de átomos desses elementos no segundo membro da equação. </em></p>
<p>Ajustar ou balancear uma equação é o processo de fazer com que a lei de Lavoisier seja obedecida, i.e., fazer com que cada elemento químico tenha no segundo membro da equação a mesma quantidade com que figura no primeiro membro ( e vice verso).</p>
<p>Exercício: Ajustar a equação</p>
<p>                      Al(OH)<sub>3 </sub>    &#8212;&#8211;&gt;  Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub>    +   H<sub>2</sub>O    (equação não ajustada)</p>
<p>Como são 2 de  Al  no segundo membro é necessário colocar um coeficiente 2 antes do Al(OH)<sub>3</sub> para igualar a quantidade de Al dos dois lados da equação.  Com  este coeficiente fica assim,:   2Al(OH)<sub>3</sub>  &#8212;&#8212;-&gt;   Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub>  + H<sub>2</sub>O  </p>
<p>Então temos no <strong>primeiro</strong> membro: 2 de Al;    2&#215;3 = 6 de O   e    2&#215;3 = 6 de H  </p>
<p>No s<strong>egundo</strong> membro temos:                             2 de Al;    3+1= 4 de O   e    2 de H.</p>
<p>É preciso ajustar o Oxigênio e o Hidrogênio. Ajustando primeiro o Hidrogênio colocamos <strong>3</strong>H<sub>2</sub>O no segundo membro e o H fica com 6 no primeiro e 6 no segundo membro – está ajustado.     Ajustando em seguida  o Oxigênio verificamos que ao colocar <strong>3</strong>H<sub>2</sub>O para ajustar o H também ajustamos o  Oxigênio, que  ficou com 6 no primeiro e 6 no segundo membro, logo ficou também ajustado. E a equação ajustada fica assim:  </p>
<p>           <strong>2Al(OH)<sub>3</sub>   &#8212;&#8212;&#8212;&#8211;&gt;    Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub>  +   3H<sub>2</sub>O      </strong>(equação ajustada)</p>
<p>   Al =2; O=6 H=6                        Al=2  O=3  H=6  O=3</p>
<p>                                                                      Total de O =6</p>
<p>Este método de ajustamento de uma equação aqui usado chama-se “<strong>das tentativas</strong>” existem outros: o “<strong>algébrico</strong>” e por “<strong>oxi-redução</strong>”, que serão vistos em próximos escritos da Química Fácil – CLARC. .</p>
<p>CLASSIFICAÇÃO DAS EQUAÇÕES –</p>
<p>As reações químicas são classificadas por suas características próprias conforme a seguir resumido e em seguida explicado.:</p>
<p>     Reações Químicas   são classificadas:</p>
<p> -  Quanto ao sentido: reversíveis e irreversíveis</p>
<p>-  Quanto à velocidade de reação: bruscas e lentas</p>
<p>-  Quanto ao calor de reação: exotérmica e endotérmica</p>
<p> - Quanto à ação dos reagentes: síntese; decomposição   simples troca;  dupla</p>
<p>                                                                troca. </p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>1- Quanto ao sentido: reversíveis e irreversíveis</strong></p>
<p>As reações reversíveis são aquelas em que os regentes produzem novos produtos  e a partir de certo momento os produtos passam a regenerar os reagentes alcançando um equilíbrio químico quando a reação ocorre simultâneamente de um lado para o outro. Exemplo:(o pequeno triângulo representra aquecimento a alta temperatura)</p>
<p>CaCO<sub>3</sub>       ∆ <strong>&lt;&#8212;&#8212;&#8211;&gt; </strong>  CaO      +      CO<sub>2 </sub>     ßExemplo de reação <strong>reversível </strong></p>
<p>Reações irreversíveis só se processam no sentido dos reagentes para os produtos obtidos. Exemplo: . HCl + AgNO<sub>3</sub> &#8212;-&gt;  AgCl  + HNO<sub>3</sub></p>
<p>HCl = ácido Clorídrico; AgNO3 = Nitrato de Prata; AgCl=Cloreto de Prata; HNO3= Ácido Nítrico</p>
<p>Para tornar uma reação reversível em irreversível basta retirar um dos produtos obtidos ou alterar algum fator influenciador (ex.: a pressão;temperatura)</p>
<p>.Retirando o CO<sub>2</sub> (gás) da reação do aquecimento do CacO<sub>3</sub> ela se torna irreversível, ficando representada assim:</p>
<p>                                                              /&#8211;&gt;<br />
CaCO<sub>3</sub>      ∆&#8212;&gt; CaO   +         CO<sub>2   </sub>      [A seta subindo indica saída do CO<sub>2</sub> ]</p>
<p>Exemplo de reação <strong>irreversível</strong>:    HCl + NaOH  &#8212;&#8212;&gt;  NaCl  +  H<sub>2</sub>O</p>
<p>Ácido Clorídrico  reagindo com Hidróxido de Sódio produz Cloreto de Sódio e Água.</p>
<p><strong>2 – Quanto à velocidade: bruscas ou instantâneas e lentas</strong></p>
<p>As reações bruscas efetuam-se  altas velocidades.</p>
<p>Exemplo: a reação entre o Hidrogênio e o Cloro <strong>em presença de luz,</strong> produzindo ácido clorídrico:    H<sub>2 </sub>+  Cl<sub>2 </sub> ( Luz)  &#8212;&gt;  2HCl  (equação ajustada)</p>
<p>Nesta reação  a luz age como “<strong>catalizador</strong>” </p>
<p><strong>Catalisadores são substâncias  ou fatores que modificam a velocidade das reações. </strong></p>
<p>Outro exemplo de reação brusca:</p>
<p>Pb(NO<sub>3</sub>)<sub>2</sub>  +  2NaOH    &#8212;&#8212;-&gt;    2NaNO<sub>3</sub>   +    Pb(OH)<sub>2  </sub> (equação ajustada)</p>
<p>Os números 2 antes do NaOH e antes do NaNO<sub>3</sub> chamam-se <strong>coeficientes</strong> e têm a finalidade de igualar as quantidades dos elementos químicos em cada lado da equação. As substâncias antes da seta chamam-se <strong>reagentes </strong>e as depois da seta chamam-se <strong>produtos obtidos</strong></p>
<p> As reações lentas efetuam-se a baixas velocidades. Exemplo: a reação do Hidrogênio com o Cloro dando ácido clorídrico, <strong>sem a presença da luz</strong> ocorre lentamente:     H<sub>2</sub>  +  Cl<sub>2</sub>  &#8212;&#8211;&gt;  2HCl</p>
<p><strong>3 – Quanto ao calor de reação (entalpia) desprendido ou absorvido numa reação química: exotérmicas e endotérmicas.  </strong></p>
<p>ENTALPIA (H)  É o conteúdo de energia de qualquer substância participante da reação química.</p>
<p>Para qualquer reação que ocorra à pressão constante <strong>o calor de reação é exatamente igual à diferença entre a entalpia dos produtos e a dos reagentes. </strong></p>
<p>Simbolicamente a variação de entalpia é:  <strong>∆H = H(final)  &#8211; H(inicial) </strong></p>
<p>Comumente a variação de entalpia é usada para indicar os calores das reações.</p>
<p><strong>Reações</strong> <strong>exotérmicas </strong>são as que se efetuam com desprendimento de calor. Com o conceito de entalpia a equação <strong>exotérmica</strong> fica representada assim:</p>
<p> 2H<sub>2</sub>  +  O<sub>2</sub> &#8212;&gt;  2H<sub>2</sub>O    (reação ajustada)  <strong>∆H</strong> = ─571,6 kj significa que a reação <strong>libera calor para o ambiente – é exotérmica. (k</strong>j = kilojaule = unidade de calor)<strong></strong></p>
<p><strong>Reações endotérmicas </strong>são as que se efetuam com absorção de calor. Ex.:</p>
<p>  2HgO  &#8212;-&gt;  2Hg  +  O<sub>2</sub>     <strong>∆H</strong> =  <strong>+</strong> 181,4 kj  significa que a reação absorve calor  do ambiente i. e. necessita de calor para se realizar.</p>
<p>Já se representou esses tipos de  reações das seguintes formas: (exemplosJ</p>
<p>Exotérmica: 2H2 + O2 &#8212;-&gt;  2H2O +  136.000 cal  (cal=calorias=unidade de calor)</p>
<p>Endotérmica  C + 2S &#8212;-&gt;  CS<sub>2</sub>     ─ 25.400 cal</p>
<p>Ou ainda assim:  </p>
<p>Exotérmica       2H<sub>2</sub> + O<sub>2</sub>  ─ 136.000 cal  &#8212;&#8211;&gt; 2H<sub>2</sub>O</p>
<p>Endotérmica     C + 2S  + 25.400 cal &#8212;&#8211;&gt;  CS<sub>2</sub>  </p>
<p>Atualmente, porém usa-se a variação de entalpia  ∆H  conforme referido acima.</p>
<p>4- Quanto à ação dos reagentes:</p>
<p>    4-1- reações de adição ou sínteses; forma geral:  A +B  &#8212;-&gt; AB</p>
<p>                             2H<sub>2 </sub> +  O<sub>2</sub>   &#8212;-&gt;   2H<sub>2</sub>O</p>
<p>4-2- reações de decomposição; forma geral: AB  &#8212;&gt; A  +  B</p>
<p>                           CaCO<sub>3    </sub>  (∆) &#8212;&#8211;&gt;      CaO  +  CO<sub>2</sub> /-&gt; (CO2  sai da reação)</p>
<p>4-3- reações de simples troca; forma geral: AB + C  &#8212;&gt;  AC +  B</p>
<p>              2HCl  +  Fe  &#8212;&#8212;&gt;  FeCl<sub>2</sub> +   2H     (2H= atômos de Hidrogênio)</p>
<p> 4-4-  reações de dupla troca: AB  +  CD  &#8212;-&gt;  AD  +  CB</p>
<p>                                    HCl  +  NaOH    &#8212;&#8212;&#8211;&gt;  NaCl + H<sub>2</sub>O</p>
<p>FATORES QUE INFLUEM NAS REAÇÕES</p>
<p><strong>1- Estado de agregação dos reagentes</strong>; De modo geral as substâncias reagem mais facilmente no estado gasoso, depois no líquido e depois no sólido.</p>
<p>Explicação: quanto maior a superfície de contato mais fácil se realiza a reação.</p>
<p>Caso não seja possível trabalhar com a substância no estado gasoso ou líquido, é conveniente pulverizar a substância párea aumentar a superfície de contato.</p>
<p>O Carbonato de Cálcio reage mais facilmente com o ácido clorídrico HCl quando pulverizado (reduzido a pó). </p>
<p>CaCO<sub>3</sub> (pó)  + HCl  (líquido) &#8212;&#8212;&gt; CaCl<sub>2</sub>  + H<sub>2</sub>O  + CO<sub>2 </sub> </p>
<p>Quando os reagentes estão em soluções a reação torna-se mais fácil, assim o Cloreto de Sódio NaCl em solução reage facilmente com o  Nitrato de Prata AgNO3 em solução dando Cloreto de Prata AgCl e Nitrato de Sódio NaNO<sub>3</sub>:    NaCl  +  AgNO<sub>3</sub>  &#8212;&#8211;&gt;  AgCl  +  NaNO<sub>3</sub>     </p>
<p>(O AgCl obtido ou formado é um precipitado &#8211; sólido -  branco)</p>
<p><strong>2- Estado particular dos reagentes –</strong></p>
<p>    Um exemplo é a ação do Hidrogênio que na forma “nascente” ou atômico é mais ativo do que na forma molecular.; Ex.</p>
<p>        2HCL  +  Zn &#8212;&gt; ZnCl<sub>2</sub>   + 2H   (&lt;&lt;2H &gt;&gt; hidrogênio atômico ou nascente)</p>
<p>Usando o hidrogênio nascente para descorar uma solução de permanganato de potássio KMnO<sub>4</sub> (cor vermelho vinho) a reação se processa rapidamente; se fosse usado o Hidrogênio molecular H<sub>2</sub> a reação seria muito lenta..</p>
<p>3- Influência da temperatura –</p>
<p>Reações endotérmicas que absorvem calor do ambiente se realizam melhor em altas temperaturas enquanto as reações exotérmicas que liberam calor para o ambiente  se realizam melhor em baixas temperaturas.</p>
<p>3- Influência da Concentração – será estudado em capítulo separado sob o título de “Cinética Química”.</p>
<p>4- Influência de Catalisadores –</p>
<p>Catalisadores são substâncias ou fatores que modificam a velocidade das reações. Quando atuam aumentando a velocidade são “positivos” e quando atuam  diminuindo são “negativos”.</p>
<p>Ex.; A luz é catalisador positivo na síntese do ácido clorídrico.</p>
<p> H<sub>2 </sub> +  Cl<sub>2</sub>  (+ luz) &#8212;-&gt;  2 HCl       &lt;&lt;&lt;reação rápida.  &lt;&lt;&lt;(reação ajustada)</p>
<p>O ácido clorídrico HCl age como catalisador negativo impedindo a decomposição rápida da água oxigenada.</p>
<p>A água oxigenada é um composto instável tendendo a se decompor em água e oxigênio segundo a equação:  2H<sub>2</sub>O<sub>2</sub> &#8212;&gt; 2H<sub>2</sub>O  + O<sub>2</sub>  &lt;&lt;&lt;&lt; reação ajustada   Esta decomposição é rigorosamente retardada  pala adição de pequenas quantidades de ácido clorídrico HCl que funciona como catalisador negativo.</p>
<p>Até a próxima. CLARC em 23/11/2011</p>
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	</item>
		<item>
		<title>PLANETA/BRASIL/ESTADO DO RIO DE JANEIRO &#8211; ENTRE O DOCE DA CANA E O AMARGO DO PETRÓLEO</title>
		<link>http://clarc.wordpress.com/2011/11/24/planetabrasilestado-do-riode-janeiro-entre-o-doce-da-cana-e-o-amargo-do-petroleo/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 00:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>clarc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Açúca r e Álcool - ERJ - Número e nomes das usinas]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Cana]]></category>
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Economia geral]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[OPINIAO]]></category>
		<category><![CDATA[Política Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Politica Energética]]></category>

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		<description><![CDATA[A natureza é soberana! A natureza é tranquila, mas irritável e quando se irrita&#8230; O Homem estuda e usa a natureza com seus conhecimentos, adquiridos por estudos e pesquisas efetuadas, a seu modo de satisfazer suas necessidades, muitas vezes com a ousadia dos que pensam saber sem realmente saber e também, às vezes, errando e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clarc.wordpress.com&amp;blog=1501963&amp;post=648&amp;subd=clarc&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A natureza é soberana!</p>
<p>A natureza é tranquila, mas irritável e quando se irrita&#8230;</p>
<p>O Homem estuda e usa a natureza com seus conhecimentos, adquiridos por estudos e pesquisas efetuadas, a seu modo de satisfazer suas necessidades, muitas vezes com a ousadia dos que pensam saber sem realmente saber e também, às vezes, errando e sofrendo as conseqüências desta falsa idéia..</p>
<p>Ninguém leva em conta e nem se preocupa em imaginar a realidade que domina tudo e, sobretudo, uma situação diferente da revelada pelo tempo passado e presente na forma dos dias e noites que, há tantos milênios, vem se repetindo de forma sensível apenas pala luz do dia e trevas da noite.</p>
<p>Constatam-se apenas as mudanças realizadas pelo próprio Homem em suas sociedades e civilizações e resultantes de suas ações sobre a natureza.</p>
<p>De resto, assombram-se quando surge uma ocorrência inesperada ou tida como anormal ou rara, imprevisível, normalmente aterradora em se tratando de manifestações da natureza que o Homem ainda não conseguiu dominar como pensa ter dominado. </p>
<p>São exemplos erupções vulcânicas, terremotos, maremotos, trombas d’água, enchentes, longas secas, temperaturas beirando os 40ºC, degelos nos pólos, vazamentos radioativos em usinas nucleares, “tizunames”, vazamentos de petróleo em poços oceânicos, etc.</p>
<p>Assim como a radioatividade, descoberta e explorada pelo Homem, o petróleo também é produto da natureza soberana. Ambos são de extrema periculosidade necessitando cuidados que o Homem pensa, mas não os alcança para utilizá-los sem imensos riscos de tragédias.</p>
<p>As catástrofes com estações de energia nuclear já demonstraram isto com relação a radioatividade e os vazamentos em exploração de petróleo conferem tal falta de alcance de segurança em relação a este produto da natureza. Não se pode comparar um com o outro, mas é sensato cuidar melhor de suas explorações, pois o que pertence à soberania da natureza pode muito mais do que o Homem pensa.</p>
<p>Vejamos o petróleo.</p>
<p>Procurando explicar a origem do petróleo aventuram-se algumas hipóteses, algumas consideradas válidas pela experiência. Como já escrevi em outro post, ciência, muitas vezes, também é questão de fé</p>
<p>Existem várias hipóteses do surgimento do petróleo, mas de todas elas duas se notabilizara mais, a hipótese inorgânica pela qual o petróleo se originou unicamente por vias de reações inorgânicas e a hipótese orgânica pela qual o petróleo é resultado da decomposição de organismos animais e vegetais, seguido de sedimentação e deposição sob camadas rochosas.</p>
<p>Já se aceitou a hipótese da ação da água sobre carbonetos metálicos na profundidade da Terra gerando hidrocarbonetos que teriam formado o petróleo após sofrerem ação catalítica de certos metais. Esta hipótese “metálica” já está abandonada.</p>
<p>Outra hipótese admite que o petróleo foi resultado da decomposição lenta e sob pressão de detritos orgânicos, principalmente gorduras de animais e vegetais marinhos fósseis. Esta idéia ficou conhecida como hipótese anima e vegetal. </p>
<p>O fato é que certeza não se tem sobre a formação e causas que fizeram surgir um tal material, rico em hidrocarbonetos, tão útil à diversas aplicações para melhorar a vida do Homem. Será um verdadeiro presente da natureza para o Homem ou um bem para ela se servir e que o Homem lhe está privando do uso correto? Esta é uma pergunta que paira no ar e nas profundezas do planeta.</p>
<p>Afinal, para que será que a natureza produziu o petróleo? Teria antecipado a presença futura do Homem a necessitar dele para suas finalidades energéticas e outras ou foi um efeito de causas previstas ou imprevistas solucionadas com sua geração, ou ainda um produto para sua utilização própria, de alguma forma, que o Homem, até hoje, não descobriu? A Terra pode ter muitos mistérios ainda não desvendados ou ainda não bem interpretados. As hipóteses da origem do petróleo estão muito longe de explicar convincentemente seu surgimento. Por mais que atribuam aos tantos do tempo decorrido, como fator de convencimento fica muito a desejar a transformação de tantos produtos hidrocarbonetos quando sabemos que a matéria orgânica se transforma em gás carbônico e água ( CO<sub>2</sub> e H<sub>2</sub>O) . Outro aspecto refere-se às condições atribuídas com relação às “altas pressões” e temperaturas reinantes naquelas épocas, permitindo a pergunta: _ que seres vivos suportariam viver em tais condições se os mencionados são dinossauros e vegetais os fornecedores da matéria  transformada em petróleo? Não é duvidar, é reconhecer que não se pode afirmar como verdade certos mistérios que a natureza guarda em suas profundezas desde os tantos tempos passados.</p>
<p>Estamos construindo um modelo energético mundial apoiado neste mistério quem envolve o petróleo.</p>
<p>Tudo indica que não existem mais animais e vegetais se decompondo em petróleo repleto de hidrocarbonetos. Nossos defuntos estão se transformando em terra e matéria viva. Isto implica dizer que o petróleo não está mais sendo produzido e o que a Terra estocou sendo continuamente retirado de seus armazéns, chegará a um momento em que não mais será encontrado. E então&#8230;&#8230;.. como ficará o modelo dele dependente?</p>
<p>Esta preocupação tem sido cogitada, mas também tem sido  negligenciada. Tem havido desenvolvimentos de pesquisas direcionados a outras formas de energia elétrica além da dominante hidroelétrica, mas para combustível e aplicações químicas aos níveis oferecidos pelos subprodutos do petróleo não se tem dado o valor merecido.</p>
<p>Em primeira linha como solução imediata está a divina “cana de açúcar” e seu precioso, ecologicamente correto produto -  o “álcool” &#8211; produto renovável por sua matéria prima perene – a cana &#8211; que agrega o mérito de ser sustentável, gerando a energia para seu próprio processamento graças ao sub-produto bagaço que queimado em caldeiras fornece vapor e energia elétrica para todo o processo de produção. Até o momento a cana  de açúcar é a única solução para um colapso de petróleo consequentemente de combustíveis para muitos dos fins supridos atualmente pelos s subprodutos do petróleo. A cana de açúcar além de fornecer o alimento natural mais energético existente ainda pode ser a solução de uma possível derrocada do modelo energético de combustíveis  que ameaça o planeta o fim do petróleo.</p>
<p>Impressiona-me o descaso dado pelo governo federal e particularmente os políticos locais da região do norte do Estado do Rio de Janeiro, tradicional produtora de cana, açúcar e álcool, com este importante e promissor segmento da economia nacional e regional que assistem à redução drástica do número de unidades industriais deste setor na região sem demonstrar nenhum interesse em organizar algum tipo de manifestação, sem fazer nada, a favo da recuperação desta importante fonte de renda e empregos para a região e para o país, diminuição que resulta estarrecedora perda de produção de uma atividade fadada a salvar o modelo mundial de combustíveis automotores e se valorizar como uma das principais fontes de sobrevivência da civilização moderna estribada em consumismo energético do qual o combustível participa fortemente.</p>
<p>A avidez e ganância de um momento ditado pelo petróleo os fazem míopes para o futuro e na inércia de seus interesses mesquinhos preparam um futuro terrível e dramático para o país e esta região – todo seu povo &#8211; que hoje sobrevive basicamente da ilusão frenética dos “royalties” um ganho improdutivo enganoso e finito, <strong>desvinculado</strong> da sustentabilidade de uma economia fortalecida pelo trabalho produtivo consubstanciado em riqueza renovável e perene da terra como da cana de açúcar. Entretanto, para ganhar mais “royalties” &#8211; dinheiro <strong>prometido</strong> do fundo do mar &#8211; provocam várias manifestações, assumindo a preferência do incerto pelo certo.</p>
<p>A cana é uma dádiva divina da natureza enquanto o petróleo não se sabe realmente para que existe realmente e até quando a natureza permitirá ao Homem  utiliza-lo.</p>
<p>Enquanto a região norte do ERJ afunda no menor nível de produção de canas de sua história, outras cidades do interior do Brasil surgem com canaviais e indústrias que vem trazendo grande progresso e desenvolvimento para suas populações, caso dos estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, e outros, sem falar naqueles onde a lavoura da cana sempre se firmou como grande componente sócio-econômico, urbano e rural, caso de São Paulo, Paraná, Minas gerais onde indústrias antigas vêem surgir outras ampliando a produção regional e do país..</p>
<p>No presente as atenções são para os dividendos que o petróleo promete. Fica, porém a dúvida do: “será mesmo (?)” e do “até quando (?)”. E o que sucederá com a estrutura sócio-econômica que jogou suas maiores cartas nesta aventura chamada petróleo, desprezando a divina matéria da natureza chamada CANA DE AÇÚCAR, que todos sabemos para que existe e para que serve.</p>
<p>CLARC – em 20/11/2011</p>
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	</item>
		<item>
		<title>ESTADO DO RIO DE JANEIRO &#8211; MOAGENS DE CANAS &#8211; VARIAÇÕES E CONSEQUÊNCIAS</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 03:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>clarc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Açúca r e Álcool - ERJ - Número e nomes das usinas]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Cana]]></category>
		<category><![CDATA[Cana e Açúcar do ERJ- produções por safras]]></category>
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[OPINIAO]]></category>
		<category><![CDATA[Política Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[O  quadro a seguir mostra as quantidades de canas moídas (em toneladas métricas) nas safras compreendidas entre 1941 e 1950 no Estado do Rio de Janeiro. A simbologia das safras é representada por dois números separados por um traço inclinado (travessão); o primeiro número diz respeito ao ano do início da safra, justamente o ano em que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clarc.wordpress.com&amp;blog=1501963&amp;post=643&amp;subd=clarc&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O  quadro a seguir mostra as quantidades de canas moídas (em toneladas métricas) nas safras compreendidas entre 1941 e 1950 no Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>A simbologia das safras é representada por dois números separados por um traço inclinado (travessão); o primeiro número diz respeito ao ano do início da safra, justamente o ano em que ocorre a moagem  das canas e decorrentes produções das unidades industriais (U.I.), e o segundo número refere-se ao ano em que termina a safra ou seja quando se encerra a comercialização dos produtos produzidos no ano inicial &#8211; primeiro número &#8211; assim:</p>
<p>     (Ano em que ocorre a produção das U.I.) / (ano em que encerra a comercialização)</p>
<p>Exemplo: 41/42</p>
<p>41 = ano inicial da safra e período de produção</p>
<p>42 = ano do fim da safra – encerramento da safra e da comercialização</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="91">Safra</td>
<td valign="top" width="156">Toneladas de canas</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="91">41/42</td>
<td valign="top" width="156">2.341.722</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="91">42/43</td>
<td valign="top" width="156">1.908.054</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="91">43/44</td>
<td valign="top" width="156">1.448.070</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="91">44/45</td>
<td valign="top" width="156">1.839.369</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="91">45/46</td>
<td valign="top" width="156">2.195.379</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="91">46/47</td>
<td valign="top" width="156">1.897.607</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="91">47/48</td>
<td valign="top" width="156">2.458.090</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="91">48/49</td>
<td valign="top" width="156">2.614.652</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="91">49/50</td>
<td valign="top" width="156">2.445.955</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="91">50/51</td>
<td valign="top" width="156">2.422.902</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nesta época a maioria das U.I se compunha de usinas com destilarias anexas  e muito poucas sem destilaria e as canas eram todas moídas para açúcar enquanto o álcool era sub-produto a partir da fermentação do melaço (ou mel final).Nesta década a produção de açúcar situava-se (em números redondos) entre 3 milhões e 100 mil sacos de60 kge 3 milhões e 900 mil sacos de 60kg.</p>
<p>Na década de50 aquantidade de canas moídas cresceu muito pouco. Permaneceu na maioria das safras em torno de dois milhões e algumas centenas de mil toneladas e três milhões e poucas centenas de mil de toneladas, alcançando apenas duas safras ( 57/58 e 58/59) moagem acima de 4 milhões de toneladas.</p>
<p>Na década de60, amoagem apresentou três safras ainda no  nível de três milhões e toneladas, cinco safras acima de 4 milhões e algumas mil toneladas, e duas safras (65/66 e 67/68) )chegando a pouco mais de cinco milhões de toneladas</p>
<p>Na década de70, amoagem firmo-se acima de cinco milhões de toneladas pulando nas três últimas acima de sete milhões de toneladas. Um avanço espetacular.</p>
<p>Na década de80, amoagem prosseguiu de modo crescente e firmou-se ao nível de oito milhões e alguns milhares de toneladas. Uma posição jamais alcançada antes &#8211; como comentado acima &#8211; e nem  depois, como veremos a seguir.</p>
<p>Na década de90, amoagem despencou para o  nível semelhante ao da década de 60, situando-se em torno de quatro a cinco milhões de toneladas. Uma decadência.</p>
<p>Na seguinte (2000), a moagem caiu para o nível de três milhões a quatro milhões de toneladas.com um registro heróico da safra 04/04 de cinco milhões setecentos e cinqüenta e cinco mil e setecentos e quarenta e duas toneladas. A partir de 2005/06 a moagem se estabeleceu ao nível do início da safra de 50 quando variou pouco acima de três milhões de toneladas, <strong>chegando em 2010/11</strong> <strong>ao nível das safras da década de 40</strong>, o preocupante valor de 2.025.908 toneladas de canas moídas.</p>
<p>Um dos fatores atuais de tal queda na moagem reside na redução drástica do número de unidades industriais da região norte-fluminense que reduzida apenas a duas usinas com destilarias anexas (COAGRO  e Paraíso) – U.I. de médio porte &#8211; não apresentam condições de moer durante o tempo ótimo de safra (maio/ início de dezembro) todas as canas dos fornecedores acarretando prejuízo e desanimo para estes produtores a verem suas canas deixadas de um ano para outro por falta de U.I. (usinas).</p>
<p>Há esperanças de que as duas grandes U.I. recentemente paralisadas ainda venham a entrar em operação o que aliviaria um pouco a situação, se &#8211; até lá &#8211; os fornecedores não desistirem de esperar. Por outro lado, como se sabe, o fornecedor de cana é um eterno esperançoso de uma atividade produtiva das mais nobres, resistentes e milagrosas que existe que prolifera em qualquer terreno e vence todas as crises, pois é das renováveis e sustentáveis a que fornece o produto alimentício energético mais importante para a saúde humana – o açúcar – além do mais puro combustível – o álcool. Infelizmente só quando petróleo acabar – e vai acabar – é que os governantes se darão conta da péssima opção e do péssimo desinteresse dado a estes fabulosos produtos. Sé não for tarde de mais.  </p>
<p>CLARC em 18/11/2011</p>
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	</item>
		<item>
		<title>EDUCAÇÃO E CULTURA &#8211; FORMAÇÃO = ENSINO + APRENDIZADO &#8211; II &#8211;</title>
		<link>http://clarc.wordpress.com/2011/11/18/educacao-e-cultura-formacao-ensino-aprendizado-ii/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 02:04:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>clarc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliação Escolar (Aluno/ Professor / Escola)]]></category>
		<category><![CDATA[Disciplina escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[OPINIAO]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Em resumo, ensino é transmissão de conhecimento sistemático (metódico; organizado; meticuloso). E este é seu objetivo principal, complementado por educar, de modo geral. Aprendizado  é aquisição de conhecimento, teórico e prático, através de aulas e treinamentos (exercitação) &#8211; “ato, ou processo, ou efeito de aprender”; o que se aprende e aprendeu&#8230; O resultado do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clarc.wordpress.com&amp;blog=1501963&amp;post=637&amp;subd=clarc&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Introdução</p>
<p>Em resumo, <strong>ensino</strong> é transmissão de conhecimento sistemático (metódico; organizado; meticuloso). E este é seu objetivo principal, complementado por educar, de modo geral. <strong>Aprendizado</strong>  é aquisição de conhecimento, teórico e prático, através de aulas e treinamentos (exercitação) &#8211; “ato, ou processo, ou efeito de aprender”; o que se aprende e aprendeu&#8230;</p>
<p>O resultado do <strong>ensino</strong> produtivo e do <strong>aprendizado</strong> resulta na <strong>formação</strong> qualificada, competente.</p>
<p><strong>Ensinar </strong>é instruir, passar conhecimentos, e quem ensina como exerce nobre vocação (disposição natural; talento; dom) que exige, dentre outras qualificações, educação primorosa, calma, paciência, dedicação, competência e principalmente empenho para transferir conhecimentos contribuindo e construindo o “homem” para um mundo melhor. Este conteúdo de alguma das qualidades necessárias à prática de ensinar mostra o quanto é importante e valioso o ensino, mais ainda a imensa responsabilidade e o grande valor do <strong>professor</strong> e de modo geral do <strong>educador, </strong>pois são eles os que<strong> </strong>verdadeiramente mais contribuem na estruturação profissional e ética das sociedades que se sucedem.</p>
<p>AGENTE: VERIFICAÇÃO DO APRENDIZADO – consiste na aferição da quantidade e qualidade de conhecimentos adquiridos, fixados e capazes de dispertar o raciocínio para as questões pertinentes aos ensinamentos fornecidos durante as aulas das disciplinas consideradas.</p>
<p>Observa-se, na prática, uma diversificação de critérios aplicados a esta tarefa de análise e conclusão sobre o aproveitamento dos alunos (ou candidatos a determinados fins).</p>
<p>Os critérios são de duas opções determinantes: 1) determinação dos períodos ou intervalo de tempo entre uma avaliação e a seguinte; 2) determinação da forma de constituir as questões da verificação.</p>
<p>Com relação ao intervalo entre uma verificação e outra podem ser adotadas três  opções: períodos curtos, médios e longos. Período curto oferece a vantagem de exigir menor conteúdo de assuntos para ser verificado, favorecendo o desempenho dos alunos que terão menos conteúdo para dominar. Este período pode ser desde mensal a bimensal. Período médio – es: trimestral – abrange maior conteúdo para estudo o que dificulta mais o desempenho dos alunos em dominar conteúdo mais abrangente. Período longo &#8211; ex.: por semestre &#8211; apresenta dificuldades que o desaconselha para o processo de avaliação que terá de abordar muitos assuntos em proporcionalmente poucas questões prejudicando a veracidade do resultado desejado – apuração de conhecimento sobre os assuntos exigidos, ou tornar a avaliação extremamente longa com um número muito grande de questões que tornarão a avaliação exaustiva e desgastante para os candidatos prejudicando os seus desempenhos por influência da ausência da desejada  relação ótima (número de questões/ tempo) fundamental para a melhor técnica de avaliação,</p>
<p>Com relação a forma de constituir a estrutura da avaliação, são comuns o critério objetivo (direto), de trabalhos específicos,  múltipla escolha e outros.</p>
<p>Nas escolas, de modo geral, predomina o critério de questionamentos diretos (objetivos) e conjugados com pedidos de justificativas. É um método excelente, mas que fica restrito, por força de facilitar as correções e conseqüentes avaliações representadas por pontos ou notas, à turmas compostas por um número pequeno ou médio de alunos-candidatos a serem avaliados.</p>
<p>Outro critério também de uso colegial é o de “trabalhos sobre temas específicos”, individual ou grupa, com objetivo de estimular o desenvolvimento da pesquisa, da grafia, do estilo literário e da gramática.</p>
<p>O critério misto dissertativo e de questões objetivas tem sua aplicação bem difundida e fica sob a mesma limitação para turmas  não muito numerosas. Dentro de sua limitação é de bom resultado.</p>
<p>O critério de “argüição oral” está abandonado, com razão,  pois realmente concorria contra os argüidos o fator emocional que muitas vezes perturbavam os bons afetando uma avaliação justa. Sua utilização ainda perdura em defesas de teses ao nível de universidades nos cursos de pós-graduações nos quais os candidatos já possuem uma grande prática e experiência em apresentação pública desta importância.</p>
<p>O critério muito em vigor nas avaliações de número muito grande de candidatos, caso dos concursos públicos e para empresas  de modo geral, é o de “múltipla escolha”, cujos resultados estão longe de representar um quadro qualitativo seletivo de verdadeira apuração dos que possuem os melhores conteúdos de conhecimentos, e os fatores para tal fato são inúmeros, desde uma técnica maldosa de apresentação de questões textuais longas e cansativas, muitas vezes confusas, passando por questões sem valor cultural de conhecimento importante e aplicável  sob qualquer aspecto, questões com figura ou fotos ilegíveis, assuntos não adotados no ensino colegial oficial, etc.etc., até pouco número de questões por disciplinas além de abordagens de extrema insignificância para ser capaz de servir de avaliação de conhecimento representando questões fora do objetivo do concurso. Um outro fator que muito desvaloriza este critério é a forma de apresentação das questões que fornecem um conteúdo teórico de um assunto num texto, de médio a longo, para depois criar uma dúvida sobre o mesmo e indagar o que o candidato pensa na forma de múltiplas escolhas de respostas em casos para afirmar  ou negar o texto. Tal método tem o desmérito ou defeito grave de permitir ao aluno acertar por “sorte” ( o chamado “chute”), por exclusão, por conclusão ou dedução do que diz o texto, sem qualquer contribuição do conhecimento propriamente dito sobre o assunto.</p>
<p>Um critério de avaliação de conhecimentos deve permitir ao aluno-candidato demonstrar que realmente conhece o assunto proposto e não abrir oportunidade para falsas demonstrações de “fazer jus a pontos ou notas” através de procedimentos  artificiais de respostas às questões propostas.</p>
<p>Outra observação importante é que o ensino didático escolar se resume na transmissão dos “conteúdos programáticos das disciplinas” aprovados oficialmente e adotados como currículo obrigatório pelo professor para os alunos. Ao professor cabe esforçar-se para transmitir explicações claras, compreensivas,  dos assuntos programados ao alcance do nível escolar das turmas de alunos. Por outro lado compete aos alunos esforço para prestarem toda atenção às explicações do professor a fim de entenderem bem as lições. Portanto, nada justifica numa avaliação de conhecimentos, qualquer questão que fuja dos assuntos contidos no programa oficial do ensino, para que o êxito da interação [professor + aulas (disciplinas/assuntos) + alunos] seja verdadeiramente verificada.</p>
<p>Em última instância, ao se efetuar uma verificação de conhecimentos ou aprendizado está se fazendo uma avaliação – sim – do trabalho do professor sobre cada aluno e cada turma e da escola no contexto da organização e administração do ensino para os alunos.</p>
<p>Lembrando aquela velha deformação da imagem do professor de que para ser bom não podia aprovar todos ao alunos de uma turma é tão falsa e errada quanto dizer que o médico que cura todos seus pacientes é um mau médico. Absurdo!</p>
<p> Uma turma em que todos os,alunos são aprovados por conhecerem bem os assuntos ensinados só mostra que o professor soube explicar e fazer os assuntos apresentados serem bem assimilados; trata-se de excelente professor. Isto não significa que uma turma que apresenta reprovações a culpa seja  do professor, ou só do professor. As causas de reprovações podem ser diversas e não se tem  condições de generalizar, cada caso é um caso. Pode haver falha do aluno, pode haver descuido do professor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>AGENTE MATERIAL – O LIVRO -  é necessário entender que o livro é a principal referência sobre os assuntos (capítulos) explicados pelo professor e que deve ser usado pelo aluno &#8211; além das anotações de aula &#8211; como importante complemento dos assuntos abordadosem aula. Sualeitura é obrigatória para quem deseja dominar os assuntos de seus capítulos. Para cada disciplina é recomendado um livro específico e didático que nem sempre é completamente explorado geralmente devido a problemas no cumprimento da realização do número de aulas programadas e executadas, entretanto o aluno não deve ficar preso a livro indicado, devendo ir além, buscar outros livros do mesmo nível escolar e disciplinar para estudar, ampliando seu campo de conhecimento e de exercitação. Os livros atuais apresentam muitos detalhes ilustrativos. Alguns chegam a ser cansativos – por excesso &#8211; mas têm o mérito de fornecer mais conhecimentos aumentando o campo de informação, logo: quanto mais ler outros livros – melhor.</p>
<p>Quanto aos demais materiais só devem ser usados os apropriados e eticamente devidos aos usos didáticos do ensino. Para quem se encontra numa sala de aula, até no dispor dos materiais absolutamente próprios e úteis ao aprendizado se demonstra disciplina, respeito e educação para com o professor e o ambiente cultural  a sala de aula.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CLARC em 18/11/2011.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>EDUCAÇÃO E CULTURA &#8211; FORMAÇÃO = ENSINO + APRENDIZADO</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 01:43:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>clarc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[OPINIAO]]></category>

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		<description><![CDATA[EDUCAÇÃO E CULTURA – FORMAÇÃO = ENSINO + APRENDIZADO  A finalidade principal do ensino (“transmissão sistemático de conhecimento”) é propiciar o aprendizado (“aquisição de conhecimento”) resultando na formação cultural específica, desde alunos até profissionais. A formação ampla, somatório do ensino formal (escolar) e informal (doméstico, familiar), resulta na “educação sócio-cultural individual” que, superando efeitos negativos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clarc.wordpress.com&amp;blog=1501963&amp;post=635&amp;subd=clarc&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EDUCAÇÃO E CULTURA – FORMAÇÃO = ENSINO + APRENDIZADO</p>
<p> A finalidade principal do <strong>ensino</strong> (“transmissão sistemático de conhecimento”) é propiciar o <strong>aprendizado</strong> (“aquisição de conhecimento”) resultando na <strong>formação</strong> cultural específica, desde alunos até profissionais.</p>
<p>A formação ampla, somatório do ensino formal (escolar) e informal (doméstico, familiar), resulta na “<strong>educação sócio-cultural individual”</strong> que, superando efeitos negativos e apelando à razão, pode ser definido como <em>o constante aperfeiçoamento e desenvolvimento das faculdades humanas</em> ou, quando não, considerando todos os fatores influenciadores gerais, inclusive genéticos, <strong>educação </strong><em>pode ser<strong> </strong>o<strong> </strong>resultado da complexa constituição somática, dos ensinos formais e informais, das orientações eventuais, transitórias e outras, e do desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral do indivíduo.</em></p>
<p>O ensino colegial disciplinar formal (realizado em estabelecimento de ensino cumprindo programas consagrados) implica, em resumo, na observância da programação adotada oficialmente para cada disciplina.</p>
<p>Na prática, a execução de um programa de formação através do ensino formal (colegial) se realiza através de <strong>seis agentes fundamentais</strong> assim representados:</p>
<p>- dois agentes ativos e imediatos (professor e alunos);</p>
<p>- um circunstancial quantitativo e distributivo em relação aos conteúdos disciplinares (as aulas);</p>
<p>- um de apoio material ( livros, cadernos, canetas, lápis, borracha, todo material didático de uso exclusivo para registro e participação das aulas);</p>
<p>- um de conteúdo de conhecimento (conjunto de disciplinas para o aprendizado – aquisição de conhecimento)</p>
<p>- um, complementando a ação, propriamente dito,  do ensino,  assume a constatação ou verificação do aprendizado, isto é, do que foi aprendido ou assimilado pelos alunos decorrente do ensinado. </p>
<p>Vamos examinar um pouco cada um.</p>
<p>Os dois ativos e imediatos são compostos pelos professores e pelos alunos, ou na relação um para todos numa sala de aula, pelo professor e alunos.</p>
<p><strong>O AGENTE ALUNO</strong> &#8211; A atuação dos alunos começa pelo entendimento (próprio ou induzido) da importância de freqüentar o máximo de aulas (sendo o ideal todas), da rigorosa observância disciplinar comportamental com todos seus aspectos inerentes – uniforme completo com boa apresentação geral, boa aparência, postura educada condizente com o ambiente cultural do local, estado de saúde físico, mental, psíquico saudável e normal, máximo padrão de higiene, comprometimento de total interesse e atenção às explicações do professor, solicitando esclarecimentos de dúvidas por ordem de autorização quando poderá expo-las, etc.</p>
<p> Todo aluno deve ser orientado previamente por educandos qualificados sobre o padrão e normas disciplinares a serem observadas na escola.</p>
<p>O aluno deve ser conscientizado pelo <em>departamento de orientação educacional, </em>logo no primeiro dia de aula, individualmente ou – não ampliando mais do que &#8211; por turmas, dos seus verdadeiros e únicos motivos de estarem num colégio frequentando seus  recintos, enfatizando a essencialidade do bom aproveitamento durante o tempo das aulas.</p>
<p>È importante o aluno compreender, conceitualmente, o que é e representa uma aula para sua preparação e seu futuro desempenho nas provas de verificação de conhecimentos e conclusivamente para sua bagagem cultural e profissional no futuro.</p>
<p>Quais são esses verdadeiros e únicos motivos?  1º) Aprender; 2º) compartilhar com os demais participantes da sua turma (colegas e professor) além de outras turmas e do pessoal  administrativo de modo geral, do processo educacional em sociedade, esta representada por este conjunto de pessoas; 3º) dedicar toda atenção às aulas como um compromisso para obter o melhor proveito possível dos ensinamentos transmitidos pelo professor, tornando-os adquiridos e dominados; 4º) despertar responsabilidades, não apenas como estudante, mas sim, como estudioso e curioso pesquisador na busca de um futuro no qual venha ser inserido e reconhecido como competente pelos resultados do que conseguiu aprender e do seu decorrente trabalho útil à sociedade;5º) auto-estimular sua maturidade para o prazer e valor do ganho cultural de todas as disciplinas ministradas.</p>
<p>Estes atributos dos alunos não é o que se tem observado atualmente nos nossos estabelecimentos de ensino, tanto públicos como privados, com raras exceções, da mesma forma que não são observados os cuidados referidos acima de responsabilidade das escolas para com os alunos na conscientização, participação e preparação indutiva  dos valores do aluno e dos componentes do ensino.</p>
<p> <strong>O AGENTE PROFESSOR</strong> – A atuação do professor não consiste essencialmente, apenas, em transmitir conhecimentos específicos, mas sim, ter plena consciência da necessária convicção de ter conseguido que  os conhecimentos transmitidos foram bem compreendidos e assimilados por todos os alunos, à toda prova.</p>
<p>Além disso, cumpre ao professor entender e praticar seu papel de educador no amplo conceito da palavra e isto requer, antes de tudo, compreensão sobre os limites dos seus alunos e a dedicação necessária para auxiliá-los a superá-los, tornando-os capazes de compreender os ensinamentos, para isto utilizando paciência e métodos didáticos apropriados e mesmo específicos a cada caso, sendo o mais geral usado o de repetição com outros modelos, exemplos,  ou palavras de reapresentação da dúvida ou do assunto não alcançado por dificuldade de compreensão.</p>
<p>O mérito do professor é fazer todos os alunos, ou o máximo possível  deles, assimilarem muito bem tudo que lhes foi transmitido, ao mesmo nível de todos.</p>
<p>A idéia retrógrada de que o bom professor não pode aprovar todos seus alunos devendo sempre reprovar um pequeno número, não tem nada que justifique como verdade e se trata de um absurdo indefensável.. Fazendo uma analogia com outras profissões, logo se constata o disparate disto; imaginem – então – dizer que um médico que cura todos seus pacientes seria um mau profissional; outro exemplo:um advogado que consegue ganhar todas suas causas seria um mau advogado. Absurdos!É justamente o contrário::um professor que prepara uma turma e todos conseguem aprovação após as provas de verificação do aprendizado é realmente um excelente professor que soube cumprir com eficiência o seu papel de ensinar para aprender e não simplesmente para “dar matéria”.</p>
<p><strong>AGENTE AULA –</strong> consiste no tempo disponível para uma inteligente interação professor-disciplina-alunos. Para esta excelência ser alcançada  é necessário um ambiente produtivo caracterizado por manifestação esmerada de educação plena, isto é, comportamentos civilizados, atitudes  respeitosas, bons modos, boa postura, zelo por si e por tudo e todos, linguajar puro, valorização do ambiente cultural da sala de aula, e tudo mais que faça cada um se sentir mais humano e menos animal, mais estudioso do que estudante, mais inteligente e preparado para o futuro que no instante anterior. As técnicas de apresentação de uma aula é domínio da ”didática”. Enquanto a técnica para o aluno .melhor aproveitar uma aula é assisti-la com toda atenção, concentrado no que o professor está explicando para depois em casa recordar tudo explicado lendo duas, três ou quantas vezes forem necessárias e suficientes para dominar o assunto. É isto ai, justamente o objetivo que se deve dar a cada assunto estudado no mesmo dia em que foi apresentado na aula, dedicar-lhe estudo repetitivo e profundo com pesquisas em outros compêndios ou outras fontes até o seu domínio. É a meta de quem deseja o saber, agregar a si cultura, conhecimentos, o domínio dos temas disciplinares. As aulas são os veículos informativos e orientadores para a organização de um estudo &#8211; depois em casa- aprofundado ao nível de dominado.</p>
<p>Vamos deixar o comentários sobre os outros agentes para outro dia.</p>
<p>Até lá!.</p>
<p>CLARC em 14/11/2011</p>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>QUÍMICA FÁCIL  CLARC &#8211; 07 &#8211; ELEMENTOS QUÍMICOS &#8211; APLICAÇÕES</title>
		<link>http://clarc.wordpress.com/2011/11/12/quimica-facil-clarc-07-elementos-quimicos-aplicacoes/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 02:24:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>clarc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Elementos Químicos]]></category>
		<category><![CDATA[QUÍMICA]]></category>
		<category><![CDATA[QUÍMICA COLEGIAL]]></category>
		<category><![CDATA[QUÍMICA PARA VESTIBULAR]]></category>

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		<description><![CDATA[QUÍMICA FÁCIL CLARC – (7) – ELEMENTOS QUÍMICOS &#8211; (3) –APLICAÇÕES A seguir vamos resumiralgumas aplicações  dos Elementos Químicos:  Z EQ          Aplicações   Z   EQ        Aplicações  1 H Água; combustível; 36 Kr Tub/luz;raio lazer ultraviolet  2 He Gás/ balão dirigível 37 Rb Célula fotoelétrica  3 Li Bateria marca-passo 38 Sr Bat.nuclear;fogos;tinta.fosfcent  4 [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clarc.wordpress.com&amp;blog=1501963&amp;post=633&amp;subd=clarc&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>QUÍMICA FÁCIL CLARC – (7) – ELEMENTOS QUÍMICOS &#8211; (3) –APLICAÇÕES</p>
<p>A seguir vamos resumiralgumas aplicações  dos Elementos Químicos:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="31"> Z</td>
<td valign="top" width="36">EQ</td>
<td valign="top" width="216">         Aplicações</td>
<td valign="top" width="36">  Z</td>
<td valign="top" width="48">  EQ</td>
<td valign="top" width="201">       Aplicações</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31"> 1</td>
<td valign="top" width="36">H</td>
<td valign="top" width="216">Água; combustível;</td>
<td valign="top" width="36">36</td>
<td valign="top" width="48">Kr</td>
<td valign="top" width="201">Tub/luz;raio lazer ultraviolet</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31"> 2</td>
<td valign="top" width="36">He</td>
<td valign="top" width="216">Gás/ balão dirigível</td>
<td valign="top" width="36">37</td>
<td valign="top" width="48">Rb</td>
<td valign="top" width="201">Célula fotoelétrica</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31"> 3</td>
<td valign="top" width="36">Li</td>
<td valign="top" width="216">Bateria marca-passo</td>
<td valign="top" width="36">38</td>
<td valign="top" width="48">Sr</td>
<td valign="top" width="201">Bat.nuclear;fogos;tinta.fosfcent</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31"> 4</td>
<td valign="top" width="36">Be</td>
<td valign="top" width="216">Pedra preciosa</td>
<td valign="top" width="36">39</td>
<td valign="top" width="48">Y</td>
<td valign="top" width="201">TV cores; radar;filtro/lazer</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31"> 5</td>
<td valign="top" width="36">B</td>
<td valign="top" width="216">Torna vidro resistente;refratário</td>
<td valign="top" width="36">40</td>
<td valign="top" width="48">Zr</td>
<td valign="top" width="201">Catalis/gás;espoleta/detonaç</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31"> 6</td>
<td valign="top" width="36">C</td>
<td valign="top" width="216">Diamante; hulha;grafite</td>
<td valign="top" width="36">41</td>
<td valign="top" width="48">Nb</td>
<td valign="top" width="201">Eletrod/solda eletr superimã</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31"> 7</td>
<td valign="top" width="36">N</td>
<td valign="top" width="216">Ar; adubos; conserva semens</td>
<td valign="top" width="36">42</td>
<td valign="top" width="48">Mo</td>
<td valign="top" width="201">Aquecedor eletr. Turbina</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31"> 8</td>
<td valign="top" width="36">O</td>
<td valign="top" width="216">Ar; água; comburente</td>
<td valign="top" width="36">43</td>
<td valign="top" width="48">Tc</td>
<td valign="top" width="201">Fonte radiação/exame médico</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31"> 9</td>
<td valign="top" width="36">F</td>
<td valign="top" width="216">Anticárie; gravação em vidro</td>
<td valign="top" width="36">44</td>
<td valign="top" width="48">Ru</td>
<td valign="top" width="201">Medidor espessura;resistc.elétr.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">10</td>
<td valign="top" width="36">Ne</td>
<td valign="top" width="216">Luminosos p/propaganda</td>
<td valign="top" width="36">45</td>
<td valign="top" width="48">Rh</td>
<td valign="top" width="201">Refletor/faróis;relê/telefone</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">11</td>
<td valign="top" width="36">Na</td>
<td valign="top" width="216">Sal de cozinha</td>
<td valign="top" width="36">46</td>
<td valign="top" width="48">Pd</td>
<td valign="top" width="201">Rele/tel;catalis; balancim/relóg</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">12</td>
<td valign="top" width="36">Mg</td>
<td valign="top" width="216">Fogos de sinalização</td>
<td valign="top" width="36">47</td>
<td valign="top" width="48"> Ag</td>
<td valign="top" width="201">Talheres; jóia; espelho</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">13</td>
<td valign="top" width="36">Al</td>
<td valign="top" width="216">Panela; portas;avião;tubos&#8230;</td>
<td valign="top" width="36">48</td>
<td valign="top" width="48"> Cd</td>
<td valign="top" width="201">Bat.recaregvl;anticorrosivo</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">14</td>
<td valign="top" width="36">Si</td>
<td valign="top" width="216">Microchip;areia;vidro;célula solar</td>
<td valign="top" width="36">49</td>
<td valign="top" width="48"> In</td>
<td valign="top" width="201">Célula solar; transistor</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">15</td>
<td valign="top" width="36">P</td>
<td valign="top" width="216">Adubo; fósforo;sal mineral</td>
<td valign="top" width="36">50</td>
<td valign="top" width="48"> Sn</td>
<td valign="top" width="201">Lata;solda;moeda;vidrofosco</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">16</td>
<td valign="top" width="36">S</td>
<td valign="top" width="216">Pólvora; produtos químicos</td>
<td valign="top" width="36">51</td>
<td valign="top" width="48">Sb</td>
<td valign="top" width="201">Sombra/olhos;remédio/tosse</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">17</td>
<td valign="top" width="36">Cl</td>
<td valign="top" width="216">Desinfetante; sal de cozinha</td>
<td valign="top" width="36">52</td>
<td valign="top" width="48">Te</td>
<td valign="top" width="201">Espoleta;vulcanizçborracha</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">18</td>
<td valign="top" width="36">Ar</td>
<td valign="top" width="216">Gás p/ lambada</td>
<td valign="top" width="36">53</td>
<td valign="top" width="48">I</td>
<td valign="top" width="201">Lâmpada; tintura de iodo</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">19</td>
<td valign="top" width="36">K</td>
<td valign="top" width="216">Adubo</td>
<td valign="top" width="36">54</td>
<td valign="top" width="48">Xe</td>
<td valign="top" width="201">Aplicações ultravioleta</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">20</td>
<td valign="top" width="36">Ca</td>
<td valign="top" width="216">Cal; calcário; gesso;</td>
<td valign="top" width="36">55</td>
<td valign="top" width="48">Cs</td>
<td valign="top" width="201">Fonte radioativa;lamp infrav</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">21</td>
<td valign="top" width="36">Sc</td>
<td valign="top" width="216">Germinação de sementes</td>
<td valign="top" width="36">56</td>
<td valign="top" width="48">Ba</td>
<td valign="top" width="201">Vela/motor; fogos artificiais</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">22</td>
<td valign="top" width="36">Ti</td>
<td valign="top" width="216">Pinos p/fraturas; trocador.de calor</td>
<td valign="top" width="36">57</td>
<td valign="top" width="48">La</td>
<td valign="top" width="201">Pedra/isqueiro;Catalis/gases</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">23</td>
<td valign="top" width="36">V</td>
<td valign="top" width="216">Ferramentas</td>
<td valign="top" width="36">&#8212;</td>
<td valign="top" width="48">&#8212;-</td>
<td valign="top" width="201">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">24</td>
<td valign="top" width="36">Cr</td>
<td valign="top" width="216">Revestimentos; fitas/vídeo</td>
<td valign="top" width="36">74</td>
<td valign="top" width="48">W</td>
<td valign="top" width="201">Fio/lâmpada</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">25</td>
<td valign="top" width="36">Mn</td>
<td valign="top" width="216">Cofre; trilho;ferramentas</td>
<td valign="top" width="36">&#8212;</td>
<td valign="top" width="48">&#8212;-</td>
<td valign="top" width="201">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">26</td>
<td valign="top" width="36">Fe</td>
<td valign="top" width="216">Aço; chapas; ferramentas etc</td>
<td valign="top" width="36">78</td>
<td valign="top" width="48">Pt</td>
<td valign="top" width="201">Cadinho; jóia</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">27</td>
<td valign="top" width="36">Co</td>
<td valign="top" width="216">Imã permanente;</td>
<td valign="top" width="36">79</td>
<td valign="top" width="48">Au</td>
<td valign="top" width="201">Jóias;obturação em dentes</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">28</td>
<td valign="top" width="36">Ni</td>
<td valign="top" width="216">Moeda; latão/leite</td>
<td valign="top" width="36">80</td>
<td valign="top" width="48">Hg</td>
<td valign="top" width="201">Termômetro; lâmpada</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">29</td>
<td valign="top" width="36">Cu</td>
<td valign="top" width="216">Panelas; fios; hélices;jóias</td>
<td valign="top" width="36">&#8212;-</td>
<td valign="top" width="48">&#8212;&#8211;</td>
<td valign="top" width="201">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">30</td>
<td valign="top" width="36">Zn</td>
<td valign="top" width="216">Telhas;calhas</td>
<td valign="top" width="36">82</td>
<td valign="top" width="48">Pb</td>
<td valign="top" width="201">Bateria de veículos</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">31</td>
<td valign="top" width="36">Ga</td>
<td valign="top" width="216">Tela  TV;detector de tumores</td>
<td valign="top" width="36">&#8212;-</td>
<td valign="top" width="48">&#8212;-</td>
<td valign="top" width="201">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">32</td>
<td valign="top" width="36">Ge</td>
<td valign="top" width="216">Lente/câmera fotográfica</td>
<td valign="top" width="36">88</td>
<td valign="top" width="48">Ra</td>
<td valign="top" width="201">Radioterapia</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">33</td>
<td valign="top" width="36">As</td>
<td valign="top" width="216">Diodo emissor de luz</td>
<td valign="top" width="36">&#8212;-</td>
<td valign="top" width="48">&#8212;&#8211;</td>
<td valign="top" width="201">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">34</td>
<td valign="top" width="36">Se</td>
<td valign="top" width="216"> Anticaspa;célula solar;fotômetro</td>
<td valign="top" width="36">92</td>
<td valign="top" width="48">U</td>
<td valign="top" width="201">Bomba atômica</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="31">35</td>
<td valign="top" width="36">Br</td>
<td valign="top" width="216">Gás lacrimogêneo;filme;</td>
<td valign="top" width="36">&nbsp;</td>
<td valign="top" width="48">&nbsp;</td>
<td valign="top" width="201">&nbsp;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Abreviações usadas no quadro acima- 1) p/ = para; 2) ultraviolet=ultravioleta; 3)Bat = =bateria 4) fosfcent = fosforescente; 5)catalis = catalisador; 6) detonaç = detonação ;7)eletrod= eletrodo; 8) eletr = elétrica 9) resistc = resistência 10) relóg=relógio; 11) recaregvl = recarregável; 12) vulcanizç= vulcanização; 13) lamp = lâmpada 14)infrav= infravermelho; 15)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ELEMENTOS QUÍMICOS – DESTAQUES</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>NITROGÊNIO -  N   (Z=7) -  é o maior constituinte do ar atmosférico. A composição do ar seco é Nitrogênio=79% e Oxigênio 21%. O Nitrogênio é um dos mais importantes EQ no receituário de adubo/fertilizante para o solo. Nesta utilização o Fósforo e o Potássio também participam, formando o famoso trio N_P_K.</p>
<p>O Nitrogênio é um dos componentes dos importantes compostos orgânicos chamados de  “aminoácidos”. O Nitrogênio  é muito utilizado na conservação de semens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>OXIGÊNIO  O (Z=8)  é fundamental para a respiração dos “seres vivos“ e sem o qual não haveria vida. Participa da constituição da  água com 88,89% para 11,11% de Hidrogênio e do ar.seco com 21%  contra 79% de Nitrogênio. É muito usado na medicina para auxiliar na respiração de pacientes com dificuldades respiratórias. O Oxigênio, quimicamente funciona como um <em>oxidante</em> enérgico e  apresenta número de oxidação  <strong>Nox = -2</strong> <strong>(menos dois)</strong> em quase todos seus compostos <strong>exceto:</strong></p>
<p><strong>-</strong> <strong>nos peróxidos </strong>(um dos grupos &#8211; os “Peróxidos” – (de compostos binários da função Óxidos) – que contêm apenas dois elementos &#8211; em que um é obrigatoriamente o Oxigênio e de fórmula geral dos <em>peróxidos</em>:  (EQ)n O<sub>2</sub> – exemplo H<sub>2</sub>O<sub>2</sub> “peróxido de hidrogênio” também chamado <em>água oxigenada</em>);</p>
<p>-  <strong>e no fluoreto de Oxigênio</strong> <strong>F<sub>2</sub>O</strong> no qual o Flúor sendo mais eletronegativo que o oxigênio impõe sua carga negativa (-1) e o oxigênio admite a carga positiva (+2).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Rever Química Fácil -1 – e 2)].   [Quando estudarmos “Óxidos” explicaremos melhor esta  questão da eletronegatividade do Flúor com o Oxigênio.. Esta explicação também estará acessível quando abordarmos o estudo de “oxidação e redução”].</p>
<p>&nbsp;</p>
<p> CARBONO -  símbolo: C ( Z = 6) -     Possui grande participação na constituição dos “seres vivos” e constitui uma quantidade incomensurável de substâncias denominadas “compostos do Carbono” fato que mereceu uma Química só para  estuda-lo junto com seus compostos – é a Química Orgânica, ou Química dos Compostos de Carbono. Duas outras ciências abordam estes compostos: a Bioquímica e a Biologia.</p>
<p>Entre os principais produtos naturais nos quais o Carbono se encontra com substâncias importantes estão a hulha (carvão mineral) que contém cerca de (70 – 90)% de carbono ( Antracito 80%; Linhito 55% a 75%),  o petróleo, o grafite ou grafita e o carvão vegetal.. Outro material do carbono de imenso valor econômico é o Diamante.  A propósito Diamante é Carbono puro.</p>
<p>A estrutura cristalina que o Carbono apresenta no diamante é que lhe dá o brilho tão espetacular. Os maiores diamantes do mundo são: Culinan (3024 quilates); Excelsior e Jubileu. No Brasil os maiores diamantes encontrados foram: “Presidente Vargas” (726 quilates); “Darcy Vargas” (460 quilates) e “Estrela do Sul” (255 quilates).</p>
<p>Para aumentar o brilho de um diamante faz-se a sua lapidação que consiste em aumentar o número de suas faces e aplicar-lhes um polimento perfeito. É comum diamantes apresentarem “inclusões” (contaminações no seu interior) constituindo partículas pretas que recebem o nome de “carvão” , defeito que muito o desvaloriza.</p>
<p>Existem três formas de diamantes: o comum, o “bort” e o “negro”.</p>
<p>O diamante comum é o mais valioso.</p>
<p>O bort, (semi-cristalino) de cor parda escura, é usado sob forma de pó para lapidar o diamante comum, por ser mais duro, sendo por isso usado para cortar vidro.</p>
<p>O diamante negro (o mais duro) muito encontrado na Bahia, na cidade de Lavras, tem aspecto poroso, cor escura,opaco, mais duro que o diamante comum sendo usado em serras para cortar granito, mármore e outros tipos de pedras.É usado ainda em perfuratrizes (equipamentos para perfurar rochas).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O CARBONO (Símbolo C  Z=6) E SEUS MINERAIS –</p>
<p>O Carbono ainda participa como principal constituinte em minerais como a hulha, o petróleo, e a grafite.  .</p>
<p>Hulha – ou carvão em pedra é retirado de minas que chegam a grandes profundidades. É abundante na região sul do Brasil (RS; SC; PR; SP). Contém cerca de 70% (ou mais)de Carbono.</p>
<p>Petróleo – líquido denso, escuro, constituído por inúmeros hidrocarbonetos (compostos formados  por Carbono e hidrogênio) e substâncias combustíveis do qual são obtidas ()gasolina, querosene, gás natural, etc.)</p>
<p>Grafite ou grafita não é pedra preciosa, mas trata-se de pedra constituída por Carbono impuro apresentando-se em lâminas moles, delgadas, cinzentas e brilhantes,sendo usada na fabricação de lápis. É encontrada no Brasil nos estados de MG, CE, ES e outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FERRO  Fe  (Z=26) – Os metais mais utilizados para várias aplicações úteis ao homem são: o ferro, o alumínio e o cobre. O ferro é o metal mais útil para a industria – de modo geral – sendo um dos mais abundantes da crosta terrestre.</p>
<p>Os minérios* de ferro (* minério: grandes porções -jazidas- de material  retiradas do subsolo (através de acessos chamados “minas”)   e do qual se pode extrair um metal de valor econômico) são chamados de “pobres” quando possuem de 25% a 45% de ferro e de “rico” quando encerram de 70% a 90% deste metal. Os maiores produtores de ferro são os Estados Unidos e a Rússia, mas o Brasil possui as maiores reservas de ferro do planeta.</p>
<p>Existem três tipos de ferro produzidos pelas chamadas “usinas siderúrgica”: ferro gusa ou fundido (com 5%de Carbono); ferro doce ou dútil (com 0,2% de Carbono) e “aço” com 1,5% de carbono) (aço comum e inoxidável). Serve para fazer portões, janelas, grades, portas, veículos diversos, aviões, panelas, marmitas, etc.etc.etc.. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>COBRE   Cu  (Z=29) – É conhecido desde a antiguidade. Os metais encontrados puros na natureza – ouro, prata, cobre – foram os primeiros a serem utilizados pelo Homem, geralmente em utensílios e adornos. Os maiores produtores do mundo são: EEUU e Chile. No Brasil existem numerosas minas de Cobre sendo as maiores localizadas no Rio Grande do Sul.  O cobre é muito usado na fabricação de cabos e fios elétricos além de diversificadas aplicações, tais como em jóias, panelas, objetos decorativos, etc.etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ALUMÍNIO  Al   (Z=13) –Atualmente sua utilização tem crescido vertiginosamente para varias aplicações desde folhas, tubos, cabos, fios, panelas, janelas, portas, aviões, veículos, até folhas isolantes e embalagens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FLÚOR – F  (Z=9) – elemento não-metálico é hoje o medicamento anti-cárie mais adotado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CLORO  Cl  (z=17) – poderoso microbicida usado em tratamento de águas tornando as águas brutas em águas potáveis (próprias para consumo humano).</p>
<p>HIDROGÊNIO   H   (Z=1) -  é o maior elemento do universo (90%) e um dos constituintes da imprescindível água (H=11,11%;O=88,89%). O Hidrogênio entra na composição de – praticamente – todos os compostos formadores dos seres vivos (compostos orgânicos) e em muitos compostos inorgânicos. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">OURO </span></strong><span style="text-decoration:underline;">–  Au  (Z=79</span> – O ouro é um metal conhecido e utilizado desde milênios antes de Cristo. Há referências sobre o seu uso no tempo dos faraós do Egito. É o metal mais valioso e o mais usado na fabricação de jóias valiosas. Possui um brilho inigualável e é muito maleável (mole, fácil de moldar). Na fabricação de jóias é geralmente misturado com um pouco de outros metais (cobre, prata,etc.) para tornar a jóia mais rígida evitando fácil deformação e com menor  preço.</p>
<p>Quando a jóia é de ouro puro tem 24 quilates, isto é, em cada24 gramasda jóia (ou do material analisado) a quantidade de ouro é de24 gramas.</p>
<p>Uma jóia de 18 quilates possui, em cada24 gramasde jóia, apenas18 gramasde ouro e6 gramasde outro metal.</p>
<p>Uma jóia de ouro de 12 quilates (chamada de “ouro baixo) contém apenas12 gramasde ouro  puro em cada24 gramasde jóia;12 gramasrestantes são de outro metal.</p>
<p>Logo, o número de “quilates” (unidade de joalheria) de uma jóia ou de uma peça de ouro indica quantas gramas de ouro puro constitui a jóia ou a peça, para cada24 gramasda jóia ou peça.</p>
<p>Conclusão: não existe peça ou jóia de ouro com mais de 24 quilates. Os “quilates” são sempre referidos para cada 24 quilates da jóia ou peça considerada.</p>
<p>Agora, o termo “quilates” também é usado para pedras preciosas, mas com outra definição. Quando se trata de “pedras preciosas”, (diamante, rubi, topázio, esmeralda, turmalina, berílio, etc.) o valor de UM (1) quilate corresponde a 200 miligramas. Por exemplo: um diamante de 4 quilates possui a massa de 8oo gramas. (4 x 200=800).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CLARC em 11/11/2011. Até a próxima.</p>
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		<title>BRASIL E SUAS LEIS PENAIS &#8211; ANTES TARDE DO QUE NUNCA &#8211; MAS ATÉ QUANDO ????</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 20:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>clarc</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura Social]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<description><![CDATA[BRASIL E SUAS LEIS PENAIS – ANTES TARDE DOQUE NUNCA- MAS, ATÉ QUANDO??????  A imprensa divulga e estimula à discussão &#8211; de certo modo sutil (sempre  aproveitando para crescer notícia)- o novo projeto que estabelece mais rigor nas punições e melhores critérios na avaliação de motoristas alcoolizados. Demorou muito, demorou muitas mortes e muita invalidez, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=clarc.wordpress.com&amp;blog=1501963&amp;post=629&amp;subd=clarc&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BRASIL E SUAS LEIS PENAIS – ANTES TARDE DOQUE NUNCA- MAS, ATÉ QUANDO??????</p>
<p> A imprensa divulga e estimula à discussão &#8211; de certo modo sutil (sempre  aproveitando para crescer notícia)- o novo <strong>projeto</strong> que estabelece mais rigor nas punições e melhores critérios na avaliação de motoristas alcoolizados. Demorou muito, demorou muitas mortes e muita invalidez, e outros traumas por limitações físicas e perdas de familiares, afora tantos prejuízos gerais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outras notícias no noticiário da TV de hoje evidenciam a inércia legislativa e a fraqueza do juizado e todo o sistema penal brasileiro, conjunto que brinca de punir e assiste a impunidade no conforto das mordomias de seus estáveis altos cargos de faustos salários e esplêndidas aposentadorias. As notícias relatam uma vergonhosa ajuda de falsos, desonestos  e péssimos policiais à traficantes em fuga durante uma (tardia mas operosa e heróica) ação dos setores honestos da polícia <strong>numa favela</strong> (que agora poderá se tornar uma comunidade se os traficantes forem realmente expulsos e eliminados de mandantes da população com suas leis próprias). Um líder dos criminosos, considerado dos mais perniciosos à espécie humana, foi preso na ocasião,  junto com outros tantos criminosos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A atuação do atual governo do Estado do Rio de Janeiro vem demonstrando uma coragem e uma determinação, nunca visto em governo nenhum anterior em todos os tempos da história deste estado, no sentido de combater o crime e suas ramificações do mau que, de algumas décadas para cá, dominou o estado e, principalmente, a mais bela cidade do país – o Rio de Janeiro.</p>
<p>Parabéns ao pessoal sério da segurança do estado que vem trabalhando com inteligência e ações objetivas. Parabéns ao atual governo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Resta o pesar pelas fracas leis que não se alinham no mesmo objetivo de acabar com o mau pela raiz  punindo mal,  permitindo escolas e escritórios de bandidos em presídios, regalias absurdasa aos presos, liberdade sob falsos argumentos a criminosos que chegam a sair pela porta da frente das casas de detenção., etc., etc., etc., etc&#8230;&#8230;..</p>
<p>Confundem-se “direitos humanos” com “direitos desumanos” e tratam monstros sob forma de humanos como se humanos fossem.</p>
<p>Para que gastar verbas vultosas que poderiam ter aplicações a favor dos menos remunerados trabalhadores honestos e cumpridores da ordem e das leis? Gastos com criminosos irrecuperáveis que são culpados de muitos assassinatos e muitas destruições de patrimônios públicos e privados, além de, quando não, traficantes de drogas, ladrões sequestradores, na verdade a pior espécie de “ser vivo” da face da terra. <strong>que não merecem viver entre humanos.</strong></p>
<p>Para esses tipos só existe uma forma de tratamento – creio que está claro qual é a lei necessária, mas é preciso ter objetividade e superar a mediocridade falsa do puritanismo covarde que impera na nossa sociedade e que só vai de encontro à ela,  que no fim é quem patrocina as verbas para sustentar esta cambada de vagabundos quer nas ruas ou em presídios, ou qualquer outra espécie de prisão, sempre a lhe atacar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E não me venham com o sofisma de que pobreza conduz ao crime que é a maior distorção das verdadeiras origens da criminalidade.</p>
<p>O criminoso profissional tem índole de natureza perversa, do mau, de praticar o mal, de ser mau, um defasado, por natureza, ou deformado, por influências, da constituição sadia de humano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O pobre &#8211; humano sadio de boa índole &#8211; vai à luta, pois reconhece que a pobreza é verdadeiramente um desafio à vida, um estímulo para lutar honestamente e vencer, jamais um caminho para se posicionar contra os seus semelhantes.</p>
<p><strong>Até quando vamos ter que afirmar</strong>: <strong>antes tarde do que nunca.</strong></p>
<p><strong>Clarc, em 10/11/2011.</strong></p>
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